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Leandro L. Libardi
2 críticas
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0,5
Enviada em 6 de fevereiro de 2025
Péssimo. Não perca seu tempo. Roteiro horrível, cenas de sexo forçadas e clichês, termina sem nada de surpreendente. Só se salva a Nicole e a trilha sonora.
Sem dúvidas o pior filçme que já assisti na vida! A cara de Nicole Kidman está toda deformada de tanto aplicar Botox e a orelha dela está esticada e horrível. Que coisa horrorosa! Além disso a história do filme é péssima. Esse filme de tão ruim deveria ser jogado no lixo! Um tremendo mau gosto nas cenas de sexo, atuações ridículas a destacar p marido traído vivido por Antônio Banderas com aquela cara de idiota.
O filme talvez represente os instintos mais primitivos de uma mulher: ser dominada por uma figura masculina. Isso é representada na vida sexual de Romy (Nicole Kidman), uma mulher frustrada sexualmente com seu marido, deixado explicitamente para o público logo na primeira cena. Romy encontrou em seu novo estagiário Samuel (Harris Dickinson) aquilo que talvez seu instinto mais sentia falta em seu marido: confiança, dominância, ousadia. Porém, achei faltou um Q a mais na atuação de Dickinson. Achei também que a filha de Romy não teve função no filme, com a sensação de que “jogaram” ela em alguns diálogos melancólicos com a mãe, apenas para salientar que Romy tinha uma família a perder por seus instintos sexuais. A atuação de Nicole Kidman foi boa, mas acho que não foi um personagem que exigiu tanto dela. No mais, achei um filme sem sal; sem grandes emoções, carregado pela expectativa de cenas mais picantes ou pela possível descoberta de alguém quanto ao segredo de Romy.
Sinopse: Uma CEO coloca sua carreira e família em risco quando inicia um tórrido caso amoroso com um estagiário.
Crítica: "Babygril", dirigido por Halina Reijn, é uma tentativa ambiciosa de explorar as complexidades da dinâmica de poder em um ambiente corporativo, mas acaba sendo um filme que, apesar de algumas performances sólidas, não consegue transcender suas limitações narrativas.
Nicole Kidman, com sua presença forte, interpreta uma CEO que embarca em um romance com um estagiário, interpretado por Harris Dickinson. A química entre os dois é palpável, mas o desenvolvimento de suas interações carece de profundidade. O roteiro apresenta diálogos que por muitas vezes soam forçados ou clichés, tornando a trama previsível e pouco impactante. A premissa, que poderia ser rica em nuances e tensões, acaba se perdendo em clichês de romances proibidos.
A direção de Halina Reijn traz algumas visões artísticas interessantes, mas sua execução fica aquém. O suspense prometido parece escorregar entre as tramas, e as tentativas de criar momentos de tensão muitas vezes falham em engajar o público. Embora a cinematografia seja visualmente atraente, a falta de um ritmo consistente prejudica a construção da narrativa, resultando em um filme que oscila sem foco.
Os coadjuvantes, incluindo Antonio Banderas e Sophie Wilde, tentam adicionar camadas à história, mas seus personagens são subdesenvolvidos e muitas vezes se perdem em um enredo já saturado. A crítica à cultura corporativa e suas complicações éticas é mencionada, mas não aprofundada, resultando em uma reflexão superficial que poderia ter sido mais rica e provocativa.
No geral, "Babygril" promete confrontar questões desafiadoras sobre poder e sexualidade, mas acaba se prendendo em seus próprios tropeços. Para quem busca um thriller erótico com profundidade, a experiência pode ser decepcionante, deixando a impressão de que, apesar de suas boas intenções, o filme não conseguiu atingir o potencial que sua proposta sugere.
Patético! Chega a dar vergonha alheia a grande maioria das cenas! História sem emoção, com roteiro sem pé e nem cabeça. Tá mais pra um “porno”, e bem ruim.
Este é um filme em que sexo e tédio estão entrelaçados e que o primeiro, uma "obrigação", sempre terá como resultado o segundo...Em outras palavras: BABYGIRL fala de sexo para quem não gosta de sexo!!A impressão que fiquei é que assisti a um filme de terror e Nicole Kidman parece que está atuando em uma refilmagem dos clássicos O Bebê de Rosemary ou, o que vem mais a calhar, Repulsa ao Sexo. É tanta falta de tesão, é tanto sexo feito de forma protocolar, afetada e sem entrega, é tanta frigidez escamoteada e subentendida que, confesso abismado, este é o filme que mais me deixou traumatizado nos últimos anos. O negócio é assustador!!!!!!!!!!!!
Nicole Kidman faz o papel de uma CEO de empresa e que precisa contratar mais gente para trabalhar com ela para poder atender a demanda mas ela é casada e com filhas. Um belo dia ela esbarra em um cara indo pro trabalho e depois quando ela abre vagas para estagiários ele aparece para a entrevista. Ela começa a se envolver com ele (detalhe: o cara é bem mais jovem) e isso acaba afetando seu casamento e a sua carreira. Ela tenta acabar com o caso deles mas o cara faz de tudo (literalmente) para que ela fique com ele e levando em conta que o casamento dela não anda bem. Então eles começam a se envolver sexualmente, pois ela quer se sentir desejada novamente. Há algumas cenas de sexo mas nada explícito.
Filme bom, atuação da Nicole Kidman simplesmente sensacional. A história prende a atenção do começo ao fim. Minha única ressalva é a atuação de Harris Dickson, não achei que convenceu, sensação de que faltou algo.
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