Pecadores
Média
4,1
938 notas

245 Críticas do usuário

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CinefiLov❤️
CinefiLov❤️

20 seguidores 186 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de abril de 2025
surpreendente, o filme aborda temas como racismo, opressão, família e destino, e é impecável a mistura de terror com drama histórico e musical, abordando temas sociais importantes atravéz do terror criando uma rica esperiencia, a atuação de Michael Jordan interpretando irmãos gêmeos foi muito bom, as cenas de ação são sólidas e tem uma atmosfera envolvente, só peca por levar um tempo para mergulhar no gênero, dedicando a primeira parte no desenvolvimento dos personagens fazendo o filme parecer um pouco lento
DANIEL BARRAL
DANIEL BARRAL

27 seguidores 235 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 10 de maio de 2025
Primeiro filme que vejo no cinema esse ano e confesso que valeu muito a pena. Excelente história, personagens, ambientação, trilha sonora, fotografia, direção de Ryan Coogler. Michael B Jordan entregou tudo como os gêmeos Smoke e Stack. Apesar do ritmo ser lento em algumas partes, e alguns pontos negativos no roteiro, o filme entrega uma das melhores experiências do ano, e digno de ser indicado ao Oscar ano que vêm. Muito bom.
Carlos P.
Carlos P.

266 seguidores 431 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de maio de 2025
Muito bom filme. Pra um filme de terror, uma história muito bem feita, com atuações até elevadas demais para o que normalmente vemos em filmes desse estilo. Óbvio, falta uma profundidade no roteiro( spoiler: eu até não entendi a lógica do porque todos vampiros morreram quando o principal foi morto, mas os 2 que vimos no fim sobreviveram
), mas que reitero, não é comum em um filme desse gênero. Acho que consegue equilibrar bem entre uma história sobrenatural e um roteiro onde se trabalha a relação entre personagens além desses eventos sobrenaturais.
ines avelar
ines avelar

2 seguidores 125 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 20 de abril de 2025
Este filme tem muitas camadas o que o torna interessante, emocionante e não mais um simples filme de terror que dificilmente cai no ridículo. O elenco é excelente, a banda sonora incrível
NerdCall
NerdCall

59 seguidores 474 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 20 de abril de 2025
Em “Pecadores”, Ryan Coogler entrega o seu filme mais autoral, ambicioso e maduro até agora. Numa ousada mistura de sobrenatural, drama histórico e musicalidade, o diretor, conhecido por imprimir uma assinatura forte sobre cultura negra em seus trabalhos anteriores, como Fruitvale Station e Pantera Negra, agora se aventura por um território ainda inexplorado por ele: um thriller de época com vampiros e muito blues. E nessa jornada, ele se alia novamente a seu parceiro de longa data, Michael B. Jordan, que brilha em dose dupla interpretando os irmãos gêmeos Smoke e Stack com uma potência dramática rara e magnética. O resultado é um filme que não apenas impressiona pela forma, mas também pela densidade de conteúdo, com camadas que falam de pertencimento, resistência e herança cultural.

A trama se passa nos Estados Unidos da década de 1930, em plena Lei Seca, e desde os primeiros minutos somos transportados para um ambiente que pulsa com referências à história negra americana, sobretudo no que tange à música, ao racismo estrutural da época e à desigualdade social. A ambientação é impecável, desde o figurino até a direção de arte, e a fotografia de Autumn Durald Arkapaw mergulha o espectador em uma atmosfera sombria, estilizada e hipnótica, onde cada quadro parece pensado como uma pintura viva. Ainda assim, talvez o maior trunfo técnico do filme esteja na trilha sonora de Ludwig Göransson, que atua como uma espécie de alma pulsante da obra. O blues, como linguagem e narrativa, atravessa a jornada dos personagens e se torna um elemento quase místico, uma força ancestral que dialoga com as dores e as conquistas daqueles que vieram antes.

Apesar de o marketing ter vendido o filme como uma experiência de ação sobrenatural, quase um blockbuster de vampiros reinventado, “Pecadores” é, na verdade, um drama com um ritmo mais contemplativo e uma construção narrativa que exige entrega e paciência. E quando se compreende essa proposta, tudo começa a fazer sentido. O filme não está interessado em reinventar os mitos dos vampiros com efeitos e reviravoltas mirabolantes — ainda que elementos clássicos como alho, estacas e rituais estejam presentes —, mas sim em usar essas figuras como metáfora. A seita que se opõe aos protagonistas, liderada pelo personagem vivido com intensidade por Jack O’Connell, funciona mais como um reflexo das elites brancas opressoras do que como vilões sobrenaturais em si. Eles são a representação viva da apropriação, do controle e da exploração daquilo que não lhes pertence.

Michael B. Jordan entrega uma de suas melhores atuações da carreira, criando dois personagens que, apesar de idênticos fisicamente, possuem alma, história e energia completamente distintas. Smoke e Stack são construídos com delicadeza e firmeza, o que evidencia não só a habilidade do ator, mas também a sensibilidade de Coogler em dirigir e explorar suas camadas. Mas o elenco não se apoia apenas em Jordan. Hailee Steinfeld, como Mary, entrega um desempenho cheio de nuances, assim como Miles Caton, estreando com segurança e presença. O filme acerta até mesmo nos coadjuvantes, todos com propósitos bem definidos, ainda que alguns tenham tempo limitado em tela.

Se há um ponto onde “Pecadores” não se aprofunda tanto quanto poderia, é justamente nos elementos sobrenaturais. A mitologia dos vampiros e seus rituais são pinceladas com estilo, mas nunca totalmente exploradas. Entretanto, essa escolha parece mais intencional do que acidental. O foco aqui nunca foi o terror, mas sim o impacto social, a força da ancestralidade e a resistência cultural. É nesse ponto que o filme mais se diferencia das produções convencionais do gênero e se destaca como uma obra que busca muito mais provocar reflexão do que apenas entreter. E isso, por si só, é uma escolha corajosa e muito bem-vinda.

“Pecadores” é uma obra que fala sobre sangue, no sentido literal e simbólico: o sangue que conecta, que denuncia, que cura e que canta. É sobre a dor de um povo, mas também sobre sua força e criatividade. Ao entrelaçar o mito dos vampiros com o poder do blues e o peso da história negra americana, Coogler cria um filme que pode até dividir expectativas, mas que com certeza marca seu lugar como uma das experiências cinematográficas mais relevantes e ousadas de 2025 até agora. É cinema com identidade, propósito e uma pulsação própria.
Nelson J
Nelson J

51.030 seguidores 1.977 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de abril de 2025
Filme com produção caprichada, mas muito arrastado. 140 minutos de produção, mas 100 minutos seria o suficiente. Roteiro fora da curva com música e danças mostrando vida e o terror de vampiros sobre a opressão vivida pelos negros.
Ryuk
Ryuk

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 21 de abril de 2025
Fui assistir sem esperar nada, só mais um filme, e acabei surpreendido. A trilha sonora é perfeita, dá o tom exato pra cada cena. A ideia foi muito bem explorada e as atuações estão incríveis. Vale demais os 4,5/5.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.286 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de julho de 2025
Ryan Coogler dirige um dos filmes mais vistos no ano e colocado como um dos melhores de 2025! Elenco ótimo com cenas de ação e terror de tirar o fôlego. Grande filme.
Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 22 de setembro de 2025
O filme é surpreendentemente estiloso, bem dirigido e bem atuado, criando quase uma dinâmica própria e mesclando diversas linhas culturais para traçar um vampiro único. Com os primeiros atos que não respondem ao desfecho final, ele brinca com o telespectador a cada cena. Temos um início no melhor estilo faroeste, com músicas de gaita, planos abertos, roupas estilosas, armas na cintura e encaradas, que se esvai para um drama e depois para um filme de terror, no melhor estilo Um Drink no Inferno. Os Pecadores já nasce como um filme clássico — com exceção desse nome, que é péssimo —, contudo temos aqui um terror autêntico, que abraça suas raízes e faz algo diferente, com cenas marcantes e uma bela trilha sonora. Sem falar da sólida construção de roteiro; até existem algumas linhas narrativas que não se conversam tão bem, mas, no conjunto da obra, tudo funciona. 9/10
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 881 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de julho de 2025
Pecadores é um filme de terror que contou a direção e roteiro de Ryan Coogler. O filme é ambientado nos EUA no começo do século XX, aonde 2 irmão gêmeos Faísca e fumaça (Michael B. Jordan) tentam deixar suas vidas problemáticas e retornam à sua cidade natal com a ideia de abrir uma casa de Blues. Ambos começam a reaver os seus amigos e começam a contrata-los para trabalhar naquela noite, na inauguração do seu bar. Porém, um mal está alojado na cidade e ameaça a todos que estão lá. Coogler aqui pode trabalhar com uma produção que coloca sua crítica ao racismo no contexto dos EUA, colocando representações culturais de ancestralidade com maestria nesse filme. Além disso, ainda acrescenta algo inovador: um terror gótico vampiresco. O filme se preocupa em todo o seu primeiro ato em desenvolver seus personagens principais e um pouco do contexto histórico-social. Isso é bom, pois entendemos todo o contexto da volta dos irmãos e seus envolvimentos com os demais personagens secundários. O segundo ato temos um suspense, pois não sabemos bem o que vamos esperar e o terceiro ato é um verdadeiro banho de sangue. Devemos outro mérito na sacada cultural de união entre os negros devido a sua identificação com o Blues, enquanto os vampiros brancos estavam tocando Folk. A sacada dos gêmeos terem personalidades diferentes e um ficar do lado oposto do outro é muito eficiente. Na verdade, os vampiros são alegorias que representam a ruptura com a identificação cultural. Trilha sonora eficiente e uma fotografia boa. Talvez a única ineficiência da direção tenha sido a falta de um preparo maior com relação ao horror do filme, as cenas trash não são convincentes e não funcionariam naquela altura do filme.
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