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Ricardo L.
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3.227 críticas
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4,0
Enviada em 19 de fevereiro de 2024
Um dos filmes mais falado de 2023! Roteiro é bem original com um cenário diferente, que não me atrai muito, pelo formato da cor da tela, mas falando da história, trás bons momentos com elenco bem focado.
Suspense eficaz e crítica social, mas narrativa apresenta inconsistências. "O Mal que Nos Habita" (2024), dirigido pelo argentino Demián Rugna, é uma obra que mescla crítica social com terror visceral. Ambientado em uma região agrícola, o filme explora uma possessão demoníaca que se intensifica de forma quase inescapável. A imprevisibilidade das sequências e a escatologia presente em cada cena provocam reflexões sobre a violência latente em uma sociedade desestruturada.
Destaque para a construção eficaz do suspense e a representação crua do horror. No entanto, há inconsistências na narrativa e uma tendência a explicações excessivas na segunda metade do filme, o que pode diluir a tensão inicial.O filme nos prende em alguns momentos, mas perde-se em outros. Mesmo assim, recomendo.
Vocês estão de brincadeira, né? Que porcaria!!!! A primeira parte do filme é até promissora, mas depois a história fica uma bagunça, com vários furos na história o que deixa o seu desfecho totalmente sem sentido. Ponto alto do filme: Maquiagem e efeitos práticos. No resto, um lixo!!
PS: Parece que virou Cult agora superestimar filmes ruins, o Oscar quem o diga!
Os irmãos Pedro (Rodríguez) e Jaime (Salomón) escutam estampidos e um corpo decepado pela metade em sua propriedade. Descobrem um “apodrecido”, Uriel, um demônio não nascido, filho de Maria Elena (Quinteros). O proprietário da terra, Ruiz (Ziembrowski) expulsa a família de suas terras. Eles levam, contra a vontade de Maria Elena e de seu outro filho, o apodrecido em sua caminhonete. Uma criança no meio da estrada faz com que o carro provoque uma guinada brusca. Somente um tempo após o episódio e muitos quilômetros adiante é que descobrirão que o apodrecido não mais se encontra no veículo.
Obra argentina que vem causando grandes expectativas e misto de emoções entre quem assiste. Podemos aqui colocar os pontos bons que são a ambientação e fotografia, no interior argentino (algo pouco conhecido entre nos brasileiros). Além da ótima direção de Demián Rugna que cria um horror duro, prático e com violência impactante em praticamente todas as cenas de mortes e sem enrolação para a problemática do filme. Esse ritmo acelerado faz com que o primeiro ato seja algo perfeito a ponto de criarmos expectativas boas da obra, mas o desenrolar do segundo ato e o fechamento do filme acaba decepcionando bastante. Isso porque os personagens principais parecem conhecer bem o problema a ser enfrentado , pois possuem até as 7 regras de sobrevivência, mas não costuma seguir nenhuma delas. Tornando assim, suas decisões cada vez mais burras e idiotas a ponto de nos testar a paciência. Mesmo sendo para muito um filme cult, mas falta a sagacidade e alinhamento com o que está sendo desenvolvido durante a história.
Apesar de ser uma produção argentina, o que já traz certa curiosidade, o filme surpreendeu com uma qualidade técnica decente. No entanto, o roteiro deixa bastante a desejar, com uma narrativa mal estruturada e exageros evidentes na dramaturgia. O excesso de drama torna a experiência mais pesada e, por vezes, difícil de levar a sério. O ponto forte, sem dúvida, é o aspecto gore, que é bastante intenso e deve agradar os fãs do gênero. Ainda assim, mesmo com esse elemento, assistir ao filme foi uma experiência sofrida, com momentos que pareciam forçados e desgastantes.
FIlme pesado em algumas cenas, sem poupar sangue, nojento em algumas partes e mortes pesadas. A história é interessante e ao mesmo tempo diferente dos flmes de terror.
Filme muito bom. O mal age contaminando como se fosse uma doença . O protagonista tem algumas atitudes muito idiotas como acontece em vários filmes de terror mas não acho que isso prejudique o filme. Muitas informações ficam subentendidas o que deixa a critério do telespectador decifrar. As cenas de violência são muito bem feitas mesmo o filme sendo de baixo orçamento. O filme foge muito do CLICHÊ por isso tantas críticas negativas.
Certa parcela da crítica e muitas pessoas veem em O MAL QUE NOS HABITA um, me desculpem a afetação, must. Mas para mim ele não passa de um filme banal que mistura diversos clichês do terror da forma mais previsível e preguiçosa possível.
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