O filme é péssimo, atuações ruins e roteiro pior ainda. Durante todo o filme fiquei me perguntando como este filme pode ter levado tantas premiações. Do começo ao fim, parece que estamos assistindo um filme pornografico
ANORA, entrou para o Panteão do soft-porn! Quem poderia imaginar algum dia que o Oscar de melhor filme seria -dado- para o gênero cinematográfico da "pornografia-envergonhada". Parabéns Oscar, vocês mostraram ao mundo que QUALQUER gênero pode vencer o Desinibido-de-Ouro. Espero que PANICO, Todo Mundo em Pânico ou até Jogos Mortais ganhem o Oscar nos próximos anos!
O filme é divertido. Gostei de assisti-lo, mas é um disparate um filme desse ganhar o Óscar. Se esse filme tivesse sido produzido no Brasil nos anos 70, seria classificado como "pornochancada". Mas em 2025 ganha o Oscar. Aliás, li um conto interessante num site (/) que fala da decadência estética. Parece que está falando justamente desse filme. O conto se chama The City of the Holly Grove. E nele tem um enigma que parece remeter a ANORA! Reflete o que penso sobre esta onda de se conceder Oscar à filmes apenas por fazer proselitismo de causas sociais. O conto se passa em uma cidade onde são concedidos 2 prêmios: o Oráculo do Espanto e a Cana ao Vento. Além da sátira refinada, é certeiro, pois parece que o Óscar de fato virou um Oráculo do espanto e a Palma de Ouro um caniço balançando ao vento, dado o vazio de ambos ultimamente.
Com um filme como esse ganha tantos Oscars? Chocada! Uma história previsível e morna. Vi tentando entender tanta premiação e saí como entrei. Tá difícil.
O filme tem uma trama excelente, mas em certos momentos chega a ser irritante. Não entendi todo o clamor que ele recebeu nas premiações, mas, ainda assim, é um bom filme para assistir.
Receita de bolo pra ganhar o Oscar atualmente é usar atrizes performando juventude em enredos eróticos e fetichistas com a justificativa da profundidade implícita que é inexistente
Meus dois centavos de atenção vão pro personagem Igor, que é o mais bem construído do filme, e pela cena final que mostra um pouco de humanidade na protagonista, completamente fragilizada pela objetificação exacerbada.
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