Babygirl
Média
2,1
241 notas

69 Críticas do usuário

5
2 críticas
4
6 críticas
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20 críticas
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Marcia Lopes
Marcia Lopes

2 seguidores 23 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 11 de janeiro de 2025
Achei bem mais ou menos. Nada tem pé nem cabeça e a estória não é crível. Filme bagunçado. Sem noção.
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.170 seguidores 969 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 18 de janeiro de 2025
Um roteiro bom, quebrando ainda tabus sobre a liberdade sexual, onde o poder se encontra na mão da mulher, finalmente. Sinto que faltou um pouco de química aos protagonistas e esperamos um plot twist até o final, mas a linearidade prevalece e fecha com um diálogo poderoso de Nicole, que está impecável. Ela dá o tom a história.
NerdCall
NerdCall

59 seguidores 474 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 14 de janeiro de 2025
Babygirl coloca Nicole Kidman de volta aos holofotes em um de seus papéis mais desafiadores, explorando temas como desejo, poder e conflitos humanos. Com direção sensível de Halina Reijn, o filme transcende o rótulo de thriller erótico para entregar uma análise profunda das relações de poder e submissão, acompanhada por atuações marcantes que sustentam sua força emocional e narrativa. As performances intensas e o roteiro bem construído tornam este filme uma experiência imersiva e marcante para o público.

A direção de Halina Reijn é fundamental para o impacto de Babygirl. Sem julgamentos morais, ela mergulha nos desejos reprimidos de seus personagens, equilibrando cenas explícitas com reflexões profundas. A narrativa alterna entre o íntimo e o corporativo, explorando como poder e submissão se manifestam em diferentes contextos. Halina conduz a história com um olhar sensível, destacando a complexidade emocional dos personagens enquanto constrói tensão de forma visceral e envolvente. Essa abordagem transforma o filme em um estudo psicológico que desafia o espectador a olhar além da superfície, encontrando camadas inesperadas de significado.

Nicole Kidman entrega uma performance fascinante como Romy, capturando a complexidade de uma mulher dividida entre sua posição de poder e seus desejos mais profundos. Harris Dickinson complementa sua atuação como Samuel, um jovem que desafia normas sociais e corporativas. Juntos, eles criam uma dinâmica carregada de tensão, onde o confronto geracional e a troca de poder se tornam elementos centrais. A química entre os dois é palpável, sustentando a narrativa com autenticidade e intensidade. Cada interação entre eles revela camadas emocionais profundas, destacando os conflitos internos de seus personagens. Essa parceria é um dos pilares que elevam o filme a um nível extraordinário.

O roteiro de Halina Reijn não se limita a narrar uma história de desejo, mas analisa temas como o conflito entre gerações, a busca incessante por realização e os limites éticos do comportamento humano. As relações de poder entre os personagens são retratadas com complexidade, enquanto o filme alterna entre o explícito e o sugestivo. Reijn constrói uma narrativa que equilibra tensão e introspecção, desafiando o público a confrontar suas próprias percepções. Essa abordagem permite que Babygirl alcance uma profundidade rara em seu gênero, instigando reflexões que ultrapassam a tela e se conectam com dilemas universais.

Babygirl é mais do que um thriller; é um retrato poderoso dos desejos e conflitos humanos, elevado por uma direção magistral e atuações impecáveis. Nicole Kidman e Harris Dickinson entregam performances que dão vida a uma história ousada e emocionalmente carregada. Halina Reijn orquestra um filme que provoca, instiga e deixa marcas, reafirmando o potencial do cinema em explorar as complexidades da alma humana. O equilíbrio entre ousadia e profundidade faz deste longa uma obra singular. Ele não apenas diverte, mas também instiga reflexões sobre as nuances do comportamento humano, deixando o público imerso na narrativa mesmo após os créditos finais.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.286 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 14 de maio de 2025
Nicole Kidman protagoniza esse bom filme que envolve intriga, traições e reviravoltas, numa duração muito boa e uma trilha sonora. Ressalvas para seu segundo ato que perde em energia gerando um vazio.
Célia Costa
Célia Costa

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 15 de maio de 2025
Muito boa a mensagem do filme: Não precisa trair ou ser corno para salvar o casamento ou até mesmo para terminar. Atuação dos orgasmo foram boas. Imaginei ele recebendo o papel do roteiro: Muitos dedos Nicole.
Fora isso é um filme razoavelmente bom!
carla fornari
carla fornari

2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 8 de março de 2025
Gostei medio Apesar de que 9 1/2 semanas de amor arrasa com ququer filme nesse perfil psicológico e dramático. Tem citações de atração fatal, infidelidade mas mostra que a mulher tem seu fetiche e encontra alguém sintonizado, que sente a mesma coisa, percebe que ela gosta de ser "domada" em contraponto com seu poder na empresa. É uma questão complexa, pois de um lado tem o amor e o outro algo q ela nunca resolveu...e acaba por encontrar alguém q a entenda. Mas tb mostra moralismo e que a mulher tem que ser forte e não dar ouvidos a seus desejos.
tem várias questões psicológicas, achei que faltou algo ficou raso...
Ana Carolina Andrade Damasceno
Ana Carolina Andrade Damasceno

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 13 de fevereiro de 2025
Assisti ontem e gostei bastante. spoiler: Achei o final excelente e inesperado, talvez a resolução tenha sido um pouco rápida demais, mas gostei de sair do cinema com a sensação de um final feliz e simples que sinto falta na maioria dos filmes atuais.
Minha única ressalva vai pra dicção do Harris que achei ruim, não sei se ele estava tentando disfarçar algum sotaque.
Adriana Lima
Adriana Lima

2 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de maio de 2025
Definitivamente não é um filme sobre sexo. É um filme sobre comportamento feminino, relacionamentos, prazer sexual.
É o assistir sob o ponto de vista psicológico. Quem estiver buscando um trailer sexual pode não se empolgar tanto.
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