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Tiago Nogueira
5 críticas
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5,0
Enviada em 20 de março de 2026
Simplesmente uma obra prima do cinema. Difcil descrever o sentimento final que o filme deixa. Acho que no fim das contas a vida é assim, simples e direta do inicio ao fim. O vazio que o fim da vida trás deve ser assim. Filme espetacular, não acreditei que perdeu melhor fotografia.
Lindo filme, sensível, delicado, abordando assuntos como dores carregadas pela vida afora, sentido da vida, ciclos da natureza e etc. Ator sustenta a história com tanta firmeza que é impressionante. Fotografia muito atuante, conversa com o espectador. Filme para pensar e repensar muito em nossas próprias vidas.
Um drama bem contado e bem dirigido, fotografado com maestria pelo brasileiro Adolpho Veloso -- tomara que ganhe o Oscar. Outro destaque é a atuação lúcida, precisa, envolvente de Joel Edgerton. Mais um passeio pela vida estadunidense a partir dos anos 1920, o filme conta a história de um simples lenhador que trabalha na expansão pioneira das ferrovias, suas pequenas conquistas e grandes perdas numa época de profundas transformações. É sensível e, mesmo com forte carga dramática, não é cansativo em nenhum instante.
Iniciei achando que seria uma historinha vazia, feita apenas para cumprir cota e colocar mais um título da Netflix no Oscar, mas me surpreendi. O filme mostra a vida de um homem comum e solitário, atravessado por diversas mudanças externas. Ainda assim, o que realmente vemos são as emoções, silenciosas, profundas e humanas. É um filme que fala com a gente sem gritar e nos faz refletir sobre o quanto o simples é bonito, sobre como viver é, por si só, algo extraordinário: lembrar, compartilhar e sentir. Ele nos convida a descobrir as várias formas de amor e amizade, aquelas que não fazem barulho, mas transformam por dentro.
Filme ótimo , interessante do início ao fim. Um bom filme para quem gosta de dramas de época e nostalgia que possa refletir após assistir. O filme tem classificação para 14 anos e pode ser assistido na Netflix. Conta a história de um lenhador e trabalhador ferroviário no século XX, após sua família ( esposa e filha) morrerem em um incêndio, tem que conviver com o luto causado pela perda, vivenciando alucinações,sonhos e visões. Protagonizado por Joel Edgerton e dirigido por Clint Bentley recebe 4 indicações ao Oscar, destacando a de: "Melhor Filme" e "Melhor Fotografia", onde Adolpho Veloso (diretor de fotografia brasileiro) foi indicado nesta categoria por seu excelente trabalho. Nota final: 4,5/5
Filme magnífico! Uma viagem de autoconhecimento. Triste, porém belo. Me lembrei do livro Lago de Walden, de Henri David Thoreau, que se isolou por mais de dois anos em uma cabana à borda de um lago gelado. Filosofia do absurdo: o absurdo da vida humana, cuja finalidade é circular: continuar vivendo, continuar se alimentando, se cuidando. Mesmo que para isto tenha que derrubar florestas inteiras e alimentar a boca devoradora do capitalismo. O caminho é continuar a busca, um dia nos entenderemos tudo.
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