Maníaco do Parque
Média
2,0
424 notas

216 Críticas do usuário

5
9 críticas
4
12 críticas
3
15 críticas
2
42 críticas
1
66 críticas
0
72 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Marcelly Queiroz
Marcelly Queiroz

2 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 20 de outubro de 2024
Silvério foi muito bem, mas empacou num filme confuso, de roteiro péssimo, com uma atriz antogonista fraquíssima, sem emoção, sem suspense, sem nada. Infelizmente, não foi dessa vez. Esperava muito mais.
Prado Nat30
Prado Nat30

2 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 18 de outubro de 2024
Não entendi se o filme é sobre a jornalista chata, sem carisma e irritante ou sobre o maníaco do parque..
A história do Francisco de Assis é muito interessante, poderiam ter focado mais na vida dele e sobre como ele se tornou esse monstro, mas preferiram dar ênfase a história chata da jornalista. História essa que nem existiu de verdade, apenas no filme. A atriz é extremamente sem carisma.
Parabéns ao Silvério que fez um trabalho excelente como Francisco.
Gabriella Oliveira
Gabriella Oliveira

2 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 19 de outubro de 2024
Previsível e lento!
Narrativa entediante, fraca. A história, acredito que todos já conhecíamos, então, não julgo o fato da narrativa previsível, porém, o filme é muito lento, a história (embora seja um caso interessante) foi mal trabalhada, o filme se torna cansativo e até um pouco confuso (não consegui entender bem a história da jornalista Elena), acredito que poderiam trazer uma atmosfera de suspense, talvez trabalhar mais com a psicologia, spoiler: tentaram trazer a Mel Lisboa ali como uma psicóloga que de certa forma explica sobre alguns traços de psicopatia para a Elena, mas as explicações sempre em conversas rasas e de forma pouco trabalhada.
Enfim, acredito que poderiam ter feito algo muito melhor, achei um filme realmente fraco em construção, NÃO senti falta de cenas mais "violentas".
Por fim, preciso resaltar que a interpretação de Silvério Pereira foi ímpar, excelente!
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.171 seguidores 973 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de outubro de 2024
Excelente produção nacional com perfeição nas interpretações, destaque total de Silvério. Como temos um panorama de todo machismo estrutural e imprensa sensacionalista que permeava as investigações de maneira negativa. Esperamos que a justiça permaneça.
FERNANDA LAIANE
FERNANDA LAIANE

9 seguidores 119 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 24 de outubro de 2024
A Giovana Grigio deu um show de atuação, amei muito. Teve algumas partes que eu achei meio... blé. Não achei que o ator escolhido pra viver o Francisco, passou uma vibe de coitadinho, ele até tentou, mas se fosse eu no lugar dessas meninas, teria era medo da cara de sujo dele. Mas, a atuação dele foi impecável, só não tanto a caracterização.
anônimo
Um visitante
1,5
Enviada em 7 de janeiro de 2025
O filme Maníaco do Parque, dirigido por Mauricio Eça e lançado em 2024 pela Amazon Prime, explora a história de Francisco de Assis Pereira, mais conhecido como o "Maníaco do Parque", cujos crimes nos anos 90 chocaram o Brasil. Com Silvero Pereira no papel de Francisco, Giovanna Grigio como Elena, Mel Lisboa como Martha e Marco Pigossi como Vicente, o filme traz para o centro da narrativa a trajetória sombria de um assassino em série que atacou 21 mulheres, assassinando dez delas e ocultando seus corpos no Parque do Estado, em São Paulo.

Inspirado por uma das figuras mais perturbadoras da criminologia brasileira, Maníaco do Parque apresenta a personagem Elena (Giovanna Grigio), uma jornalista iniciante que vê na investigação dos crimes uma oportunidade de impulsionar sua carreira. A ambição de Elena em desvendar a mente do criminoso e entender suas motivações é o motor da narrativa. Contudo, embora o filme se comprometa a revelar os detalhes das ações de Francisco e o impacto do medo na sociedade paulistana, ele falha ao construir uma análise social crítica, preferindo focar no aspecto sensacionalista dos eventos.

Segundo dados do acervo histórico do G1 e de artigos da Folha de São Paulo, Francisco de Assis Pereira foi capturado em 1998, após uma intensa caçada policial que chamou atenção nacionalmente pela gravidade dos crimes e pela relação com questões de segurança pública e falhas no acompanhamento psicológico do indivíduo. Essas informações revelam o pano de fundo do filme e poderiam ter contribuído para uma reflexão mais profunda sobre os problemas estruturais que circundam esses casos no Brasil. No entanto, a produção deixa de lado o contexto social e psicológico mais amplo, concentrando-se nos atos de Francisco de maneira quase fetichista, o que acaba por minimizar o impacto real que a história poderia proporcionar.

A estrutura narrativa do filme opta por uma abordagem fragmentada, utilizando avanços e recuos temporais na tentativa de construir uma atmosfera de mistério e suspense. Esse recurso, no entanto, muitas vezes torna a trama confusa e fragmentada, prejudicando a compreensão e a linearidade dos eventos. Em resenha publicada no Observatório do Cinema, críticos apontaram que o formato descontínuo dificulta a imersão e parece uma tentativa forçada de elevar a complexidade da narrativa, mas que, na prática, mais desorienta o público do que contribui para o suspense .

Outro ponto de crítica se dá na representação dos personagens. Silvero Pereira entrega uma atuação intensa e convincente, buscando capturar a frieza e o cálculo do personagem, enquanto Giovanna Grigio como Elena busca compor uma personagem ambiciosa e determinada. No entanto, ambos os personagens carecem de uma profundidade psicológica mais bem explorada. Francisco é retratado de maneira monolítica, como um vilão sem nuances que pouco revela sobre as raízes de sua psicopatia. Em comparação com produções semelhantes, como Mindhunter (2017) ou Zodíaco (2007), que abordam a psicologia dos assassinos com uma complexidade que permite ao público compreender as dinâmicas por trás dos crimes, Maníaco do Parque se limita a apresentar o personagem como uma figura de pura maldade, sem abordar os fatores psicológicos, ambientais ou sociais que poderiam enriquecer a análise.

Além disso, o filme falha em humanizar as vítimas de Francisco. As mulheres atacadas são frequentemente representadas como personagens secundárias, sem desenvolvimento emocional ou histórico. Essa abordagem contribui para a despersonalização das vítimas, um problema que também foi criticado por especialistas em criminologia e cinema, como expresso em resenha do CinePOP, que observa que a produção perde uma oportunidade de transmitir o impacto devastador dos crimes ao minimizar a presença das vítimas e não contextualizar suas histórias . Em O Silêncio dos Inocentes (1991), por exemplo, há uma tentativa de construir uma narrativa de tensão sem explorar o lado sensacionalista, o que falta em Maníaco do Parque.

A produção também falha em apresentar uma tese central. O filme oscila entre a tentativa de denunciar a violência e o sensacionalismo que a envolve e a simples dramatização dos eventos. Em um contexto em que a mídia brasileira foi fortemente criticada por sensacionalizar crimes e transformar criminosos em figuras midiáticas, seria de se esperar que a obra explorasse as responsabilidades da cobertura jornalística e sua influência no comportamento de figuras psicopatas. Mas essa análise crítica está ausente, deixando o público com uma narrativa que parece incompleta e superficial.

De modo geral, Maníaco do Parque entrega uma adaptação fiel aos eventos em termos factuais, mas perde a oportunidade de explorar a complexidade psicológica dos personagens e a profundidade dos temas sociais envolvidos. Em uma sociedade onde a violência contra a mulher e a psicopatia são temas cada vez mais relevantes, faltou ao filme uma abordagem mais fundamentada e crítica, capaz de ultrapassar o mero relato dos eventos.

A ausência de uma tese central, somada a uma narrativa que privilegia o sensacionalismo, limita o impacto da obra e impede que ela alcance a profundidade necessária para um filme sobre um tema tão trágico e complexo.
Fabio Augusto Ribeiro
Fabio Augusto Ribeiro

3 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 23 de outubro de 2024
Que deprimente, uma ótima oportunidade de fazer um filme incrível e a realidade foi mais uma lacração, a repórter não tem nada a ver com a história, nem existiu na realidade, a Policia fez um grande trabalho e foi praticamente ridicularizada e estereotipada no filme, o nome do filme á "Maníaco do Parque" mas o filme real é "A repórter( que não existiu e foi criada apenas pra lacração, feminismo)", quem viveu na época esperava um filme com 80% sobre toda a vida e sobre o caso do maníaco do parque, o que veio foi 80% a repórter, 5% ele sendo o psicopata que é e 15% de enrolação, uma pena o Silvério é um grande ator, poderia ter marcado a carreira dele, de verdade não recomendo mesmo, é uma pena mas esse filme é uma porcaria...
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 895 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 19 de outubro de 2024
A macabra história do Maníaco do parque ganhou as telas e contou com a direção de Maurício Eça. O filme conta com ótimas atuações de seus protagonistas: Giovanna Grigio como Elena e Silvero Pereira como Chico estrela. O grande problema do filme está em que história se quer contar. O roteiro de L.G Bayão parece se perder nisso. Se a história deve se contada diante da perspectiva da jovem e frustrada repórter Elena ou de Chico, um motoboy aparentemente inofensivo, mas que esconde uma face monstruosa. Ao sustentar essas duas narrativas, o filme apenas acaba mostrando como as grandes mídias mostravam o caso na época (exemplo de Gilberto Barros). A falta de objetividade de clareza do roteiro, em certa medida é salva ao dar voz as vitimas que sobreviveram ao caso e conceder o protagonismo do caso para elas, uma vez que foram silenciadas por conta do machismo. A própria pretensão de carreira de Elena também foi silenciada pelo machismo dos seus colegas de trabalho. Como um relato das vitimas o filme é bem conduzido, mas uma pena que o roteiro tenha tido esse entrave e possivelmente essa trama não deve ficar por muito tempo na memória das adaptações de crimes do Brasil.
MAGRAOBL
MAGRAOBL

29 seguidores 402 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de outubro de 2024
[19/10/2024 Prime Video]

Tem lá seus problemas de direção e roteiro, mas no final, eu acabei gostando.
Eu tinha 14 anos na época e mesmo morando no interior de São Paulo esse caso era notícia diária nos telejornais e programas policiais.
De forma geral o filme é bom. Gostei da personagem da Giovanna Grigio e gostei também do Silvero Pereira como Francisco/Maníaco do Parque. Acho que o Silvero demorou um pouco para entregar os trejeitos do Maníaco, mas, do meio do filme pro final ele consegue entregar trejeitos de um psicopata...
Cleibsom Carlos
Cleibsom Carlos

18 seguidores 225 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 15 de novembro de 2024
Na ânsia de lacrar, o filme desvirtua totalmente a história real...Não que isso seja proibido, afinal MANÍACO DO PARQUE é "baseado" em fatos reais, mas a lacração tem certos dogmas infantis que torna isso aqui raso, previsível e enfadonho demais.

O roteiro, tendo em vista os dogmas citados, deve tornar a personagem feminina uma heroína que luta contra o patriarcado e o personagem masculino um monstro unidimensional e sem nuances, e, como a previsibilidade é a norma quando isso acontece, o público já sabe com 10 minutos de filme como tudo irá se desenrolar e acabar.

E o subtítulo do filme, "UM SERIAL KILLER BRASILEIRO", como se todes brasileirxs (modo ironia ligado) devessem se "orgulhar" disso, é de tremendo mau gosto.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa