Anora
Média
2,6
524 notas

179 Críticas do usuário

5
9 críticas
4
21 críticas
3
22 críticas
2
35 críticas
1
38 críticas
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54 críticas
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Cid V
Cid V

271 seguidores 668 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 18 de julho de 2025
Ani (Madison) é o nome como Anora é conhecida no mundo da prostituição e encontros em um clube de strippers do Brooklyn. Certo noite ela é abordada pelo proprietário, pois um cliente especial russo soube que uma de suas garotas, Ani, vinha a conhecer russo. Ela conhece Ivan (Eydelshteyn), um jovem de família endinheirada que vive numa mansão de três andares e só pensa em levar uma vida de prazeres.

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Gabriela Santos
Gabriela Santos

23 seguidores 452 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 11 de maio de 2025
Precisava assistir ao filme para tirar minhas próprias conclusões...
Não é um péssimo filme, mas também não acho que seja merecedor das principais categorias do Oscar.
A trama é muito simples: resume-se a muito se**, festas, confusões e gritaria. Caramba! Quanta gritaria! Confesso que isso me deu nos nervos. A personagem da Anora merecia ter sido mais explorada: sua história antes de se tornar uma stripper nem foi mencionada. A dinâmica entre os caras e ela foi divertida, porém, cansativa de acompanhar. E, em minha opinião, a última cena foi a mais cativante de todo o longa. Adorei o Igor! No fim das contas, creio que sua duração poderia ter sido bem reduzida.
#BRUNO #
#BRUNO #

6 seguidores 355 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 8 de abril de 2025
Digamos que é uma cópia do filme Noites de cabíria(1957). Mas se saíram bem nas atuações, é um bom filme pra assistir quando não tem nada pra fazer.
Cleibsom Carlos
Cleibsom Carlos

18 seguidores 225 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de janeiro de 2025
Anora é o Parasita da vez, pois ambos os filmes, apesar das diferenças, contam a mesma história. É aquela coisa: a riqueza está tão visível e é esfregada de forma ostensiva na cara das pessoas, que elas querem, tanto os pobretões quanto a classe média que se acha elite mas não é, desfrutá-la também, seja como for. Uma vez desfrutados os benesses dessa riqueza pela plebe, mesmo que brevemente, é impossível para ela voltar à sua medíocre vida cotidiana, mesmo que fique visível nos parcos momentos em que a classe alta interage com as classes "inferiores", o nojo, sei que a palavra é forte, mas ela cabe aqui, que os de cima sentem pelos de baixo…Em Parasita, a perda dos benesses das mordomias pela plebe se transformou em psicopatia e sobrou tiro pra todo lado. Já em Anora, essa mesma perda se transformou em resignação desesperada de que a vidinha suburbana é o máximo que a ingênua protagonista sempre terá.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 16 de fevereiro de 2025
Sean Baker, conhecido por sua abordagem realista e observacional, entrega em Anora uma narrativa que transita entre o drama e a comédia, abordando a relação entre classe, imigração e poder com um olhar crítico. A história acompanha Ani, uma stripper uzbeque-americana que se envolve com Vanya, filho de um oligarca russo, desencadeando um drama que expõe as dinâmicas de poder dentro de uma relação aparentemente improvável. O filme foi altamente aclamado, levando a Palma de Ouro em Cannes e garantindo várias indicações ao Oscar, BAFTA e Globo de Ouro. Mas essa aclamação é justificada?

A narrativa de Anora é estruturada como uma fábula moderna, onde um amor aparentemente improvável surge entre duas figuras de realidades opostas. O desenrolar do casamento impulsivo e a subsequente luta entre Ani e a família Zakharov exploram a luta de classes e a ilusão do "sonho americano". Embora Baker seja brilhante ao apresentar personagens marginais sem reduzi-los a estereótipos, a segunda metade do filme perde um pouco da força ao transformar a história em uma sucessão de confrontos previsíveis. O desfecho, por mais impactante que seja, sugere uma resignação que enfraquece a potência da jornada de Ani.

Mikey Madison entrega uma performance digna de prêmios, conferindo a Ani um equilíbrio entre vulnerabilidade e astúcia. Ela captura a ambiguidade da personagem, que oscila entre se aproveitar da situação e ser tragada por um jogo maior do que ela. Mark Eydelshteyn, como Vanya, é eficaz ao retratar um jovem mimado e ingênuo, mas sua atuação carece de camadas mais profundas, tornando a dinâmica entre o casal um pouco desequilibrada. O elenco coadjuvante, especialmente Yura Borisov como Toros, adiciona gravidade e ameaça à trama, elevando os momentos de tensão.

O roteiro de Baker é marcado por um realismo cru e uma naturalidade que dá autenticidade aos personagens. No entanto, a repetição de certas interações, especialmente entre Ani e os antagonistas, pode cansar. O filme brilha quando explora a relação entre Ani e os diversos homens que tentam controlá-la, mas enfraquece ao simplificar o arco de Vanya. A falta de um desenvolvimento mais profundo do protagonista masculino faz com que sua decisão final pareça previsível e, em certo ponto, artificial.

A cinematografia, como é característico de Baker, aposta no realismo e na captura da energia vibrante de Nova York e Las Vegas. A direção de fotografia enfatiza a claustrofobia dos espaços e a iluminação natural reforça o tom documental do filme. A escolha de enquadramentos fechados intensifica a imersão no mundo de Ani, destacando sua luta constante contra as forças que tentam dominá-la.

A trilha sonora é eficaz, mas não memorável. As escolhas musicais complementam a atmosfera do filme sem se sobrepor à história. O uso de silêncio em momentos-chave funciona bem, amplificando a carga emocional de determinadas cenas.

O desfecho de Anora é um dos aspectos mais discutíveis. A escolha de Ani de aceitar a anulação e sua cena final com Igor carregam um simbolismo forte, mas também deixam um gosto amargo. Embora a intenção de Baker seja mostrar a dura realidade de mulheres como Ani, o roteiro poderia ter dado a ela uma resolução menos conformista. No fim, a mensagem do filme pode ser interpretada tanto como um retrato brutal da desigualdade quanto como uma aceitação resignada de um destino predeterminado.

Anora é uma obra relevante e impactante, reafirmando o talento de Sean Baker em contar histórias sobre personagens marginalizados. A atuação de Mikey Madison é o ponto alto do filme, e a direção de Baker continua afiada. No entanto, a previsibilidade de algumas escolhas narrativas e a falta de profundidade no arco de Vanya impedem que o filme atinja um patamar ainda maior.

Ainda assim, Anora se destaca como uma das produções mais autêuticas e instigantes do cinema recente, garantindo seu lugar entre os filmes mais memoráveis de 2024.
Guilherme de Melo
Guilherme de Melo

1 seguidor 102 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 22 de abril de 2025
Anora — nota 3/5

Anora é um filme curioso. Ele mistura leveza e profundidade de uma forma bem diferente, e mesmo que não seja algo que me marcou profundamente, consigo enxergar seu valor.

A personagem principal tem um carisma peculiar, que prende a atenção, e o roteiro brinca com situações improváveis de um jeito até envolvente. A crítica social está ali, nas entrelinhas, e o filme tem momentos que realmente fazem pensar — sobre amor, interesse, escolhas e consequências.

Mas, ao mesmo tempo, acho que Anora não consegue manter o mesmo ritmo o tempo todo. Em alguns trechos, a trama se arrasta, e parece que falta um pouco mais de impacto emocional ou até mesmo de ousadia para ir além. É um daqueles filmes que tem boas intenções, uma execução razoável, mas que não me pegou por completo.

Vale a pena assistir, sim, principalmente por quem curte histórias mais fora do comum, com uma pegada meio independente. Mas pra mim, ficou no meio do caminho — por isso, a nota 3.
Gab
Gab

4 seguidores 66 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 13 de fevereiro de 2025
achei um bom filme, a atriz primcipalm e boa mais achei bem bobo.
Rafael Sales
Rafael Sales

1 seguidor 48 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 31 de julho de 2025
Estava curioso para assistir o filme depois de a atriz Mikey Madison (Ani) ter ganhado o Oscar de melhor atriz em 2025. Não recomendo o longa metragemel para menores de idade, pois tem muitas cenas de sexo. A historia mostra uma garota de programa com um milionário menino russo. Acredito que o ponto positivo do filme seja mostrar a realidade das garotas de programas e sua relação com a vida cotidiana, O filme é muito ousado em vários momentos tanto para o bem quanto para o mal, acredito que se você for uma pessoa conservadora ele não ira te agradar, porém é um filme que tem uma grande atuação por parte da sua protagonista e uma historia que desmitifica alguns mitos da profissão.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 24 de fevereiro de 2025
"Anora" é um filme simplesmente super bom! Ele se destaca por sua trama envolvente e personagens cativantes, que conseguem prender a atenção do público do começo ao fim. A história é cheia de reviravoltas e emoções, com uma profundidade que não se vê com frequência em filmes desse estilo. A direção é precisa, criando uma atmosfera única e mantendo o ritmo de forma impecável, sem deixar o público se perder ou desinteressado.

Os diálogos são bem escritos, e a forma como o filme mistura drama, suspense e elementos mais intensos é muito bem executada. A atuação dos atores é outro ponto alto, com performances autênticas que fazem com que os personagens realmente ganhem vida na tela.

"Anora" é um filme que entrega tudo o que promete e mais um pouco, sendo uma verdadeira obra de arte que merece reconhecimento e destaque. Se você está em busca de um filme que te prenda e emocione, essa produção vai te surpreender de uma maneira positiva. Uma experiência cinematográfica super recomendada!
Mayara Borges
Mayara Borges

2 seguidores 29 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 7 de março de 2025
Filme "sessão da tarde" com muitas cenas desnecessárias de sexo. Não deveria concorrer a Oscar nenhum... Melhor filme do ano? Fala sério! 
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