Joguei o jogo e achei bem legal. O filme me surpreendeu, é uma historia diferente e criativa que se nao tivessem associado ao jogo seria mais interessante ainda pois nao criaria tantas expectativas e comparações. Faz algumas referencias ao jogo e sinceramente achei o enredo do filme melhor que o do jogo. Na parte final do filme eu ja estava ficando na ponta da poltrona tenso. Tem bastante gore para quem gosta, nao explora muito a parte de sustos mas tem alguns que até funcionam, tem ação, bons efeitos, prende a atenção.
Eu adorei! Cheio de ação, mistério, suspense, uma verdadeira obra prima, a idéia do game e terror é genial. Ótimos efeitos especiais, as mortes são muito autênticas e o cenário é digno de um belo filme de terror, daqueles clichê que todo mundo gosta. Adorei demais, só achei pouco explicativa a história de como aquilo acontece, mas o filme em si é top!
Amei o filme achei muito bom é eu acho que as pessoas que falam que o filme não é fiel estão erradas eu sei que não é identico mas pensa bem se for identico ao jogo seria chato porque seria praticamente o filme de mario, eu acho que foi melhor pegar doque imitar o jogo inteiro porque quem jogou ja sabe de tudo oque acontece então não teria graça foi melhor pegar algumas partes do jogo doque imitar tudo que tem no jogo é mas uma coisa odessa A'zion a maior diva desse filme
Filme muito bom, quem zerou o game ou jogou vai ter muita referencia e nostalgia, quem não gostou é quem não entendeu a ideia. Recomendo, muito bom o filme. E para quem falar que não tem referencia eu digo assistiu de olho fechado ou nem jogou o game, tudo tem referencia. Teve algumas referencias também de The Quarry, bruxa lobisomem.
Until Dawn: Noite de Terror é um filme graficamente tenso e visualmente perturbador. Minha primeira experiência assistindo um filme de terror no cinema e a última também. Por algum motivo cômico, eu ingenuamente me esqueci que filmes de terror contavam com os adorados "jumpscares", e tomei sustos desavisados colossais nesses momentos onde eu ria de nervoso e me perguntava "por que é que eu não fui assistir Minecraft?".
Until Dawn: Noite de Terror conta a história de cinco amigos que participam na busca por informações acerca do desaparecimento da irmã, Melanie, de uma das jovens desse grupo, chamada Clover. De repente, todos se encontram em um ambiente onde o tempo parece não passar corretamente, e um assassino ali mata um por um. Uma ampulheta acoplada à parede vira de ponta-cabeça, e a noite parece recomeçar, com todos vivos, mas uma ameaça diferente. No decorrer do horror, os cinco descobrem que precisarão sobreviver até o amanhecer (until dawn) para que saiam dali com vida, antes que se tornem parte da noite.
Como um grande fã do jogo Until Dawn, eu de fato esperei que o filme fosse uma adaptação fiel à história, mas por sorte eu soube que não era antes de assistí-lo. Esse filme possui uma massa de críticas negativas, e é compreensível. Os fãs do jogo que se animaram em assistir o filme para encontrar uma reinterpretação fiel da história tiveram uma quebra de expectativa frustrante, e qualquer história que o filme colocasse à mesa não convenceu. A história tem referências e uma certa ligação, mas a narrativa é diferente e não conta com nenhum roteiro similar ao jogo. Desconstruir essa forte expectativa com antecedência permite ao filme uma interpretação mais única, mas pode ainda assim chatear àqueles que esperavam que ele fizesse jus a um nome tão conhecido.
O terror construído neste filme é genial. O contexto da possibilidade de morte e recomeço permitiu ao roteiro uma liberdade na exploração das mortes de maneiras criativas e variadas, com direito a spoiler: perseguições aflitivas, banho de sangue e até explosões repentinas. O fato da próxima ameaça ser uma incógnita faz com que o telespectador se sinta no mesmo ambiente em que a obra coloca os personagens, com um terror que estimula a ansiedade e arrepia de maneiras diversas. Além disso, um fato interessante é que o filme também traz reflexões sobre a efemeridade da vida, e a significância de se ter só uma vida para se aproveitar momentos. O contraste entre o terror e a delicadeza em momentos vulneráveis é quase um respiro antes da ação frenética. Você se vê criando um vínculo com a personalidade de cada personagem, e torcendo para que todos evitem uma desgraça. Alguns momentos de "burrice adolescente" também dão nos nervos.
O filme também traz algumas referências sutis para os fãs do jogo, como em momentos em que o enquadramento dispunha-se de maneira parecida com os momentos de "Não se Mexa!" do jogo. A participação do ator Peter Stormare na interpretação do Dr. Hill é a maior conexão que o filme faz com o contexto esquizofrenia/psicose do jogo, além da spoiler: história do desabamento das minas ou o canibalismo e transformação em Wendigos. Há um momento em que uma ficha de paciente na mesa do Hill mostra os dados de Joshua Washington (o coprotagonista do jogo) , e esse é um dos únicos momentos em que as referências te lembram do jogo em si. São momentos muito sutis, que te lembram só por um segundo que a obra foi uma inspiração. Durante todas as 1h e 40m de duração, você acompanha uma história paralela e interessante, mas com um impacto nostálgico realmente escasso. A impressão que fica um pouco é que toda a bilheteria adquirida foi atraída pelo título, utilizado propositalmente como uma espécie de estratégia de marketing, e se torna autossabotador, porque todo o público-alvo atraído foi desiludido por uma história paralela, que não é necessariamente ruim ou mal-feita, mas que é subestimada pela falta de uma adaptação fiel.
Em síntese, recomendo muito o filme para aqueles que desejam uma experiência de um filme com um enredo macabro, assustador e que deixa uma ânsia desconfortável de maneira proposital, mas abstendo-se da expectativa de uma adaptação similar do jogo. Mesmo com as referências, o filme peca em uma conexão sentimental direta com os fãs do jogo de qualquer forma.
Trazendo uma visão nova para o título, o filme tenta mergulhar na possibilidade de reviver diversas vezes o mesmo dia para que consigam sobreviver à noite. Inicialmente tem um ar bem ameaçador, porém ao decorrer da história acaba se perdendo na própria repetição, chegando até mesmo um determinado momento em que o próprio filme se cansa dessa repetição e nos coloca pra ver dias “esquecidos pelos personagens”, que acabam não tendo a percepção de passagem de tempo.
Os personagens seguem alguns esteriótipos de diversos filmes em que se inspira e acaba não fugindo muito, temos a sensitiva, a cética, o medroso, o corajoso e o que só quer encontrar uma pessoa querida que se perdeu (literalmente). Alguns momentos é necessário a suspensão de descrença, tendo em vista que os personagens simplesmente tomam uma coragem inexplicável nas situações, como se já soubessem que estão em um filme de terror. (Isso antes mesmo de entenderem o funcionamento da dinâmica de reviver o mesmo dia), o que pode acabar tirando um pouco o espectador do filme.
Conta com alguns bons sustos, voltados para o jumpscare clássico, mas não traz nada de inovador. Consegue buscar uma pequena característica para quem jogou o jogo de mesmo nome ao fazer os personagens sempre buscarem sobreviver à noite juntos para que todos sobrevivam, porém de uma forma rasa e pouco trabalhada.
Algumas das mortes no filme são interessantes, mas em contraponto há algumas que são bem aleatórias e bem “qualquer coisa”. Finalizando, é um filme de terror com um estilo “retrô”, como alguns filmes dos anos 2000, que busca inspiração em outros títulos, mas não sai da previsibilidade, e visando a possibilidade de lançar uma nova franquia nos cinemas.
História bem genérica, com personagens sem muita personalidade. Se você pensa em assistir por conta do trailer, com certeza vai se decepcionar. O trailer sugere um filme agitado e cheio de informações, mas o que se vê é o oposto: o filme omite muitas explicações. Enquanto eu achava que ainda estava no início, a história simplesmente salta para o final, prejudicando muito o desenvolvimento. Ainda assim, se você assiste com isso em mente, o filme pode se tornar interessante. Não é nada extraordinário, mas vale a pena pela proposta que apresenta.
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