Média
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Péssimo como um todo, não acho que deveriam vangloriar assassinos, achei desnecessário. Na história do patins ele foi um nada, patinava o básico e no filme foi exaltado como se fosse atleta e fizesse várias manobras. Isso só desrespeitou uma comunidade inteira do patins. O conteúdo foi totalmente adulterado para ficar bonito para o cinema, triste. Deveriam ter consultado pessoas da época que conheceram de fato o cara, assim como as pessoas que andavam com ele pois não era sozinho...enfim, uma atrocidade de filme.
spoiler:
O filme tentou mostrar a perspectiva das vítimas, mas não conseguiu! Também não contou direito a história do maniaco! Quem escolheu a atriz principal? Ela não poderia estar nem na malhação da Globo!
Minha sensação que eles produzem esses filmes só com a ideia de qualquer lixo vende desde que o título tenha um assassino famoso da história recente do Brasil . Pra que roteiro? Pra que direção? Pra que atores?
Ao que parece o filme tem um certo problema de ritmo. Embora tenha 1h40, a sensação que fica é de que nenhum arco foi bem trabalhado. As histórias ficaram jogadas, do mesmo jeito que alguns diálogos apareciam e sumiam do nada. O ponto favorável da narrativa é a abordagem do machismo para a cobertura do fato e a denúncia acerca da descredibilização das vítimas, mas ainda assim isso não foi apresentado de forma clara o suficiente para que as pessoas compreendessem o propósito da película (se é que era esse). Algumas atuações são um pouco caricatas, com mudanças de feição do nada, ou com a mesma expressão o tempo todo, talvez isso tenha contribuído para não gerar link entre o filme e o telespectador. Não envolveu, infelizmente.
"Maníaco do Parque” traz um elenco de peso, mas com um roteiro que mal se aguenta. Sob a direção de Maurício Eça, que parecia ter acertado em cheio com o público em “A Menina que Matou os Pais”, a promessa era de abrir novas portas para o true crime no cinema brasileiro. Mas querer e fazer são coisas bem diferentes. Em vez de mergulharmos na sombria história do infame Francisco, somos apresentados a Elena, uma jornalista fictícia vivida pela talentosa Giovana Grigio. E nem o brilho da nossa eterna Chiquitita salva esse roteiro desastroso.
O filme, que leva o nome do "Maníaco do Parque," gira mais em torno da frustração profissional de Elena, uma jornalista "justiceira" lutando contra o ambiente tóxico e machista de sua redação. Esses temas são importantes, claro, mas... e a história de Francisco? Quando Elena, interpretada de forma quase heroica, entrevista o criminoso, a cena beira o constrangedor. Um jornalista não está lá para julgar, mas para informar – detalhe que, aparentemente, o roteiro esqueceu.
Silvero Pereira foi escalado para o papel do maníaco, e isso é um acerto enorme. Ele, mesmo com um roteiro desastroso, entrega o que o filme deveria ter explorado com profundidade. Porém, com tanto foco na jornalista fictícia, o personagem do Silvero quase vira um coadjuvante. Em resumo, o filme carrega o nome do "Maníaco do Parque," mas a história parece ser sobre uma jornalista que nunca existiu e uma narrativa que nunca empolga. Fica no ar a pergunta: quando veremos a verdadeira história de Francisco? Porque essa, com certeza, ainda não é!
O filme, que leva o nome do "Maníaco do Parque," gira mais em torno da frustração profissional de Elena, uma jornalista "justiceira" lutando contra o ambiente tóxico e machista de sua redação. Esses temas são importantes, claro, mas... e a história de Francisco? Quando Elena, interpretada de forma quase heroica, entrevista o criminoso, a cena beira o constrangedor. Um jornalista não está lá para julgar, mas para informar – detalhe que, aparentemente, o roteiro esqueceu.
Silvero Pereira foi escalado para o papel do maníaco, e isso é um acerto enorme. Ele, mesmo com um roteiro desastroso, entrega o que o filme deveria ter explorado com profundidade. Porém, com tanto foco na jornalista fictícia, o personagem do Silvero quase vira um coadjuvante. Em resumo, o filme carrega o nome do "Maníaco do Parque," mas a história parece ser sobre uma jornalista que nunca existiu e uma narrativa que nunca empolga. Fica no ar a pergunta: quando veremos a verdadeira história de Francisco? Porque essa, com certeza, ainda não é!
Não entendi a história paralela que quiseram contar da jornalista, totalmente sem sentido. Achei engraçado que todas as vezes que aparece a foto do maníaco, colocaram a do Silvero, porém na reportagem real do JN, aparece o do próprio Francisco. Quem não o conhece, não vai entender nada, fora outras falhas. Quando se conta uma história do passado, toma-se o cuidado de não aparecer sobre o mundo atual e isso ficou claro no filme.
Roteiro previsível, falas quase infantilizadas, o ator deu certo no visual, mas ao falar não encaixa. Pior filme do ano nacional pra mim.
Filme muito monótono e parado, resumindo, péssimo filme, a atriz que faz a protagonista é muito fraca.
Atriz péssima. Foco é na jornalista fictícia tentando provar o seu valor em um ambiente masculino. Lacração apenas. Perderam uma excelente oportunidade de fazer um bom filme. Péssimo, nem percam tempo.
O documentário não tem construção de personagem, não tem um roteiro definido, não tem continuidade e de eventos e explica quase ou praticamente nada sobre as motivações do serial killer. Grandes documentários relatam as histórias das personagens para que o público entenda melhor a construção da história, o que faltou completamente neste.
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