Babygirl
Média
2,1
243 notas

69 Críticas do usuário

5
2 críticas
4
6 críticas
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8 críticas
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20 críticas
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Ricardo L.
Ricardo L.

63.292 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 14 de maio de 2025
Nicole Kidman protagoniza esse bom filme que envolve intriga, traições e reviravoltas, numa duração muito boa e uma trilha sonora. Ressalvas para seu segundo ato que perde em energia gerando um vazio.
Nelson J
Nelson J

51.034 seguidores 1.978 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de janeiro de 2025
Não fosse por Kidman e banderas, este fila passaria despercebido. Há diversos similares e mais interessantes, pois o amante costuma ser um psicopata muito perigoso. O pior é que aparentemente o filme é patrocinado pela indústria do tabaco. O que fumam é impressaionante.
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.171 seguidores 973 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 18 de janeiro de 2025
Um roteiro bom, quebrando ainda tabus sobre a liberdade sexual, onde o poder se encontra na mão da mulher, finalmente. Sinto que faltou um pouco de química aos protagonistas e esperamos um plot twist até o final, mas a linearidade prevalece e fecha com um diálogo poderoso de Nicole, que está impecável. Ela dá o tom a história.
Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.008 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de janeiro de 2025
"Babygirl" explora desejo, controle e autoaceitação sob a direção sensível de Halina Reijn.
Halina Reijn constrói uma narrativa que vai além do erotismo, abordando temas como a luta da mulher no ambiente corporativo e o processo de autodescoberta. Nicole Kidman entrega uma performance corajosa e emocional, equilibrando vulnerabilidade e força.
Apesar de alguns clichês no enredo, o olhar feminino da diretora traz autenticidade e evita superficialidades, transformando "Babygirl" em uma obra impactante e reflexiva.
Atuações fortes e temas relevantes, mas a trama poderia ousar mais na construção narrativa.
raphaelssouza
raphaelssouza

86 seguidores 136 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 22 de julho de 2025
NerdCall
NerdCall

59 seguidores 484 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 14 de janeiro de 2025
Babygirl coloca Nicole Kidman de volta aos holofotes em um de seus papéis mais desafiadores, explorando temas como desejo, poder e conflitos humanos. Com direção sensível de Halina Reijn, o filme transcende o rótulo de thriller erótico para entregar uma análise profunda das relações de poder e submissão, acompanhada por atuações marcantes que sustentam sua força emocional e narrativa. As performances intensas e o roteiro bem construído tornam este filme uma experiência imersiva e marcante para o público.

A direção de Halina Reijn é fundamental para o impacto de Babygirl. Sem julgamentos morais, ela mergulha nos desejos reprimidos de seus personagens, equilibrando cenas explícitas com reflexões profundas. A narrativa alterna entre o íntimo e o corporativo, explorando como poder e submissão se manifestam em diferentes contextos. Halina conduz a história com um olhar sensível, destacando a complexidade emocional dos personagens enquanto constrói tensão de forma visceral e envolvente. Essa abordagem transforma o filme em um estudo psicológico que desafia o espectador a olhar além da superfície, encontrando camadas inesperadas de significado.

Nicole Kidman entrega uma performance fascinante como Romy, capturando a complexidade de uma mulher dividida entre sua posição de poder e seus desejos mais profundos. Harris Dickinson complementa sua atuação como Samuel, um jovem que desafia normas sociais e corporativas. Juntos, eles criam uma dinâmica carregada de tensão, onde o confronto geracional e a troca de poder se tornam elementos centrais. A química entre os dois é palpável, sustentando a narrativa com autenticidade e intensidade. Cada interação entre eles revela camadas emocionais profundas, destacando os conflitos internos de seus personagens. Essa parceria é um dos pilares que elevam o filme a um nível extraordinário.

O roteiro de Halina Reijn não se limita a narrar uma história de desejo, mas analisa temas como o conflito entre gerações, a busca incessante por realização e os limites éticos do comportamento humano. As relações de poder entre os personagens são retratadas com complexidade, enquanto o filme alterna entre o explícito e o sugestivo. Reijn constrói uma narrativa que equilibra tensão e introspecção, desafiando o público a confrontar suas próprias percepções. Essa abordagem permite que Babygirl alcance uma profundidade rara em seu gênero, instigando reflexões que ultrapassam a tela e se conectam com dilemas universais.

Babygirl é mais do que um thriller; é um retrato poderoso dos desejos e conflitos humanos, elevado por uma direção magistral e atuações impecáveis. Nicole Kidman e Harris Dickinson entregam performances que dão vida a uma história ousada e emocionalmente carregada. Halina Reijn orquestra um filme que provoca, instiga e deixa marcas, reafirmando o potencial do cinema em explorar as complexidades da alma humana. O equilíbrio entre ousadia e profundidade faz deste longa uma obra singular. Ele não apenas diverte, mas também instiga reflexões sobre as nuances do comportamento humano, deixando o público imerso na narrativa mesmo após os créditos finais.
Fabricio Menezes
Fabricio Menezes

27 seguidores 185 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de maio de 2025
Ao ler os comentarios sobre o filme me vem a percepção de como a sociedade está ficando cada vez mais conservadora e careta. Parece que com o passar do tempo em vez da humanidade evoluir, estão andando pra trás. Chega a ser cômicos alguns comentários, sendo a maioria incomodada com as cenas de sexo kkkkk Felizmente o filme é sim muito bom. A direção é otima, o roteiro tbm. A personagem da Nicole foi muito bem construída, com o roteiro trabalhando de forma brilhante a ambiguidade e tensão da protagonista, acompanhada de uma trilha sonora que transmite todo o sentimento de tensão. Antonio Banderas tbm está muito bem. Só o ponto fraco seria mesmo o personagem do Samuel que pra mim não convenceu.
Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

24 seguidores 508 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 3 de fevereiro de 2025
Sinopse:
Uma CEO coloca sua carreira e família em risco quando inicia um tórrido caso amoroso com um estagiário.

Crítica:
"Babygril", dirigido por Halina Reijn, é uma tentativa ambiciosa de explorar as complexidades da dinâmica de poder em um ambiente corporativo, mas acaba sendo um filme que, apesar de algumas performances sólidas, não consegue transcender suas limitações narrativas.

Nicole Kidman, com sua presença forte, interpreta uma CEO que embarca em um romance com um estagiário, interpretado por Harris Dickinson. A química entre os dois é palpável, mas o desenvolvimento de suas interações carece de profundidade. O roteiro apresenta diálogos que por muitas vezes soam forçados ou clichés, tornando a trama previsível e pouco impactante. A premissa, que poderia ser rica em nuances e tensões, acaba se perdendo em clichês de romances proibidos.

A direção de Halina Reijn traz algumas visões artísticas interessantes, mas sua execução fica aquém. O suspense prometido parece escorregar entre as tramas, e as tentativas de criar momentos de tensão muitas vezes falham em engajar o público. Embora a cinematografia seja visualmente atraente, a falta de um ritmo consistente prejudica a construção da narrativa, resultando em um filme que oscila sem foco.

Os coadjuvantes, incluindo Antonio Banderas e Sophie Wilde, tentam adicionar camadas à história, mas seus personagens são subdesenvolvidos e muitas vezes se perdem em um enredo já saturado. A crítica à cultura corporativa e suas complicações éticas é mencionada, mas não aprofundada, resultando em uma reflexão superficial que poderia ter sido mais rica e provocativa.

No geral, "Babygril" promete confrontar questões desafiadoras sobre poder e sexualidade, mas acaba se prendendo em seus próprios tropeços. Para quem busca um thriller erótico com profundidade, a experiência pode ser decepcionante, deixando a impressão de que, apesar de suas boas intenções, o filme não conseguiu atingir o potencial que sua proposta sugere.
Cleibsom Carlos
Cleibsom Carlos

18 seguidores 225 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 31 de janeiro de 2025
Este é um filme em que sexo e tédio estão entrelaçados e que o primeiro, uma "obrigação", sempre terá como resultado o segundo...Em outras palavras: BABYGIRL fala de sexo para quem não gosta de sexo!!A impressão que fiquei é que assisti a um filme de terror e Nicole Kidman parece que está atuando em uma refilmagem dos clássicos O Bebê de Rosemary ou, o que vem mais a calhar, Repulsa ao Sexo. É tanta falta de tesão, é tanto sexo feito de forma protocolar, afetada e sem entrega, é tanta frigidez escamoteada e subentendida que, confesso abismado, este é o filme que mais me deixou traumatizado nos últimos anos. O negócio é assustador!!!!!!!!!!!!
Giselle Leigh
Giselle Leigh

13 seguidores 87 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 4 de fevereiro de 2025
Filme nojento, horrível, vulgar e pornográfico.. Nicole Kidman está horrorosa e mojenta nesse que é o pior filme de sua carreira. Vergonhoso!
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