Em Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria, Linda é uma mãe à beira de um colapso. Praticamente mãe solo de uma menina doente, a psicóloga Linda é obrigada a navegar uma crise atrás da outra quando seu teto cai graças a um vazamento enorme de água em seu apartamento. Com a vida desmoronando (literal e metaforicamente), ela busca socorro de todos os lados, mas ninguém parece estar disposto ou ser capaz de ajudá-la, nem seu ausente marido, nem seu hostil terapeuta. Agora, morando num motel com sua filha, ela precisa encontrar um jeito de resolver o buraco em seu telhado, a doença misteriosa da sua criança e um paciente desaparecido.
Rose Byrne entrega uma atuação que caminha na linha tênue entre a devoção e o colapso total. Ela consegue transmitir aquela "névoa" mental de quem não dorme há meses, o que justifica muito bem por que o filme é tão confuso e fragmentado. A filha existe? No final ela aparece para a mãe de forma limpa e saudável? O filme tem o mérito da entrega viceral de Rose, mas o tema do burnout, eutanásia, culpa, drogas e saúde mental ficam no limbo.
Jackson A L
13.629 seguidores
1.231 críticas
Seguir usuário
3,0
Enviada em 24 de novembro de 2025
Rose Byrne é uma atriz super versátil e gosto muito dos filmes dela, independente do gênero. Nessa obra, ela tem uma atuação surpreendente de modo inquietante e angustiante, ao expor a saúde mental de maneira direta e desidealizada, o filme faz um apelo por compreensão em uma sociedade emocionalmente fadigada e estressada. É uma provocação necessária. Esse filme NÃO É COMÉDIA!
spoiler: O nome provocativo do filme dá a entender que ...
Leia Mais
NerdCall
47 seguidores
415 críticas
Seguir usuário
3,5
Enviada em 15 de janeiro de 2026
Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria é um filme que não pede licença para incomodar. Desde os primeiros minutos, deixa claro que sua proposta não é acolher o espectador, mas empurrá-lo para dentro de um estado constante de tensão, exaustão e ansiedade. Mary Bronstein constrói uma narrativa que se recusa a romantizar a maternidade e, no lugar disso, escancara um retrato cru do esgotamento emocional, da culpa e da solidão que muitas ...
Leia Mais
Miguel Paoliello Pimenta
3 críticas
Seguir usuário
1,0
Enviada em 17 de janeiro de 2026
Filme horrível, digno do cinema americano da atualidade. Não perca seu tempo. Fuja! Coloquei uma avaliação de uma estrela, mas nem isdo merece.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade