O Lado Bom de Ser Traída
Média
1,9
168 notas

64 Críticas do usuário

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Felippe
Felippe

1 seguidor 10 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 6 de novembro de 2023
Triste ver a Giovana em um filme tão, mas tão ruim.... o pior filme nacional que já vi. Nem mesmo as cenas quentes com ela salva o filme.... ao contrário, parece desmoronar um castelo de cartas em ver a mesma menina apaixonante de outros filmes aceitar um roteiro absurdamente fraco como esse
Jessica Klinger
Jessica Klinger

2 seguidores 35 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 25 de outubro de 2023
Filme bem clichê com péssimas atuações.
Nem as cenas "Quentes" são boas. Bem péssimo mesmo.
Não percam tempo.
Silvia gc
Silvia gc

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 1 de novembro de 2023
Filme com trama muito fraca e extremamente previsível. O juiz (Leandro Lima) é lindo, mas a atuaçao dele deixou a desejar e nao consegue salvar o filme. Vc começa perceber que está perdendo tempo assistindo, quando se da conta da apelação na quantidade de cenas de sexo. Tem mais cena erótica do que trama. Não recomendo. Só assisti porque o trailer foi muito bem feito e consegue vender o peixe podre....
Cleibsom Carlos
Cleibsom Carlos

18 seguidores 224 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 14 de dezembro de 2023
A ruindade deste filme parece um poço sem fundo, piora a cada cena que passa!! Soft Porn de butique, me desculpem a redundância, O LADO BOM DE SER TRAÍDA tem cenas de sexo filmadas como se fossem comerciais de shampoo, com gemidos e caras e bocas mais falsos do que os dos verdadeiros filmes pornôs. É tudo tão raso e tosco que a paciência que é exigida de quem assiste essa nulidade para chegar ao seu final é imensa. Se você fez alguma besteira ultimamente e quer se punir, assista a O LADO BOM DE SER TRAÍDA até o final, e sem dormir, que o seu pecado estará perdoado!
Ângela DiGiammargo
Ângela DiGiammargo

2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 26 de outubro de 2023
O filme é péssimo, atuações sofridas e muito sexo, mesmo se passando em São Paulo, a fotografia parece americana, a melhor amiga aparece às vezes para dar uma lacrada numa intenção de ser engraçada, Lancelotti não tem carisma, apesar de ser a melhor parte do filme. No mais não recomendo
Soninha
Soninha

5 seguidores 79 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 21 de dezembro de 2023
Como dizia o velho Guerreiro Chacrinha no Brasil " Nada se cria, Tudo se copia " cópia barata dos tipinhos de filmes 365 dias , Desejo Proibido , nesses tipinhos de filme nem as cenas de sexo é novidade, tudo clichê, NOTA ZERO!
Deninho42
Deninho42

10 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 29 de outubro de 2023
Péssimo filme. Trama rassa que existe apenas pra justificar cena de sexo. Na moral isso aí é tentativa de fazer 50 tons de cinza nacional. Foi horrível e o final foi pior ainda.
Elaine H.
Elaine H.

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 29 de outubro de 2023
A história é fraquíssima e com cenas de sexo apelativas, além de muito cafonas. A fotografia também deixou muito a desejar. Todo o enredo é muito previsível.
anônimo
Um visitante
0,5
Enviada em 17 de fevereiro de 2025
Quando achamos que nada pode nos surpreender, eis que surge "O Lado Bom de Ser Traída", um filme que promete ser um drama romântico, mas entrega um festival de clichês, atuações discutíveis e um roteiro que parece ter sido escrito em uma tarde de tédio regada a vinho barato e playlists de sofrência no repeat. Mas vamos por partes, para não sermos injustos (ou talvez sejamos, porque o filme pede por isso).

A história acompanha Babi, uma contadora traída que decide "se reinventar" ao se envolver com um juiz chamado Marco. E como se reinventar no cinema brasileiro significa imediatamente cair em uma paixão avassaladora e cheia de cenas picantes, temos aqui uma tentativa canhestra de misturar erotismo com thriller, mas que resulta apenas em um soft porn com a profundidade de uma poça d'água. A história tenta se levar a sério, mas a previsibilidade beira o constrangimento.

O filme claramente tenta surfar na onda de "Cinquenta Tons de Cinza", mas sem o charme ou a decência de uma narrativa minimamente envolvente. Tudo se desenrola com a sutileza de um rolo compressor: traição, paixão proibida, perigos iminentes, tudo costurado com um texto que parece ter sido retirado de um livro de autoajuda para mulheres em crise de meia-idade.

Giovanna Lancellotti, a protagonista, se esforça para dar alguma credibilidade à sua personagem, mas acaba presa a uma interpretação superficial e estereotipada. O grande problema é que a história exige uma carga emocional que o elenco parece incapaz de entregar. Já Leandro Lima, que interpreta o juiz Marco, tem a expressividade de um boneco de cera, tornando difícil acreditar que ele seja um homem poderoso, charmoso e perigoso ao mesmo tempo. Em vez de um romance intenso e apaixonante, temos um desfile de olhares vazios e falas que beiram a atuação amadora.

Os coadjuvantes? Ah, esses só estão ali para preencher espaço e dizer frases genéricas como "amiga, você merece mais" ou "você tem que se jogar na vida". Parecem saídos de um comercial de perfume barato.

Se você achava que o enredo já era problemático, espere até ver os diálogos. O texto é uma colcha de retalhos de frases feitas e clichês do romance barato, com personagens dizendo coisas como "você mexe comigo de um jeito que ninguém mais mexeu" sem um pingo de ironia. Parece que os roteiristas abriram um livro de frases motivacionais e decidiram colar aleatoriamente no script.

Tentar criar um clima de erotismo com diálogos constrangedores é um crime cinematográfico, e o filme é culpado em todas as instâncias.

A fotografia tenta ser sofisticada, mas não passa de um filtro do Instagram aplicado sem critério. A iluminação exageradamente difusa dá um tom artificial às cenas, como se estivéssemos assistindo a um comercial de perfume ou a um videoclipe genérico de balada romântica. O filme não consegue decidir se quer ser um thriller erótico, um drama intenso ou uma novela da Globo, e isso reflete diretamente na cinematografia inconsistente.

Nada como uma trilha sonora que tenta ser sedutora, mas só consegue ser cafona. O filme abusa de músicas que parecem saídas de uma playlist genérica de "noite romântica" do Spotify, aquelas que tocam em bares chiques para fingir sofisticação. O resultado é que, em vez de criar atmosfera, a trilha sonora apenas amplifica o sentimento de que estamos assistindo a uma produção que quer ser mais do que realmente é.

Se você chegou até o final, parabéns! Sua paciência merece um prêmio. O desfecho é tão anticlimático quanto um fogo de artifício molhado. Depois de tantas promessas de um thriller emocionalmente envolvente, o filme entrega um final previsível, sem impacto e, o pior, sem a menor originalidade. Não há reviravoltas genuínas, nem uma resolução que justifique a existência desse filme. O público termina a sessão com a mesma expressão de quem pede um prato caríssimo e descobre que a comida veio sem tempero.

O Lado Bom de Ser Traída é um desastre cinematográfico disfarçado de drama romântico. É uma tentativa fracassada de criar uma história sensual e envolvente, mas que acaba soando tão autêntica quanto um comercial de margarina. Com um roteiro raso, atuações questionáveis, cinematografia preguiçosa e um final esquecível, este filme é uma traição à inteligência do espectador. Se há um "lado bom" em ser traído, definitivamente não está neste filme.
Fernanda Sanz
Fernanda Sanz

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 29 de outubro de 2023
Eu não consegui assistir até o fim, de tão péssimo! Já na primeira cena eu pensei que fosse uma sátira. O cabelo loiro na atriz principal ficou péssimo, não combinou. O filme é forçado do início ao meio (não posso dizer até o fim pq não aguentei chegar lá rsrs). Sério! Eu teria vergonha de lançar algo assim.
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