Caminhos do Crime
Média
3,9
71 notas

16 Críticas do usuário

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Ricardo L.
Ricardo L.

63.283 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de abril de 2026
Grande elenco estrelam esse filme de ação com pitadas de 007, claro que não brilham tanto, mas possui bons momentos. Vaie a pena assistir.
Nelson J
Nelson J

51.028 seguidores 1.976 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 12 de fevereiro de 2026
Um desperdício de atores importantes em um roteiro estereotipado e previsível. No site de compra de ingresso, a duração era de 100 minutos e por isso acabei aguardando o final atropelado após 139 minutos. Ou seja, filme paradão e no final correm para umsa solução e a audi~encia fica imaginando o que acontece com os personagens.
Carlos Taiti Yaguinuma
Carlos Taiti Yaguinuma

64 seguidores 566 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 5 de abril de 2026
Caminho do Crime: Crime 101

Lançado em 2024, com aproximadamente 114 minutos de duração, Crime 101 tenta resgatar o charme dos clássicos filmes de assalto — histórias de ladrões sofisticados, policiais obsessivos e um jogo psicológico constante entre crime e justiça. Com um elenco de peso, o filme aposta em nomes conhecidos do cinema para dar força a uma trama que mistura suspense policial e drama criminal.

 Principais atores e personagens
Mike — Chris Hemsworth
Detetive Lou Lubesnick — Mark Ruffalo
Money — Nick Nolte
Ormon — Barry Keoghan
Sharon — Halle Berry
 Estória

A trama gira em torno de Mike, um ladrão especializado em roubos de joias de alto valor, alguém meticuloso, frio e extremamente inteligente. Cada golpe parece calculado como um jogo de xadrez.

Quem faz a ponte para vender as peças roubadas é Money, um veterano do submundo do crime que conhece os caminhos do mercado ilegal.

Porém, quando Mike decide que quer dar um tempo da vida criminosa, Money passa a desconfiar. Para ele, ninguém simplesmente sai desse jogo.

Desconfiado, ele contrata Ormon, um homem perigoso e imprevisível, para seguir Mike e descobrir como ele executa seus roubos. A partir daí, Ormon passa a se tornar uma sombra constante na vida do ladrão.

No meio dessa tensão surge Maya, por quem Mike acaba se apaixonando. Esse novo sentimento desperta nele o desejo de realmente mudar de vida.

Mas antes disso, ele decide planejar um último grande golpe.

Para executar o plano, Mike precisa da ajuda de Sharon, uma funcionária da empresa de joias onde trabalha há 11 anos, vendo todos crescerem profissionalmente enquanto ela permanece estagnada.

Paralelamente, o obstinado detetive Lou Lubesnick investiga uma série de roubos que parecem seguir um padrão extremamente preciso. A cada nova pista, ele se aproxima mais da verdade.

O confronto final acontece durante a execução do grande roubo, envolvendo um diamante avaliado em 13 milhões de dólares.

Lou se infiltra na operação, assumindo o lugar do homem responsável por transportar a pedra preciosa. O plano de Mike parecia perfeito — até que Ormon aparece inesperadamente, transformando o golpe em caos.

No fim, Ormon acaba morto, e Lou toma uma decisão inesperada: diz a Mike para fugir, prometendo incriminar Ormon como responsável pelos crimes.

 Reflexão sobre o filme

Crime 101 tem todos os ingredientes de um grande thriller criminal: um ladrão carismático, um detetive persistente e um jogo mental entre os dois lados da lei.

O problema é que o filme parece não explorar totalmente o potencial de seu próprio elenco.

Chris Hemsworth entrega um personagem mais contido do que o público está acostumado, enquanto Mark Ruffalo constrói um detetive interessante, mas que poderia ter sido mais aprofundado psicologicamente.

A narrativa tenta seguir a tradição dos grandes filmes de assalto — lembrando obras como Heat ou The Town — onde o confronto entre criminoso e policial se torna quase filosófico.

No entanto, o roteiro acaba se tornando irregular, com alguns momentos que parecem promissores, mas que não alcançam o impacto esperado.

O resultado é um filme que tem estilo, bons atores e uma premissa interessante, mas que nunca chega a se transformar no thriller memorável que poderia ter sido.

⭐ Avaliação final

Caminho do Crime: Crime 101 é um thriller que tenta seguir os passos dos grandes filmes de assalto, mas acaba ficando no meio do caminho.

Ainda assim, possui bons momentos e um elenco talentoso que segura a narrativa até o final.

Para quem gosta de histórias de roubos inteligentes e jogos de gato e rato entre criminosos e policiais, pode valer a sessão — mesmo que não seja um filme inesquecível.

 Nota final: 5 / 10
NerdCall
NerdCall

58 seguidores 466 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 14 de fevereiro de 2026
Existe algo curioso em Caminhos do Crime (Crime 101), novo filme de Bart Layton. À primeira vista, ele parece exatamente o tipo de suspense policial que os fãs do gênero procuram: ambientado em Los Angeles, com clima ensolarado contrastando com crimes ousados, um ladrão metódico, um policial obstinado e uma mulher que cruza esse caminho por ambição e necessidade. Some a isso um elenco formado por Chris Hemsworth, Halle Berry e Mark Ruffalo, e o resultado parece promissor.

Mas o que começa como um thriller policial de estética noventista, com boas cenas de ação e um elenco carismático, acaba se revelando um filme que tropeça na própria ambição. Layton sabe exatamente onde quer chegar. O problema é como ele escolhe percorrer esse caminho.

Baseado na obra de Don Winslow, Caminhos do Crime acompanha um ladrão de joias metódico e calculista que realiza assaltos ao longo da icônica rodovia 101, deixando a polícia sem respostas. Enquanto planeja seu maior e último golpe, ele cruza com uma corretora de seguros frustrada, que vê nessa aproximação uma chance de mudar sua própria trajetória. Paralelamente, um detetive obstinado começa a enxergar um padrão nos crimes e se recusa a aceitar soluções fáceis propostas por seus colegas.

Layton já havia comentado em entrevistas sobre o desafio de transformar uma história curta em um longa cheio de camadas emocionais. E essa é justamente a principal questão aqui: a expansão da narrativa. Ao ampliar a trama original, o diretor tenta construir um mosaico de personagens e conflitos que, em teoria, enriqueceria o drama. Na prática, porém, essa ampliação acaba diluindo a força da história.

Também chama atenção o contexto de lançamento. Fevereiro costuma ser um período em que grandes estúdios, como a Sony Pictures, apostam em filmes que não necessariamente carregam a força de um blockbuster de temporada alta. Isso não significa que o resultado esteja condenado, mas ajuda a entender o tom do projeto: um thriller adulto, estilizado, que mira em um público específico.

O maior problema de Caminhos do Crime não está nas atuações e aqui vale deixar isso claro. O elenco funciona. Halle Berry entrega presença dramática consistente. Barry Keoghan constrói um personagem instável e inquietante. Mark Ruffalo, mesmo repetindo traços que já vimos em outros trabalhos recentes, mantém sua solidez. Chris Hemsworth, por sua vez, aposta em um ladrão contido, metódico, menos expansivo do que seus papéis mais populares. A questão é estrutural.

Layton opta por entrelaçar quatro núcleos principais: o ladrão, o policial, a corretora e um criminoso impulsivo que ameaça o plano maior. Essa escolha poderia criar tensão crescente, com trajetórias que se aproximam gradualmente. O problema é que o filme dedica tempo demais ao estabelecimento dessas histórias e pouco ao desenvolvimento real delas.

O primeiro arco é quase todo dedicado a apresentar personagens e situações. Existem duas boas cenas de ação, mas o restante se concentra em preparar terreno. Essa preparação, no entanto, não aprofunda os conflitos internos. Ela apenas os posiciona. Quando o filme deveria evoluir, ele continua explicando.

No segundo arco, há uma melhora no ritmo, principalmente pelas sequências de perseguição e pelos momentos de confronto indireto entre polícia e ladrão. Mas mesmo aqui a narrativa se mostra inchada. O revezamento constante de protagonismo, ora Hemsworth conduz, ora Berry assume espaço, ora Ruffalo ganha foco, impede que qualquer um deles construa uma jornada emocional realmente forte. Não é uma questão de excesso de atores talentosos, é uma questão de falta de foco dramático.

Essa estrutura cria uma contradição interessante: o filme quer ser um grande embate entre polícia e ladrão, mas adia esse confronto ao máximo. A tensão deveria crescer a cada cena. Em vez disso, ela se mantém em um nível mediano, como se estivesse sempre esperando o momento certo para explodir. Quando finalmente chega ao clímax, o resultado é anticlimático.

Layton pavimenta o caminho para um grande confronto final, constrói expectativa, sugere que decisões difíceis serão tomadas, mas resolve tudo em poucos minutos, de maneira previsível. O desfecho é incoerente e apressado. O policial que passa o filme inteiro enfrentando seus colegas para buscar a verdade termina tomando uma decisão que contradiz sua postura anterior, não por complexidade moral, mas por conveniência de roteiro. Isso enfraquece o impacto da trajetória.

Outro ponto que evidencia a fragilidade da escrita é o tratamento dos arcos dramáticos. A personagem de Monica Barbaro, por exemplo, é introduzida com potencial, mas rapidamente se torna acessória. A corretora vivida por Halle Berry inicia com conflitos pessoais interessantes, mas o filme não explora plenamente essas questões. O ladrão metódico tem características fortes, mas não ganha profundidade emocional suficiente para sustentar o drama.

Por outro lado, há méritos claros na condução da ação. As três cenas principais de roubo são bem construídas, especialmente a primeira, que destaca o método do protagonista. As perseguições de carro são dinâmicas e empolgantes. O som dos motores, a montagem ágil e a sensação de velocidade funcionam. Nesses momentos, o filme encontra sua identidade e entrega entretenimento genuíno.

Layton também tenta imprimir um estilo visual marcante, com transições elaboradas e enquadramentos diferenciados. O problema é que esse cuidado estético nem sempre conversa com o conteúdo. Quando a forma chama mais atenção do que a substância, surge a sensação de pretensão. Não por ousadia criativa, mas por falta de sustentação narrativa para justificar tais escolhas.

O filme não é um desastre. Ele diverte, principalmente nas cenas de ação. O elenco carrega carisma suficiente para manter o interesse. Mas há uma diferença grande entre um filme competente e um filme memorável. Caminhos do Crime se encaixa na primeira categoria.

Caminhos do Crime tinha todos os elementos para se destacar: uma base literária sólida, um diretor com experiência em histórias criminais e um elenco de peso. O que falta é equilíbrio. Ao priorizar o estabelecimento da trama em vez do desenvolvimento dos personagens, o filme sacrifica impacto emocional. Ao construir expectativa para um grande clímax, entrega uma resolução morna.

Ainda assim, não é uma experiência descartável. As cenas de ação funcionam, há momentos de tensão genuína e o carisma do elenco impede que o filme afunde completamente. O problema é que ele tenta ser maior do que consegue sustentar.

No fim, é um suspense policial que pode agradar aos fãs mais tradicionais do gênero, mas que dificilmente será lembrado como algo inovador. Layton sabe o destino da história. O percurso, porém, é irregular. E quando finalmente chega ao ponto final, deixa a sensação de que poderia ter ido muito além.
Caio "Vasco"
Caio "Vasco"

7 seguidores 135 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de abril de 2026
Fogo contra fogo do milênio atual.

Sim eu sei, estão produzindo uma sequência do P E R F E I T O fogo contra fogo de Pacino, De Niro e Kilmer. Mas esse aqui foi lançado antes e é a continuação "espiritual" onde se tem a trama, personagens, muito influenciados ao original.

Criminoso x Policial
Honestidade x Corrupção
Competência x Etarismo
Explosão da juventude inconsequente x Calma de um quarentão experiente

São tantas camadas incríveis para se abordar no filme que eu não sei por onde começar, mas acho que a mensagem principal é que o mundo é uma merda, você se quiser vencer se quiser ser alguém você precisa de dinheiro, influência e deverá jogar o jogo.

Seja como policial "amigo da corporação" que fecha os olhos quando vê seus parceiros cometendo atos questionáveis como furtar de um assaltante assassinado alguns relógios caríssimos, onde o detetive mal visto é justamente o que é 100% íntegro e honesto. Seja a trabalhadora que dedicou uma decada da sua vida a uma empresa e se vê desvalorizada pois outros funcionários de decisões corruptas chegaram depois dela e já passaram e muito o degrau que ela se encontra na firma. Seja uma empresa de seguradora bilionária que fará de tudo para evitar ressarcir até de meios ilegais para não ter que arcar com pagamento dos seus contratos de seguros. Ou o bandido que cresceu numa familia pobre sem nenhnuma oportunidade e viu na opção de roubar dos ricos o meio mais fácil de enriquecer para poder desfrutar da vida que sempre sonhou em ter.

Seja qual for você e seu caso, saiba que só ascenderá de fato se sujando com a corrupção pois ela faz parte do mundo.

É muito triste mas é uma mensagem muito real.

Único ponto que me incomodou um pouco foi o final feilz, o bandido foge, o policial que parecia ser incorruptível percebe que só se corrompendo a decisões ilegais para fazer seu trabalho e a trabalhadora que mesmo tramando um crime contra sua empresa é recompensada no final com milhões de dolares em jóias roubadas, esse final só incentiva mais ainda que o crime e corrupção compensa sim, totalmente oposto do original que apesar de gostarmos, de torcermos para o personagem de De Niro no final ele é derrotado pelo bem mostrando lá que o crime não compensa independente das suas crenças.
#BRUNO #
#BRUNO #

6 seguidores 325 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de abril de 2026
Um filme pra quem curte investigação, tem o ritmo um pouco lento mas no geral a história é boa!!!

O filme acompanha um ladrão profissional interpretado por Chris Hemsworth, especializado em roubos de alto nível ao longo da famosa rodovia 101 em Los Angeles.
Droll Lucas
Droll Lucas

1 seguidor 27 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de abril de 2026
Filme muito gostoso de assistir, apesar de um roteiro um pouco previsível, as excelentes atuações passam por cima disso. O elenco de peso te induz a colocar uma expectativa 10/10, no demais não decepciona em nada.
Antonio C
Antonio C

8 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de abril de 2026
Um excelente filme! Um elenco de primeira e uma direção segura, faz deste filme uma excelente escolha. Um final pouco comum, onde os personagens principais conseguem seus objetivos. Embora sigam suas vidas de modo separado, seus destinos estão, de um certo modo, entrelaçados para sempre. O roteiro aproveita para fazer uma bela reverência aos clássicos policiais dos anos 1960/1970, as inesquecíveis perseguições e, como não podia faltar, um belíssimo Mustang, para relembrar os bons tempos deste tipo de filme, e a singela homenagem a Steve McQueen, nos diálogos do início da sequência final. Filme 5 estrelas, com certeza!
Celso S
Celso S

6 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 13 de fevereiro de 2026
Achei muito bom. Um elenco de bons atores que sustentaram bem a trama. Em momento algum achei cansativo e fiquei ligado até o final.
Cristiano L.
Cristiano L.

4 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 19 de abril de 2026
Não assisti inteiro. Já começa desanimador com um roteiro que consegue ser imprevisível de tão mal feito. Um ladrão ( personagem principal ) que não revista as vítimas, não as amarra para fugir e não danifica o carro que seria perseguido... Pronto, acabou com QQ chance de ser um bom filme.
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