Babygirl
Média
2,1
243 notas

69 Críticas do usuário

5
2 críticas
4
6 críticas
3
8 críticas
2
20 críticas
1
13 críticas
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Gab
Gab

4 seguidores 66 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 13 de fevereiro de 2025
nicole kidman interpretando bem mais roteiro bobo e chato pra krlh vi 30 so por kidman senao so ia ve 5 minutos.
Patricia Moser
Patricia Moser

5 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 11 de fevereiro de 2025
Vale ver a Nicoli Kidman e o Banderas, porém não gostei do roteiro, muito exagero nas cenas de sexo
Pedrooliveirajacinto
Pedrooliveirajacinto

2 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 15 de fevereiro de 2025
O filme talvez represente os instintos mais primitivos de uma mulher: ser dominada por uma figura masculina. Isso é representada na vida sexual de Romy (Nicole Kidman), uma mulher frustrada sexualmente com seu marido, deixado explicitamente para o público logo na primeira cena.
Romy encontrou em seu novo estagiário Samuel (Harris Dickinson) aquilo que talvez seu instinto mais sentia falta em seu marido: confiança, dominância, ousadia.
Porém, achei faltou um Q a mais na atuação de Dickinson. Achei também que a filha de Romy não teve função no filme, com a sensação de que “jogaram” ela em alguns diálogos melancólicos com a mãe, apenas para salientar que Romy tinha uma família a perder por seus instintos sexuais. A atuação de Nicole Kidman foi boa, mas acho que não foi um personagem que exigiu tanto dela.
No mais, achei um filme sem sal; sem grandes emoções, carregado pela expectativa de cenas mais picantes ou pela possível descoberta de alguém quanto ao segredo de Romy.
Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

24 seguidores 509 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 3 de fevereiro de 2025
Sinopse:
Uma CEO coloca sua carreira e família em risco quando inicia um tórrido caso amoroso com um estagiário.

Crítica:
"Babygril", dirigido por Halina Reijn, é uma tentativa ambiciosa de explorar as complexidades da dinâmica de poder em um ambiente corporativo, mas acaba sendo um filme que, apesar de algumas performances sólidas, não consegue transcender suas limitações narrativas.

Nicole Kidman, com sua presença forte, interpreta uma CEO que embarca em um romance com um estagiário, interpretado por Harris Dickinson. A química entre os dois é palpável, mas o desenvolvimento de suas interações carece de profundidade. O roteiro apresenta diálogos que por muitas vezes soam forçados ou clichés, tornando a trama previsível e pouco impactante. A premissa, que poderia ser rica em nuances e tensões, acaba se perdendo em clichês de romances proibidos.

A direção de Halina Reijn traz algumas visões artísticas interessantes, mas sua execução fica aquém. O suspense prometido parece escorregar entre as tramas, e as tentativas de criar momentos de tensão muitas vezes falham em engajar o público. Embora a cinematografia seja visualmente atraente, a falta de um ritmo consistente prejudica a construção da narrativa, resultando em um filme que oscila sem foco.

Os coadjuvantes, incluindo Antonio Banderas e Sophie Wilde, tentam adicionar camadas à história, mas seus personagens são subdesenvolvidos e muitas vezes se perdem em um enredo já saturado. A crítica à cultura corporativa e suas complicações éticas é mencionada, mas não aprofundada, resultando em uma reflexão superficial que poderia ter sido mais rica e provocativa.

No geral, "Babygril" promete confrontar questões desafiadoras sobre poder e sexualidade, mas acaba se prendendo em seus próprios tropeços. Para quem busca um thriller erótico com profundidade, a experiência pode ser decepcionante, deixando a impressão de que, apesar de suas boas intenções, o filme não conseguiu atingir o potencial que sua proposta sugere.
Cleibsom Carlos
Cleibsom Carlos

18 seguidores 225 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 31 de janeiro de 2025
Este é um filme em que sexo e tédio estão entrelaçados e que o primeiro, uma "obrigação", sempre terá como resultado o segundo...Em outras palavras: BABYGIRL fala de sexo para quem não gosta de sexo!!A impressão que fiquei é que assisti a um filme de terror e Nicole Kidman parece que está atuando em uma refilmagem dos clássicos O Bebê de Rosemary ou, o que vem mais a calhar, Repulsa ao Sexo. É tanta falta de tesão, é tanto sexo feito de forma protocolar, afetada e sem entrega, é tanta frigidez escamoteada e subentendida que, confesso abismado, este é o filme que mais me deixou traumatizado nos últimos anos. O negócio é assustador!!!!!!!!!!!!
Gabriel B.
Gabriel B.

4 seguidores 41 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 20 de janeiro de 2025
Nicole Kidman faz o papel de uma CEO de empresa e que precisa contratar mais gente para trabalhar com ela para poder atender a demanda mas ela é casada e com filhas.
Um belo dia ela esbarra em um cara indo pro trabalho e depois quando ela abre vagas para estagiários ele aparece para a entrevista.
Ela começa a se envolver com ele (detalhe: o cara é bem mais jovem) e isso acaba afetando seu casamento e a sua carreira. Ela tenta acabar com o caso deles mas o cara faz de tudo (literalmente) para que ela fique com ele e levando em conta que o casamento dela não anda bem. Então eles começam a se envolver sexualmente, pois ela quer se sentir desejada novamente. Há algumas cenas de sexo mas nada explícito.
WagnerSantos
WagnerSantos

6 seguidores 111 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 10 de fevereiro de 2025
Um potencial drama de relacionamento que flerta com o thriller erótico e não consegue acertar nem o softporn. Nicole representa aqui o modelo de mulher empodeirada, executiva de sucesso e mulher respeitável. Mas por trás dessa imagem existe uma mulher reprimida, principalmente nas questões relacionadas ao sexo. E esse desejo reprimido será aflorado com a chegada do sem sal nem açúcar Samuel, interpretado pelo nada carismático Harris Dickinson. O filme deixa muito a desejar. Promete algo e não cumpre. As situações que seriam o grande trunfo do filme se perdem com em meio a um roteiro pífio. Destaque para Antonio Bandeiras, contido na medida em um papel dramático e na saudosa trilha dos anos 80, como Father Figure e Never tear us apart.
Carol P.
Carol P.

17 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 14 de janeiro de 2025
Duas estrelas: uma em respeito aos atores e outra pela trilha sonora. De resto, filme deixa muito a desejar. Para quem viu 9 1/2 semanas de amor, vai encontrar muitas similaridades, chegando até a parecer uma releitura atualizada e inferior. Pelo menos o filme da década de 80 teve ousadia para a sua época. O filme babygirl quis ousar mas ficou tímido e com cenas que beiram a ridicularização dos atores. Se o filme almejava promover a liberdade feminina de ter fantasias sexuais, falhou miseravelmente ao reduzir estas fantasias ao clichê de que uma mulher no poder tem que querer ser submissa na cama. Não percam o tempo indo ao cinema para ver, esperem sair no streaming.
Evangelina Lobato Uchoa
Evangelina Lobato Uchoa

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 13 de janeiro de 2025
Achei o filme extremamente machista,nada crível
Roteiro muito fraco, so para causar impacto
Nicole Kidman e Antonio Banderas estão irreconhecíveis.
O garoto ‘é , de longe, o de melhor desempenho.
Puro fruto de marketing,na minha opinião
Nelson J
Nelson J

51.035 seguidores 1.978 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de janeiro de 2025
Não fosse por Kidman e banderas, este fila passaria despercebido. Há diversos similares e mais interessantes, pois o amante costuma ser um psicopata muito perigoso. O pior é que aparentemente o filme é patrocinado pela indústria do tabaco. O que fumam é impressaionante.
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