Babygirl
Média
2,1
243 notas

69 Críticas do usuário

5
2 críticas
4
6 críticas
3
8 críticas
2
20 críticas
1
13 críticas
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Pedrocccunha
Pedrocccunha

6 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 15 de janeiro de 2025
Uma mistura muito mal realizada de instinto selvagem, 9/2 semanas de amor e a firma, porem ambientado no universo corporativo, o filme se propõe a várias narrativas sem contudo obter sucesso em nenhuma delas. Erotismo, romance, suspense, ou diversão, a condução do filme nao consegue extrair o suficiente do potencial de cada fio narrativo, realizando um trabalho previsível e por fim, entediante, a partir do velho clichê da mulher bem sucedida mas frustrada quanto a propria sexualidade,que acaba arriscando tudo para viver uma experiencia extra-conjugal, claro, com um homem misterioso e sedutor,.em uma embalagem pseudo woke contemporânea..
NerdCall
NerdCall

60 seguidores 485 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 14 de janeiro de 2025
Babygirl coloca Nicole Kidman de volta aos holofotes em um de seus papéis mais desafiadores, explorando temas como desejo, poder e conflitos humanos. Com direção sensível de Halina Reijn, o filme transcende o rótulo de thriller erótico para entregar uma análise profunda das relações de poder e submissão, acompanhada por atuações marcantes que sustentam sua força emocional e narrativa. As performances intensas e o roteiro bem construído tornam este filme uma experiência imersiva e marcante para o público.

A direção de Halina Reijn é fundamental para o impacto de Babygirl. Sem julgamentos morais, ela mergulha nos desejos reprimidos de seus personagens, equilibrando cenas explícitas com reflexões profundas. A narrativa alterna entre o íntimo e o corporativo, explorando como poder e submissão se manifestam em diferentes contextos. Halina conduz a história com um olhar sensível, destacando a complexidade emocional dos personagens enquanto constrói tensão de forma visceral e envolvente. Essa abordagem transforma o filme em um estudo psicológico que desafia o espectador a olhar além da superfície, encontrando camadas inesperadas de significado.

Nicole Kidman entrega uma performance fascinante como Romy, capturando a complexidade de uma mulher dividida entre sua posição de poder e seus desejos mais profundos. Harris Dickinson complementa sua atuação como Samuel, um jovem que desafia normas sociais e corporativas. Juntos, eles criam uma dinâmica carregada de tensão, onde o confronto geracional e a troca de poder se tornam elementos centrais. A química entre os dois é palpável, sustentando a narrativa com autenticidade e intensidade. Cada interação entre eles revela camadas emocionais profundas, destacando os conflitos internos de seus personagens. Essa parceria é um dos pilares que elevam o filme a um nível extraordinário.

O roteiro de Halina Reijn não se limita a narrar uma história de desejo, mas analisa temas como o conflito entre gerações, a busca incessante por realização e os limites éticos do comportamento humano. As relações de poder entre os personagens são retratadas com complexidade, enquanto o filme alterna entre o explícito e o sugestivo. Reijn constrói uma narrativa que equilibra tensão e introspecção, desafiando o público a confrontar suas próprias percepções. Essa abordagem permite que Babygirl alcance uma profundidade rara em seu gênero, instigando reflexões que ultrapassam a tela e se conectam com dilemas universais.

Babygirl é mais do que um thriller; é um retrato poderoso dos desejos e conflitos humanos, elevado por uma direção magistral e atuações impecáveis. Nicole Kidman e Harris Dickinson entregam performances que dão vida a uma história ousada e emocionalmente carregada. Halina Reijn orquestra um filme que provoca, instiga e deixa marcas, reafirmando o potencial do cinema em explorar as complexidades da alma humana. O equilíbrio entre ousadia e profundidade faz deste longa uma obra singular. Ele não apenas diverte, mas também instiga reflexões sobre as nuances do comportamento humano, deixando o público imerso na narrativa mesmo após os créditos finais.
Carol P.
Carol P.

17 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 14 de janeiro de 2025
Duas estrelas: uma em respeito aos atores e outra pela trilha sonora. De resto, filme deixa muito a desejar. Para quem viu 9 1/2 semanas de amor, vai encontrar muitas similaridades, chegando até a parecer uma releitura atualizada e inferior. Pelo menos o filme da década de 80 teve ousadia para a sua época. O filme babygirl quis ousar mas ficou tímido e com cenas que beiram a ridicularização dos atores. Se o filme almejava promover a liberdade feminina de ter fantasias sexuais, falhou miseravelmente ao reduzir estas fantasias ao clichê de que uma mulher no poder tem que querer ser submissa na cama. Não percam o tempo indo ao cinema para ver, esperem sair no streaming.
Evangelina Lobato Uchoa
Evangelina Lobato Uchoa

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 13 de janeiro de 2025
Achei o filme extremamente machista,nada crível
Roteiro muito fraco, so para causar impacto
Nicole Kidman e Antonio Banderas estão irreconhecíveis.
O garoto ‘é , de longe, o de melhor desempenho.
Puro fruto de marketing,na minha opinião
Octávio Carvalho
Octávio Carvalho

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 12 de janeiro de 2025
Kidman, Banderas e Dickson em grande atuação (inegável que ela está um nível acima e mereça as indicações a prêmios). Grande roteiro, inteligente, ousado e questionador.
Leonardo Mattos
Leonardo Mattos

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de janeiro de 2025
Eu fiquei muito curioso assistindo ao trailer e resolvi dar uma chance. Me surpreendeu bastante com algumas cenas picantes e o bom enredo. Gostei bastante e o final me agradou muito também.
Marcia Lopes
Marcia Lopes

2 seguidores 23 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 11 de janeiro de 2025
Achei bem mais ou menos. Nada tem pé nem cabeça e a estória não é crível. Filme bagunçado. Sem noção.
Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.008 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de janeiro de 2025
"Babygirl" explora desejo, controle e autoaceitação sob a direção sensível de Halina Reijn.
Halina Reijn constrói uma narrativa que vai além do erotismo, abordando temas como a luta da mulher no ambiente corporativo e o processo de autodescoberta. Nicole Kidman entrega uma performance corajosa e emocional, equilibrando vulnerabilidade e força.
Apesar de alguns clichês no enredo, o olhar feminino da diretora traz autenticidade e evita superficialidades, transformando "Babygirl" em uma obra impactante e reflexiva.
Atuações fortes e temas relevantes, mas a trama poderia ousar mais na construção narrativa.
Nelson J
Nelson J

51.035 seguidores 1.978 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de janeiro de 2025
Não fosse por Kidman e banderas, este fila passaria despercebido. Há diversos similares e mais interessantes, pois o amante costuma ser um psicopata muito perigoso. O pior é que aparentemente o filme é patrocinado pela indústria do tabaco. O que fumam é impressaionante.
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