Anora
Média
2,6
524 notas

179 Críticas do usuário

5
9 críticas
4
21 críticas
3
22 críticas
2
35 críticas
1
38 críticas
0
54 críticas
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Teste De roblox
Teste De roblox

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 3 de março de 2025
Esse filme e um lixo e podre eu adora ainda estou aq filme de merda spoiler:

E lixo lixo li
Eura Lage
Eura Lage

2 seguidores 2 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 1 de março de 2025
Não dá para entender como foi indicado ao Oscar. Filme chatíssimo, arrastado e facilmente esquecível. Não tive empatia por nenhum personagem. Anora é uma personagem chatíssima: vive irritada, gritando... O filme é uma comédia dramática totalmente sem graça. Enfim, foi difícil tolerar as mais de duas horas de filme....
Aline Carvalho
Aline Carvalho

4 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 27 de fevereiro de 2025
Parece um filme sessão da tarde 18+, quase um "Se beber não case" piorado. Sem entender ainda o porquê de tantos prêmios e não, não vou ver de novo para descobrir.
Jenifer Cristina
Jenifer Cristina

1 seguidor 7 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 27 de fevereiro de 2025
Nossa q filme horrível e podre, não consegui assitir tudo.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 24 de fevereiro de 2025
"Anora" é um filme simplesmente super bom! Ele se destaca por sua trama envolvente e personagens cativantes, que conseguem prender a atenção do público do começo ao fim. A história é cheia de reviravoltas e emoções, com uma profundidade que não se vê com frequência em filmes desse estilo. A direção é precisa, criando uma atmosfera única e mantendo o ritmo de forma impecável, sem deixar o público se perder ou desinteressado.

Os diálogos são bem escritos, e a forma como o filme mistura drama, suspense e elementos mais intensos é muito bem executada. A atuação dos atores é outro ponto alto, com performances autênticas que fazem com que os personagens realmente ganhem vida na tela.

"Anora" é um filme que entrega tudo o que promete e mais um pouco, sendo uma verdadeira obra de arte que merece reconhecimento e destaque. Se você está em busca de um filme que te prenda e emocione, essa produção vai te surpreender de uma maneira positiva. Uma experiência cinematográfica super recomendada!
pedro santos
pedro santos

1 seguidor 29 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de fevereiro de 2025
Anora é um filmaço. Fazia tempo que eu não me sentia tão imerso num filme desse jeito, a ponto de me imaginar passando por algo parecido e tentando entender como caralhos Sean Baker escreveu esse roteiro. A história é simples, mas muito bem escrita, e a direção é absurda de boa.

O caos desse filme é uma coisa linda: te faz rir, te deixa angustiado, te emociona e ainda consegue jogar umas porradas de realidade na sua cara. E o mais doido é que eu nem consigo encaixar Anora em um gênero – e nem precisa. Ele fala sobre o sonho americano, sobre choque de realidade e conta uma história que normalmente não veríamos desse jeito, pela ótica da protagonista vivida pela Mikey Madison, que entrega tudo.

A real é que esse filme é intenso, cru e cheio de personalidade. Assistam, mas, por favor, longe dos seus pais, porque né… stripper. No mais, sigo Time Fernanda Torres e Ainda Estou Aqui no Oscar, mas Anora também merece MUITO!
Guedes
Guedes

1 seguidor 18 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 19 de fevereiro de 2025
Anora é um filme envolvente que prende a atenção do início ao fim, mas entrega menos do que promete. A trama, apesar de bem conduzida, é relativamente simples e tem um tom tom adolescente, com um romance que acontece de forma muito rápida e impulsiva, que só ganha um ar mais maduro devido às cenas eróticas. A protagonista Mikey Madison faz um bom trabalho, conseguindo carregar a história com naturalidade, enquanto o ator coadjuvante russo Yura Borisov se destaca o suficiente para justificar sua indicação ao Oscar.

O ritmo é bem construído, mantendo a curiosidade do espectador, mas o desfecho acaba sendo anticlimático. Não é um filme ruim – longe disso –, mas deixa a sensação de que poderia ir além. No geral, é uma experiência interessante, mas sem grandes surpresas.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 16 de fevereiro de 2025
Sean Baker, conhecido por sua abordagem realista e observacional, entrega em Anora uma narrativa que transita entre o drama e a comédia, abordando a relação entre classe, imigração e poder com um olhar crítico. A história acompanha Ani, uma stripper uzbeque-americana que se envolve com Vanya, filho de um oligarca russo, desencadeando um drama que expõe as dinâmicas de poder dentro de uma relação aparentemente improvável. O filme foi altamente aclamado, levando a Palma de Ouro em Cannes e garantindo várias indicações ao Oscar, BAFTA e Globo de Ouro. Mas essa aclamação é justificada?

A narrativa de Anora é estruturada como uma fábula moderna, onde um amor aparentemente improvável surge entre duas figuras de realidades opostas. O desenrolar do casamento impulsivo e a subsequente luta entre Ani e a família Zakharov exploram a luta de classes e a ilusão do "sonho americano". Embora Baker seja brilhante ao apresentar personagens marginais sem reduzi-los a estereótipos, a segunda metade do filme perde um pouco da força ao transformar a história em uma sucessão de confrontos previsíveis. O desfecho, por mais impactante que seja, sugere uma resignação que enfraquece a potência da jornada de Ani.

Mikey Madison entrega uma performance digna de prêmios, conferindo a Ani um equilíbrio entre vulnerabilidade e astúcia. Ela captura a ambiguidade da personagem, que oscila entre se aproveitar da situação e ser tragada por um jogo maior do que ela. Mark Eydelshteyn, como Vanya, é eficaz ao retratar um jovem mimado e ingênuo, mas sua atuação carece de camadas mais profundas, tornando a dinâmica entre o casal um pouco desequilibrada. O elenco coadjuvante, especialmente Yura Borisov como Toros, adiciona gravidade e ameaça à trama, elevando os momentos de tensão.

O roteiro de Baker é marcado por um realismo cru e uma naturalidade que dá autenticidade aos personagens. No entanto, a repetição de certas interações, especialmente entre Ani e os antagonistas, pode cansar. O filme brilha quando explora a relação entre Ani e os diversos homens que tentam controlá-la, mas enfraquece ao simplificar o arco de Vanya. A falta de um desenvolvimento mais profundo do protagonista masculino faz com que sua decisão final pareça previsível e, em certo ponto, artificial.

A cinematografia, como é característico de Baker, aposta no realismo e na captura da energia vibrante de Nova York e Las Vegas. A direção de fotografia enfatiza a claustrofobia dos espaços e a iluminação natural reforça o tom documental do filme. A escolha de enquadramentos fechados intensifica a imersão no mundo de Ani, destacando sua luta constante contra as forças que tentam dominá-la.

A trilha sonora é eficaz, mas não memorável. As escolhas musicais complementam a atmosfera do filme sem se sobrepor à história. O uso de silêncio em momentos-chave funciona bem, amplificando a carga emocional de determinadas cenas.

O desfecho de Anora é um dos aspectos mais discutíveis. A escolha de Ani de aceitar a anulação e sua cena final com Igor carregam um simbolismo forte, mas também deixam um gosto amargo. Embora a intenção de Baker seja mostrar a dura realidade de mulheres como Ani, o roteiro poderia ter dado a ela uma resolução menos conformista. No fim, a mensagem do filme pode ser interpretada tanto como um retrato brutal da desigualdade quanto como uma aceitação resignada de um destino predeterminado.

Anora é uma obra relevante e impactante, reafirmando o talento de Sean Baker em contar histórias sobre personagens marginalizados. A atuação de Mikey Madison é o ponto alto do filme, e a direção de Baker continua afiada. No entanto, a previsibilidade de algumas escolhas narrativas e a falta de profundidade no arco de Vanya impedem que o filme atinja um patamar ainda maior.

Ainda assim, Anora se destaca como uma das produções mais autêuticas e instigantes do cinema recente, garantindo seu lugar entre os filmes mais memoráveis de 2024.
Paulo Maluf
Paulo Maluf

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 16 de fevereiro de 2025
Filme divertido, Cinderela mal sucedida,, e pornografia em lugar do romantismo. Mas é tipo da obra que já é favorecida pela crítica antecipada mente, já que o diretor é cultuado. Não é nda não que mereça Palma de Ouro, Cannes já foi mais seletiva
Silvia M.
Silvia M.

4 seguidores 14 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 14 de fevereiro de 2025
Que lixo de filme! Somente cenas de sexo apelativas e desnecessárias, sequências de brigas e palavrões cansativas, muuuita gritaria, sem nexo algum, uma história improvável e surreal. O garotão mimado que se casa em Las Vegas, sem pacto pré nupcial, com uma prostituta sem mal a conhecer e ainda fui obrigada a ler que a gente se identifica e torce pela personagem. Não percam seu tempo! Filme ridículo. Hollywood está em decadência pra indicar esse lixo ao Oscar.
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