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Sobrevivência poderia ser muito melhor e mais bem escrito, mas acabou sendo apenas um filme razoável. A história foi rasa, pouco explicativa e com algumas pontas soltas no final. Não ficou claro
spoiler:
quem eram os sequestradores e por que tentaram sequestrar o filho do candidato a prefeito Mark (Ben Affleck)? Por haver uma reviravolta eles acabaram sequestrando outro menino. Sequestraram Hector, filho de Ramon, um trabalhador mexicano que tinham um relacionamento com Cecilia, funcionária da família de Mark.
No entanto, o filme não vai além disso e, com um final mal explicado, mostra apenas que spoiler: a política está acima de tudo para essas pessoas: o candidato a prefeito sai como herói da história com uma narrativa inventada, consegue se tornar prefeito e consegue entrar na lista de candidatos favoritos para se tornar presidente no futuro.
O elenco é razoável, com atuações do mesmo nível. Até mesmo Ben Affleck, que é um ótimo ator, teve uma atuação abaixo. No geral, é um filme que eu esperava mais, mas até que é bem assistível. Só não fique com muita expectativa, que assim conseguirá assistir tranquilamente.
No entanto, o filme não vai além disso e, com um final mal explicado, mostra apenas que spoiler: a política está acima de tudo para essas pessoas: o candidato a prefeito sai como herói da história com uma narrativa inventada, consegue se tornar prefeito e consegue entrar na lista de candidatos favoritos para se tornar presidente no futuro.
O elenco é razoável, com atuações do mesmo nível. Até mesmo Ben Affleck, que é um ótimo ator, teve uma atuação abaixo. No geral, é um filme que eu esperava mais, mas até que é bem assistível. Só não fique com muita expectativa, que assim conseguirá assistir tranquilamente.
Gostei do filme da história, porém o final se perdeu, não falaram quem foi os sequestradores. Quem escreve o filme se acham o tal, da licença gosto de filmes bons com finais muito bem explicado, zero para quem escreveu o filme. Valeu assistir o filme pelo ator Ben Affleck.
SOBREVIVÊNCIA (2026) — Quando a ambição política fala mais alto que a própria consciência
Título original: Animals
Gêneros: Suspense, drama criminal e thriller político
Ano de lançamento: 2026
Duração: 1h48min
Direção: Ben Affleck
Plataforma: Netflix
Elenco principal:
Ben Affleck como Mark Kimball, candidato à prefeitura de Los Angeles
Kerry Washington como Abigail Kimball, esposa de Mark
Steven Yeun como o assessor de campanha de Mark
Gillian Anderson como Dayle, negociadora envolvida no resgate
Luis Gerardo Méndez como Ramon Valle
Adriana Paz como Cecilia Trujillo
Christopher Woodley como Denny Kimball, filho de Mark e Abigail
Estória
Mark Kimball é um candidato à prefeitura de Los Angeles que investe praticamente tudo o que possui em sua campanha, apostando no prestígio político e na imagem de sucesso que construiu. Para ele, vencer as eleições representa muito mais do que conquistar um cargo: significa consolidar seu legado e provar que pertence a uma família destinada ao poder.
Entretanto, sua vida vira de cabeça para baixo quando surge a notícia de um sequestro. O dinheiro necessário para resolver a situação não está disponível, pois boa parte das economias foi consumida pela campanha. Desesperado, Mark procura alternativas e acaba entrando em contato com pessoas capazes de conseguir o dinheiro, mas que também trazem seus próprios riscos e interesses.
É nesse momento que surge uma das situações mais interessantes — e, para mim, uma das oportunidades desperdiçadas pelo roteiro: a criança sequestrada não é seu filho, mas o filho de outra pessoa, levado por engano. A partir daí, o filme coloca Mark diante de uma escolha moral. Ele deve ajudar a família que está passando por aquele pesadelo ou concentrar seus esforços em proteger a própria carreira, a reputação e o patrimônio?
Enquanto a situação se complica, o casamento de Mark também começa a revelar suas rachaduras. Abigail, que inicialmente transmite uma imagem de mulher correta e moralista, esconde segredos que colocam em dúvida a relação do casal. A descoberta de sua infidelidade acrescenta mais um problema a uma noite que já parece impossível de controlar.
No desfecho, Mark participa de uma operação de resgate marcada por violência, mortes e decisões moralmente questionáveis. O menino é salvo, os sequestradores são eliminados e Mark consegue preservar boa parte da imagem pública que tanto lutou para construir. A conclusão deixa uma sensação incômoda: será que ele realmente venceu ou apenas encontrou uma maneira de escapar das consequências de suas escolhas?
Atuações
Ben Affleck assume o protagonismo e também a direção do filme. Sua interpretação de Mark apresenta um homem pressionado por diferentes lados: a campanha eleitoral, o dinheiro, a família e a necessidade de manter uma aparência de controle. O personagem funciona melhor quando percebemos que sua preocupação não está exclusivamente na segurança das pessoas, mas também no que cada acontecimento pode representar para sua imagem pública.
Kerry Washington interpreta Abigail, uma personagem cuja postura aparentemente moral começa a desmoronar à medida que seus segredos vêm à tona. Essa contradição poderia render um conflito emocional mais profundo, principalmente na relação com Mark, mas a narrativa nem sempre explora todas as possibilidades desse casamento em crise.
Gillian Anderson acrescenta experiência e presença à trama, enquanto Steven Yeun e os demais integrantes do elenco participam de uma história que depende bastante das relações entre seus personagens. Ainda assim, na minha avaliação, as atuações não conseguem transformar todos os conflitos em momentos verdadeiramente marcantes.
Roteiro, direção e suspense
O conceito de Sobrevivência é interessante. Um candidato político que arrisca suas economias para conquistar o poder e, de repente, precisa enfrentar uma crise que ameaça destruir tudo aquilo que construiu tem potencial para protagonizar um grande suspense.
O problema é que a história parece encontrar uma boa oportunidade de aprofundamento e depois não aproveitá-la plenamente. O sequestro por engano deveria ser o coração moral do filme: ajudar alguém sem ter obrigação familiar ou abandonar essa pessoa para proteger os próprios interesses? Essa escolha poderia revelar a verdadeira natureza de Mark, mas o roteiro acaba concentrando boa parte de sua energia nas reviravoltas e na tentativa de resolver a crise.
Outro ponto que me incomodou foi a maneira como os acontecimentos se encaminham para uma conclusão relativamente favorável ao protagonista. A situação se torna cada vez mais grave, pessoas morrem e decisões questionáveis são tomadas, mas Mark parece encontrar uma saída para quase tudo. Essa facilidade enfraquece a sensação de perigo e diminui o peso das consequências.
易 O que o filme nos faz pensar?
O aspecto mais interessante está na relação entre poder, moralidade e aparência pública. Mark investe tudo na campanha porque acredita que o sucesso político pode consolidar seu futuro. Porém, quando a crise chega, descobrimos que a imagem de homem correto não necessariamente corresponde às suas decisões reais.
O filme também apresenta uma contradição inquietante: pessoas que se apresentam como defensoras de valores morais podem esconder comportamentos que contradizem aquilo que pregam. Abigail representa parte dessa discussão, enquanto Mark demonstra que preservar a própria imagem pode ser tão importante quanto enfrentar as consequências de seus atos.
Entretanto, uma ideia interessante não garante um grande filme. Para que essa reflexão realmente funcione, o roteiro precisa dar profundidade às escolhas, desenvolver os personagens e mostrar que cada decisão tem um preço. Na minha opinião, Sobrevivência não aproveita todo o potencial dessa proposta.
⭐ Vale a pena assistir?
Minha nota: 5,0/10.
Sobrevivência tem uma premissa promissora, uma situação de sequestro que poderia produzir um excelente dilema moral e um protagonista interessante por sua mistura de ambição política e fragilidade pessoal. Contudo, a execução deixa a desejar. Algumas situações parecem convenientes demais, os conflitos não alcançam toda a profundidade que poderiam e o desfecho oferece ao protagonista uma saída que considero fácil diante da gravidade dos acontecimentos.
O filme entretém, mas não entrega o suspense psicológico e a reflexão moral que sua história promete. A descoberta da infidelidade de Abigail acrescenta tensão ao casamento, porém também acaba funcionando como mais um elemento de uma trama que acumula conflitos sem explorar todos com a mesma qualidade.
Nota final: 5,0/10. É um filme mediano, que poderia ter sido muito melhor se tivesse apostado menos nas soluções convenientes e mais nas consequências humanas e políticas de suas escolhas.
No fim, fica uma pergunta: quando alguém arrisca tudo para conquistar o poder, mas precisa sacrificar princípios para continuar no jogo, o que realmente significa vencer? Em Sobrevivência, a resposta parece ser que nem sempre quem sai vitorioso é quem agiu corretamente — às vezes, é simplesmente quem consegue controlar melhor a própria versão dos acontecimentos.
#Sobrevivência #Animals #BenAffleck #KerryWashington #GillianAnderson #StevenYeun #Netflix #FilmeNetflix #Suspense #ThrillerPolítico #DramaCriminal #CríticaDeFilme #ResenhaDeFilme #Cinema #CinemaMundial #Poder #Política #Moralidade #ValeAPenaAssistir #Nota5
Título original: Animals
Gêneros: Suspense, drama criminal e thriller político
Ano de lançamento: 2026
Duração: 1h48min
Direção: Ben Affleck
Plataforma: Netflix
Elenco principal:
Ben Affleck como Mark Kimball, candidato à prefeitura de Los Angeles
Kerry Washington como Abigail Kimball, esposa de Mark
Steven Yeun como o assessor de campanha de Mark
Gillian Anderson como Dayle, negociadora envolvida no resgate
Luis Gerardo Méndez como Ramon Valle
Adriana Paz como Cecilia Trujillo
Christopher Woodley como Denny Kimball, filho de Mark e Abigail
Estória
Mark Kimball é um candidato à prefeitura de Los Angeles que investe praticamente tudo o que possui em sua campanha, apostando no prestígio político e na imagem de sucesso que construiu. Para ele, vencer as eleições representa muito mais do que conquistar um cargo: significa consolidar seu legado e provar que pertence a uma família destinada ao poder.
Entretanto, sua vida vira de cabeça para baixo quando surge a notícia de um sequestro. O dinheiro necessário para resolver a situação não está disponível, pois boa parte das economias foi consumida pela campanha. Desesperado, Mark procura alternativas e acaba entrando em contato com pessoas capazes de conseguir o dinheiro, mas que também trazem seus próprios riscos e interesses.
É nesse momento que surge uma das situações mais interessantes — e, para mim, uma das oportunidades desperdiçadas pelo roteiro: a criança sequestrada não é seu filho, mas o filho de outra pessoa, levado por engano. A partir daí, o filme coloca Mark diante de uma escolha moral. Ele deve ajudar a família que está passando por aquele pesadelo ou concentrar seus esforços em proteger a própria carreira, a reputação e o patrimônio?
Enquanto a situação se complica, o casamento de Mark também começa a revelar suas rachaduras. Abigail, que inicialmente transmite uma imagem de mulher correta e moralista, esconde segredos que colocam em dúvida a relação do casal. A descoberta de sua infidelidade acrescenta mais um problema a uma noite que já parece impossível de controlar.
No desfecho, Mark participa de uma operação de resgate marcada por violência, mortes e decisões moralmente questionáveis. O menino é salvo, os sequestradores são eliminados e Mark consegue preservar boa parte da imagem pública que tanto lutou para construir. A conclusão deixa uma sensação incômoda: será que ele realmente venceu ou apenas encontrou uma maneira de escapar das consequências de suas escolhas?
Atuações
Ben Affleck assume o protagonismo e também a direção do filme. Sua interpretação de Mark apresenta um homem pressionado por diferentes lados: a campanha eleitoral, o dinheiro, a família e a necessidade de manter uma aparência de controle. O personagem funciona melhor quando percebemos que sua preocupação não está exclusivamente na segurança das pessoas, mas também no que cada acontecimento pode representar para sua imagem pública.
Kerry Washington interpreta Abigail, uma personagem cuja postura aparentemente moral começa a desmoronar à medida que seus segredos vêm à tona. Essa contradição poderia render um conflito emocional mais profundo, principalmente na relação com Mark, mas a narrativa nem sempre explora todas as possibilidades desse casamento em crise.
Gillian Anderson acrescenta experiência e presença à trama, enquanto Steven Yeun e os demais integrantes do elenco participam de uma história que depende bastante das relações entre seus personagens. Ainda assim, na minha avaliação, as atuações não conseguem transformar todos os conflitos em momentos verdadeiramente marcantes.
Roteiro, direção e suspense
O conceito de Sobrevivência é interessante. Um candidato político que arrisca suas economias para conquistar o poder e, de repente, precisa enfrentar uma crise que ameaça destruir tudo aquilo que construiu tem potencial para protagonizar um grande suspense.
O problema é que a história parece encontrar uma boa oportunidade de aprofundamento e depois não aproveitá-la plenamente. O sequestro por engano deveria ser o coração moral do filme: ajudar alguém sem ter obrigação familiar ou abandonar essa pessoa para proteger os próprios interesses? Essa escolha poderia revelar a verdadeira natureza de Mark, mas o roteiro acaba concentrando boa parte de sua energia nas reviravoltas e na tentativa de resolver a crise.
Outro ponto que me incomodou foi a maneira como os acontecimentos se encaminham para uma conclusão relativamente favorável ao protagonista. A situação se torna cada vez mais grave, pessoas morrem e decisões questionáveis são tomadas, mas Mark parece encontrar uma saída para quase tudo. Essa facilidade enfraquece a sensação de perigo e diminui o peso das consequências.
易 O que o filme nos faz pensar?
O aspecto mais interessante está na relação entre poder, moralidade e aparência pública. Mark investe tudo na campanha porque acredita que o sucesso político pode consolidar seu futuro. Porém, quando a crise chega, descobrimos que a imagem de homem correto não necessariamente corresponde às suas decisões reais.
O filme também apresenta uma contradição inquietante: pessoas que se apresentam como defensoras de valores morais podem esconder comportamentos que contradizem aquilo que pregam. Abigail representa parte dessa discussão, enquanto Mark demonstra que preservar a própria imagem pode ser tão importante quanto enfrentar as consequências de seus atos.
Entretanto, uma ideia interessante não garante um grande filme. Para que essa reflexão realmente funcione, o roteiro precisa dar profundidade às escolhas, desenvolver os personagens e mostrar que cada decisão tem um preço. Na minha opinião, Sobrevivência não aproveita todo o potencial dessa proposta.
⭐ Vale a pena assistir?
Minha nota: 5,0/10.
Sobrevivência tem uma premissa promissora, uma situação de sequestro que poderia produzir um excelente dilema moral e um protagonista interessante por sua mistura de ambição política e fragilidade pessoal. Contudo, a execução deixa a desejar. Algumas situações parecem convenientes demais, os conflitos não alcançam toda a profundidade que poderiam e o desfecho oferece ao protagonista uma saída que considero fácil diante da gravidade dos acontecimentos.
O filme entretém, mas não entrega o suspense psicológico e a reflexão moral que sua história promete. A descoberta da infidelidade de Abigail acrescenta tensão ao casamento, porém também acaba funcionando como mais um elemento de uma trama que acumula conflitos sem explorar todos com a mesma qualidade.
Nota final: 5,0/10. É um filme mediano, que poderia ter sido muito melhor se tivesse apostado menos nas soluções convenientes e mais nas consequências humanas e políticas de suas escolhas.
No fim, fica uma pergunta: quando alguém arrisca tudo para conquistar o poder, mas precisa sacrificar princípios para continuar no jogo, o que realmente significa vencer? Em Sobrevivência, a resposta parece ser que nem sempre quem sai vitorioso é quem agiu corretamente — às vezes, é simplesmente quem consegue controlar melhor a própria versão dos acontecimentos.
#Sobrevivência #Animals #BenAffleck #KerryWashington #GillianAnderson #StevenYeun #Netflix #FilmeNetflix #Suspense #ThrillerPolítico #DramaCriminal #CríticaDeFilme #ResenhaDeFilme #Cinema #CinemaMundial #Poder #Política #Moralidade #ValeAPenaAssistir #Nota5
Ben Affleck dirigiu e atuou no filme. Eu pensei em várias variáveis sobre a trama e no fim não aconteceu nada do que imaginei, porém não foi ruim, tem uma crítica social sobre política no filme. Ele usa alguns planos sequências e mostram uma Los Angeles tipo GTA.
É, infelizmente não dá pra engolir! Não adianta fazer um filme com bons atores, só para evidenciar, se a trama for fraca, como nesse caso! Assuntos que nada tem a ver sao expostos, de maneira risível! Um personagem que nada tem a ver com o caso surge e da aulas anti sequestro com toda a verve! Ruim demais! Perdi meu tempo!!!!
Um filme que tinha tudo pra ser excelente, mas o enredo é meio fantasioso e no fim ficaram algumas perguntas no ar. Uma pena, pois Ben Affleck é um ator mais maduro, atuou muito bem.
Simples: o roteiro se perdeu, no que podia ser muito bom. Pensei em 3 variáveis que teriam sido incríveis e fiquei decepcionada.
tipo filme do Ben, ruim não acontece nada chato de ver quase não dei conta de terminar o filme.
fora que a tradução não tem nada a ver.
fora que a tradução não tem nada a ver.
Tirando a atuação de Ben Afleck o filme é muito fraco e previsível!
Roteiro tenta prender a atenção, mas não consegue, atuações fracas dos demais personagens, trilha sonora também fraquinha e tema forçação de barra!
Não perca o seu tempo a não ser que esteja lhe sobrando!
Roteiro tenta prender a atenção, mas não consegue, atuações fracas dos demais personagens, trilha sonora também fraquinha e tema forçação de barra!
Não perca o seu tempo a não ser que esteja lhe sobrando!
Filme ruim demais, parece um dramalhão mexicano cheio de militância e lacração, totalmente dispensável.
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