Until Dawn: Noite de Terror
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3,4
157 notas

40 Críticas do usuário

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Gabrielle Idalgo
Gabrielle Idalgo

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3,0
Enviada em 24 de abril de 2025
A adaptação de Until Dawn toma caminhos diferentes do jogo original, o que pode ser encarado tanto como qualidade quanto como falha. Em vez de seguir fielmente a trama do game, o filme opta por usar apenas elementos base ou inserir algumas referências, o que cria uma experiência nova até para quem já conhece a história — mas também perde parte da tensão construída pela obra original.
A proposta é criativa: os personagens precisam sobreviver até o amanhecer, mas cada noite em que morrem os coloca em um looping, nunca igual — nem mesmo as mortes se repetem. A cada "reboot", o terror assume um gênero diferente, com forte presença do slasher. Provavelmente essa mecânica foi uma forma de manter essa essência interativa do jogo (é um jogo de escolhas, onde cada decisão tomada interfere na história) de forma mais cinematográfica. Infelizmente, a ideia dos múltiplos gêneros não é totalmente explorada, o que é uma pena, já que era um dos pontos mais promissores.
Não se trata de um terror genuinamente assustador — há poucos sustos e a tensão é moderada. No entanto, o tom de "horror comedy" funciona bem, com doses de humor que equilibram o clima e contribuem para a diversão. Apesar de repleta de clichês, a premissa entretém e mantém o espectador interessado.
Os acontecimentos carecem de origens precisas, e as poucas respostas oferecidas não esclarecem tudo. Curiosamente, isso acaba jogando a favor do filme: o mistério e a ambiguidade ajudam a manter o suspense, e às vezes tentar explicar demais só enfraqueceria a narrativa.
Ao final do longa, você se pega torcendo pela sobrevivência dos personagens, tal qual um jogo Survivor. Until Dawn é um filme bacana, com personagens dignos de amor e raiva, mas deixa a sensação de que poderia ter ido mais longe. É criativo, divertido, mas não totalmente memorável.
NerdCall
NerdCall

59 seguidores 474 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de abril de 2025
Após se aventurar pelo universo dos super-heróis com os filmes Shazam! e Shazam! Fúria dos Deuses, o diretor David F. Sandberg retorna ao terror em Until Dawn, uma obra vendida como adaptação do popular jogo da Supermassive Games. Com a promessa de honrar a atmosfera do game e ainda flertar com a estrutura narrativa de sobrevivência noturna, Sandberg entrega um filme que carrega tanto acertos quanto tropeços, em uma balança instável entre criatividade e exaustão narrativa.

Desde o princípio, Until Dawn parece confortável em abandonar a ideia de uma adaptação fiel. Apesar de utilizar o nome do jogo e trazer algumas referências diretas à franquia The Dark Pictures Anthology, o longa caminha por vias próprias, estabelecendo uma história original onde a cada noite os personagens enfrentam um novo perigo mortal — de serial killers a maldições sobrenaturais e infecções explosivas. O conceito, a princípio, é engenhoso e proporciona uma boa dose de entretenimento, ao explorar os diferentes tipos de ameaças que espreitam a chegada do amanhecer. Cada novo desafio surge com a promessa de elevar a tensão e a criatividade, e é inegável que nas primeiras noites essa estratégia funciona, sustentada por bons efeitos práticos e pela sensação constante de urgência.

Entretanto, essa mesma criatividade que impulsiona a trama também se torna seu principal calcanhar de Aquiles. Conforme o filme avança, o esgotamento de ideias se torna evidente. O que antes parecia uma sucessão de eventos inovadores, gradativamente perde força, fazendo o roteiro recorrer a soluções fáceis e genéricas do gênero de terror, até desembocar em uma inevitável mudança de tom para a ação no terceiro ato. Essa transição brusca enfraquece não apenas a atmosfera de tensão construída até então, como também evidencia a dificuldade do roteiro em sustentar seu próprio conceito até o final. O clímax, que deveria representar o auge da narrativa, soa apressado e anticlimático, deixando a sensação de que muito foi prometido e pouco de fato entregue.

As homenagens ao jogo original, como a presença de personagens familiares e alguns momentos recriados, tentam criar um elo de nostalgia com os fãs. Porém, tais referências são meramente superficiais, já que a essência do game — centrada nas escolhas e nas consequências emocionais — praticamente se perde em meio à correria do roteiro. Se não fosse o título e algumas piscadelas ao material original, Until Dawn funcionaria perfeitamente como um filme de terror independente, o que reforça a impressão de que o uso da marca foi mais uma estratégia de marketing do que uma preocupação artística legítima.

No campo emocional, a história de Clover e Melanie, irmãs separadas em que a Clover está em sua busca, é abordada de maneira rasa. Ainda que o filme tente inserir conflitos internos relacionados à culpa, redenção e perda, esses temas são pouco desenvolvidos e facilmente ofuscados pelas cenas de morte criativa e pelo ritmo frenético da narrativa. A protagonista até é construída com certo cuidado, mas a profundidade de seus dilemas pessoais nunca se torna uma força motriz da trama. O espectador, no fim das contas, se importa mais com a expectativa das próximas ameaças do que com o destino emocional dos personagens.

Mesmo com seus defeitos, Until Dawn possui qualidades inegáveis dentro do que se propõe: a direção de Sandberg, em especial no que diz respeito ao uso de efeitos práticos e ao manejo de tensão nas primeiras noites, revela um domínio sólido do gênero. O filme abraça os clichês do terror adolescente sem vergonha, sabendo exatamente que tipo de experiência quer proporcionar. No entanto, a falta de consistência no roteiro, o abandono da profundidade emocional e a descaracterização em relação ao material original são fatores que comprometem a obra como uma adaptação e como uma experiência narrativa completa.

Em suma, Until Dawn é um terror que começa com fôlego e ideias instigantes, mas que se rende à previsibilidade e à pressa na reta final. Uma produção que até diverte e entretém, mas que se distancia demais daquilo que prometia ser, decepcionando especialmente os fãs que esperavam reviver a experiência intensa do jogo. Como filme independente, diverte em seus melhores momentos; como adaptação, é uma oportunidade perdida.
Igor C.
Igor C.

17 seguidores 430 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 19 de outubro de 2025
Muita gente criticou o filme por não ter nada a ver com o jogo, mas pelo que entendi, ele funciona mais como um prequel, o que muda bastante a perspectiva. No geral, achei o filme interessante, com um bom suspense, mesmo que os personagens sejam chatos e sem graça, o que acaba tirando um pouco do brilho da história.
#BRUNO #
#BRUNO #

6 seguidores 334 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 12 de agosto de 2025
Until Dawn: Noite de Terror é aquilo que propõe ser: um entretenimento violento, cômico e exagerado mas que não se sustenta como uma obra profunda ou que marque o gênero.
Gabriel Anazario
Gabriel Anazario

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3,5
Enviada em 28 de abril de 2025
Não é um filme ruim, não joguei o jogo, mas o filme intriga e te prende até o final, não me arrependi de comprar o ingresso.
Juliana Barboza
Juliana Barboza

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3,5
Enviada em 28 de julho de 2025
Bom! Vi alguns comentarios negativos mas gostei do filme. Apesar de não conhecer o jogo, achei os personagens legais e a história prende do início ao fim. Recomendo!
Pedro Arantes
Pedro Arantes

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3,0
Enviada em 29 de julho de 2025
Instagram @cinewitharantes
Um terror dentro dos padrões, mas que pouco ou nada herda da essência do jogo homônimo — o que pode frustrar quem esperava conexões mais sólidas. O filme entrega uma boa ambientação, com alguns momentos de tensão bem conduzidos. No entanto, o ritmo oscila e, em determinados trechos, a narrativa se arrasta, dificultando o envolvimento com os protagonistas e esvaziando o impacto emocional das situações-limite.

A construção do medo e sustos é básica e previsível, apostando em convenções já bastante exploradas no gênero. Ainda assim, há méritos: as mortes são criativas, visualmente bem executadas e surpreendem pela ousadia — talvez o ponto mais forte do longa.

Não é um desastre, mas também está longe de se destacar. Para quem busca um terror descomplicado e com alguns bons sustos, pode funcionar. Mas para quem esperava algo com mais personalidade ou fidelidade à obra original, a decepção é quase certa.
TripFelps
TripFelps

2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 30 de abril de 2025
Filme bom, mas mediano! Tudo muito previsível e nada de novo, e sobre ser baseado num jogo, somente há referências do msm. Perderam a chance de trazer uma boa história como foi a do jogo…
Matheus Sandim
Matheus Sandim

34 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de janeiro de 2026
Veja bem, eu nunca joguei o jogo, então não sei se é uma boa adaptação, por isso vou fazer minha analise apenas com base no filme, o filme tem uma premissa interessante, a obra te prende logo no inicio, porém, ela sofre com alguns problemas como personagens totalmente mal desenvolvidos, o que resulta que não conseguimos ficar impactados quando acontece algo com algum personagem, Ella Rubin parece uma pamonha atuando, eu não consigo torcer para a Clover de jeito nenhum, também acho tenebrosa a atuação de Michael Cimino. Entretanto o filme é um bom filme que te prende do inicio ao fim, eu fiquei muito curioso em saber como tudo ali funcionava, um filme muito divertido que não se estende
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