Em Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria, Linda é uma mãe à beira de um colapso. Praticamente mãe solo de uma menina doente, a psicóloga Linda é obrigada a navegar uma crise atrás da outra quando seu teto cai graças a um vazamento enorme de água em seu apartamento. Com a vida desmoronando (literal e metaforicamente), ela busca socorro de todos os lados, mas ninguém parece estar disposto ou ser capaz de ajudá-la, nem seu ausente marido, nem seu hostil terapeuta. Agora, morando num motel com sua filha, ela precisa encontrar um jeito de resolver o buraco em seu telhado, a doença misteriosa da sua criança e um paciente desaparecido.
Rose Byrne entrega uma atuação que caminha na linha tênue entre a devoção e o colapso total. Ela consegue transmitir aquela "névoa" mental de quem não dorme há meses, o que justifica muito bem por que o filme é tão confuso e fragmentado. A filha existe? No final ela aparece para a mãe de forma limpa e saudável? O filme tem o mérito da entrega viceral de Rose, mas o tema do burnout, eutanásia, culpa, drogas e saúde mental ficam no limbo.
Jackson A L
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1.236 críticas
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3,0
Enviada em 24 de novembro de 2025
Rose Byrne é uma atriz super versátil e gosto muito dos filmes dela, independente do gênero. Nessa obra, ela tem uma atuação surpreendente de modo inquietante e angustiante, ao expor a saúde mental de maneira direta e desidealizada, o filme faz um apelo por compreensão em uma sociedade emocionalmente fadigada e estressada. É uma provocação necessária. Esse filme NÃO É COMÉDIA!
spoiler: O nome provocativo do filme dá a entender que ...
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NerdCall
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3,5
Enviada em 15 de janeiro de 2026
Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria é um filme que não pede licença para incomodar. Desde os primeiros minutos, deixa claro que sua proposta não é acolher o espectador, mas empurrá-lo para dentro de um estado constante de tensão, exaustão e ansiedade. Mary Bronstein constrói uma narrativa que se recusa a romantizar a maternidade e, no lugar disso, escancara um retrato cru do esgotamento emocional, da culpa e da solidão que muitas ...
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Marcia Lopes
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21 críticas
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3,0
Enviada em 25 de janeiro de 2026
Só sobra mesmo a atriz. O resto é chato, chato e mais chato. Sem começo e sem fim. Pura chatice. Parece que não tem fim.
O filme inteiro foi gravado em um total de 27 dias.
Novos ares
Esse é o primeiro filme que Conan O'Brien atua fazendo o papel de um homem sério.
Detalhes técnicos
Nacionalidade EUA
Distribuidor Synapse Distribution
Ano de produção2025
Tipo de filmelonga-metragem
Curiosidades 2 curiosidades
Orçamento-
Idiomas
Inglês
Formato de produção
-
CorColorido
Formato de áudio-
Formato de projeção-
Número Visa-
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