Média
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Filme muito elogiado pelo mundo por se tratar de um filme em e ter gênios da direção da época! Seu ritmo é lento e atrapalha um pouco a experiência, mas fecha bem e de forma decente.
Com todos os seus colegas já com filmes de longa-metragem lançados e o sucesso recente de Os Incompreedidos de Truffaut (Rouyard), Jean-Luc Godard (Marbeck) vê a chance de realizar o seu com o sinal verde não muito entusiasmado do produtor Georges de Beauregard (Dreyfïurst). Ele consegue o par principal que desejava, Jean-Paul Belmondo (Dullin), e inclusive a atriz hollywoodiana que o produtor não acreditava que topasse, Jean Seberg (Deutch). O método nada convencional de realizar as filmagens e o não uso de roteiro irritam profundamente Seberg, que não vê a hora do término de sua parte.
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Nouvelle Vague
França, 2025
Nouvelle Vague nos mostra a cinegrafia de um dos mais emblemáticos filmes do singular movimento — Acossado — e as aventuras e desventuras desse processo, vivido pelo provocativo diretor Jean-Luc Godard, seus atores e colaboradores, enquanto filmavam pelas ruas de Paris, num exíguo prazo de 20 dias.
Rodado num tom de preto e branco que nos faz viajar direto para a Paris de 1959, a película é dinâmica e envolvente, tal qual o clássico de outrora.
Apresenta-nos ainda, de maneira breve e gentil, outros diretores da Nouvelle Vague francesa e parceiros de Godard, como Truffaut, Chabrol, Varda, Rivette, Rohmer, Resnais, entre outros.
Orbitando em volta desse icônico grupo, surgem também os diretores da velha guarda francesa e italiana. Puro deleite para os cinéfilos iniciados!
Nouvelle Vague é um tributo afetivo e nostálgico ao célebre movimento que mudou a forma de se fazer cinema — e vale a conferida.
França, 2025
Nouvelle Vague nos mostra a cinegrafia de um dos mais emblemáticos filmes do singular movimento — Acossado — e as aventuras e desventuras desse processo, vivido pelo provocativo diretor Jean-Luc Godard, seus atores e colaboradores, enquanto filmavam pelas ruas de Paris, num exíguo prazo de 20 dias.
Rodado num tom de preto e branco que nos faz viajar direto para a Paris de 1959, a película é dinâmica e envolvente, tal qual o clássico de outrora.
Apresenta-nos ainda, de maneira breve e gentil, outros diretores da Nouvelle Vague francesa e parceiros de Godard, como Truffaut, Chabrol, Varda, Rivette, Rohmer, Resnais, entre outros.
Orbitando em volta desse icônico grupo, surgem também os diretores da velha guarda francesa e italiana. Puro deleite para os cinéfilos iniciados!
Nouvelle Vague é um tributo afetivo e nostálgico ao célebre movimento que mudou a forma de se fazer cinema — e vale a conferida.
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