Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Nelson J
50.819 seguidores
1.938 críticas
Seguir usuário
2,5
Enviada em 9 de janeiro de 2025
Não fosse por Kidman e banderas, este fila passaria despercebido. Há diversos similares e mais interessantes, pois o amante costuma ser um psicopata muito perigoso. O pior é que aparentemente o filme é patrocinado pela indústria do tabaco. O que fumam é impressaionante.
Duas estrelas: uma em respeito aos atores e outra pela trilha sonora. De resto, filme deixa muito a desejar. Para quem viu 9 1/2 semanas de amor, vai encontrar muitas similaridades, chegando até a parecer uma releitura atualizada e inferior. Pelo menos o filme da década de 80 teve ousadia para a sua época. O filme babygirl quis ousar mas ficou tímido e com cenas que beiram a ridicularização dos atores. Se o filme almejava promover a liberdade feminina de ter fantasias sexuais, falhou miseravelmente ao reduzir estas fantasias ao clichê de que uma mulher no poder tem que querer ser submissa na cama. Não percam o tempo indo ao cinema para ver, esperem sair no streaming.
Este é um filme em que sexo e tédio estão entrelaçados e que o primeiro, uma "obrigação", sempre terá como resultado o segundo...Em outras palavras: BABYGIRL fala de sexo para quem não gosta de sexo!!A impressão que fiquei é que assisti a um filme de terror e Nicole Kidman parece que está atuando em uma refilmagem dos clássicos O Bebê de Rosemary ou, o que vem mais a calhar, Repulsa ao Sexo. É tanta falta de tesão, é tanto sexo feito de forma protocolar, afetada e sem entrega, é tanta frigidez escamoteada e subentendida que, confesso abismado, este é o filme que mais me deixou traumatizado nos últimos anos. O negócio é assustador!!!!!!!!!!!!
Um potencial drama de relacionamento que flerta com o thriller erótico e não consegue acertar nem o softporn. Nicole representa aqui o modelo de mulher empodeirada, executiva de sucesso e mulher respeitável. Mas por trás dessa imagem existe uma mulher reprimida, principalmente nas questões relacionadas ao sexo. E esse desejo reprimido será aflorado com a chegada do sem sal nem açúcar Samuel, interpretado pelo nada carismático Harris Dickinson. O filme deixa muito a desejar. Promete algo e não cumpre. As situações que seriam o grande trunfo do filme se perdem com em meio a um roteiro pífio. Destaque para Antonio Bandeiras, contido na medida em um papel dramático e na saudosa trilha dos anos 80, como Father Figure e Never tear us apart.
Achei o filme extremamente machista,nada crível Roteiro muito fraco, so para causar impacto Nicole Kidman e Antonio Banderas estão irreconhecíveis. O garoto ‘é , de longe, o de melhor desempenho. Puro fruto de marketing,na minha opinião
Uma mistura muito mal realizada de instinto selvagem, 9/2 semanas de amor e a firma, porem ambientado no universo corporativo, o filme se propõe a várias narrativas sem contudo obter sucesso em nenhuma delas. Erotismo, romance, suspense, ou diversão, a condução do filme nao consegue extrair o suficiente do potencial de cada fio narrativo, realizando um trabalho previsível e por fim, entediante, a partir do velho clichê da mulher bem sucedida mas frustrada quanto a propria sexualidade,que acaba arriscando tudo para viver uma experiencia extra-conjugal, claro, com um homem misterioso e sedutor,.em uma embalagem pseudo woke contemporânea..
Patético! Chega a dar vergonha alheia a grande maioria das cenas! História sem emoção, com roteiro sem pé e nem cabeça. Tá mais pra um “porno”, e bem ruim.
"Babygirl" explora desejo, controle e autoaceitação sob a direção sensível de Halina Reijn. Halina Reijn constrói uma narrativa que vai além do erotismo, abordando temas como a luta da mulher no ambiente corporativo e o processo de autodescoberta. Nicole Kidman entrega uma performance corajosa e emocional, equilibrando vulnerabilidade e força. Apesar de alguns clichês no enredo, o olhar feminino da diretora traz autenticidade e evita superficialidades, transformando "Babygirl" em uma obra impactante e reflexiva. Atuações fortes e temas relevantes, mas a trama poderia ousar mais na construção narrativa.
Um roteiro bom, quebrando ainda tabus sobre a liberdade sexual, onde o poder se encontra na mão da mulher, finalmente. Sinto que faltou um pouco de química aos protagonistas e esperamos um plot twist até o final, mas a linearidade prevalece e fecha com um diálogo poderoso de Nicole, que está impecável. Ela dá o tom a história.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade