Filme extraordinário! Atuação perfeita de Madison! Quem não curtiu o filme, foram pelo fator político, e as invejosas por conta do monte de lindas mulheres com seus belos corpos. Hipocrisia, pois as mesmas foram ao cinema ver toda pornografia de 50 tons de cinza.
Anora foi um filme dirigido e roteirizado por Sean Baker. De fato, é um filme que arrasta um polêmica não de apenas ter vencido a categoria de melhor filme do ano, mas também de denúncia de plágio e todo os problemas envolvendo Baker em suas redes sociais. Anora recebeu 6 indicações ao oscar de 2025: melhor ator coadjuvante (Yura Borisov), melhor filme, melhor atriz (Mikey Madison), melhor direção, melhor roteiro original e melhor montagem (vencendo as 5 últimas categorias).O filme conta a história de Anora (Mikey Madison) que é uma prostituta do Brookylin e acaba conhecendo um filho de um oligarca russo, Zakharov (Mark Eydelshteyn). O garoto acaba se apaixonando pela jovem e decide em poucos dias se casar com a mesma. O casamento acaba despertando do interesse da família russa (pai e mãe) de anular o casamento o quanto antes. Para isso, acaba enviando 3 capangas para fazer isso. O filme funciona como um conto de cinderela nos dias atuais e como Baker gosta de trabalhar em seus filmes sobre minorias, apostou em uma garota de programa dessa vez. O primeiro ato do filme (um pouco cansativo e repetitivo) acaba mostrando como é a vida de Anora, mas foca muito em como é a vida de luxo e de festas do Zakharov. Mesmo antes do pedido de casamento, já sabemos que a relação de ambos estar fadada ao fracasso, pois as diferenças sociais são gritantes e a pobre da Anora parece realmente ter depositado a sua crença no amor nisso. O filme começa a ficar interessante em seu segundo ato com a chegada dos capangas em especial um deles que rouba a cena, Igor (Yura Borisov), pois se comporta diferente dos demais, sendo mais sensível e compreendendo e por vezes ficando do lado de Anora. Os tons de comédias muito atribuídos a situações cômicas vivenciadas por Anora e pelos 3 capangas deixa o filme mais leve. Mas é no seu terceiro ato que a personagem mostra a sua fragilidade e é onde a Madison realmente brilha. Podemos dizer que é um filme bom e que muito vão discordar de ter vencido a categoria de melhor filme (na visão de muito o diretor errou na mão e mostrou o lado sexual muito explicito). Mas não da para desmerecer a atuaão da Madison que fez um excelente interpretação e nas métricas do Oscar ( e aqui estamos falando de uma premiação dos EUA) realmente foi a verdadeira merecedora.
Este filme foi ótimo para confirmar que Oscar é uma enganação, uma premiação mais fictícia do que os filmes. O filme é completamente ridículo, estereotipado, diálogos reduzidos a palavrões, cenas de sexo lastimáveis. E, claro, a crítica aos russos milionários. Como se nos Estados Unidos não existissem milionários babacas. Mas Hollywood sempre precisa colocar um estrangeiro como vilão. não sei quem ganha o Oscar de pior do mundo: o filme ou o próprio Oscar por premiar. Instituição falida.
Quer passar raiva depois de um dia tranquilo? Simples, só assistir Anora.... na verdade deveria se chamar annoying. Filme ruim, história ruim, atriz ruim. De cada 10 palavras, 11 é fuck this ou fuck that. Se esse filme ganhou estatuetas, o filme Uma Linda Mulher deveria ter ganho todos os prêmios e em todas as categorias do Oscar.
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