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Helena Borges
10 críticas
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5,0
Enviada em 20 de outubro de 2024
Eu gostei muito pois mostra principalmente os erros cometidos pela falta de amparo e abordagens machistas quando as vítimas pediram ajuda, assim como na história real. A sonorização e atuação impecáveis. Pena que o que faz sucesso é a parte triste da história em que o sangue vende e agrada maia o público. Achei um filme maravilhoso pela crítica social e pelas críticas que o filme vem tendo é bem óbvio que muita coisa não mudou.
Há muitos erros nesse filme o primeiro deles é não explorar mais o maniaco o filme inteiro rolou com a jornalista e seus problemas familiares também retrataram o maniaco de forma caricata faltou explorar esse maniaco e melhorar as cenas de morte dele também o filme é muito dinâmico e isso atrapalhou a experiência
Maníaco do Parque é um documentário e filme brasileiro que explora o caso real de Francisco de Assis Pereira, um serial killer que cometeu uma série de crimes na cidade de São Paulo nos anos 90. Conhecido como “O Maníaco do Parque”, Pereira atraía mulheres ao Parque do Estado, onde cometia abusos e assassinatos. Esse caso chocou o Brasil pela brutalidade e pelo perfil psicológico do assassino, que se mostrava carismático e manipulador.
O filme serve como uma análise profunda dos crimes e do impacto deles na sociedade, além de abordar a investigação policial e os desafios enfrentados pelas autoridades para capturar o culpado. Muitos críticos apontam que o filme é pesado e provocativo, explorando as nuances psicológicas de Pereira e a vulnerabilidade de suas vítimas.
Para quem se interessa por criminologia, psicologia forense ou o impacto social de crimes violentos, o filme oferece uma perspectiva densa e perturbadora. Por outro lado, algumas pessoas criticam o filme pela forma sensacionalista com que a violência é abordada, questionando os limites éticos de se explorar uma tragédia real.
Cara, o filme não e tão ruim quanto as pessoas estão dizendo, mas tem muitos defeitos, quando você vê o filme e o documentário daí sim você vê a diferença. Mas tem gente tratando esse filme como se fosse o filme dos mamonas. Então sim não é ruim mas é muito fraco para o gênero que ele pertence. Mas acho injusto o jeito que as pessoas estão tratando esse filme.
Ao que parece o filme tem um certo problema de ritmo. Embora tenha 1h40, a sensação que fica é de que nenhum arco foi bem trabalhado. As histórias ficaram jogadas, do mesmo jeito que alguns diálogos apareciam e sumiam do nada. O ponto favorável da narrativa é a abordagem do machismo para a cobertura do fato e a denúncia acerca da descredibilização das vítimas, mas ainda assim isso não foi apresentado de forma clara o suficiente para que as pessoas compreendessem o propósito da película (se é que era esse). Algumas atuações são um pouco caricatas, com mudanças de feição do nada, ou com a mesma expressão o tempo todo, talvez isso tenha contribuído para não gerar link entre o filme e o telespectador. Não envolveu, infelizmente.
O filme é sobre uma jornalista, a história do maníaco do parque é apenas um pano de fundo, serve de pauta para… a jornalista fictícia, muito justiceira e pouco profissional, sem carisma algum, portanto, o nome do filme deveria ser “A jornalista”. Não aborda nada da vida do Francisco, não diz de onde veio, contexto da infância, relações amorosas antes dos crimes, amizades, detalhes dos casos, enfim, uma história riquíssima apesar de trágica, não apareceu nada, sem falar que tive a sensação de um Francisco com baixo desenvolvimento cognitivo, desenvolveu poucos diálogos, quando na verdade a “lábia” era uma das características mais marcantes, justificando inclusive o fato dele conseguir convencer essas mulheres a entrarem no mato com ele.
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