A Morte de Um Unicórnio
Média
3,0
28 notas

7 Críticas do usuário

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1 crítica
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Celso P.
Celso P.

1 seguidor 9 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de julho de 2025
Um bom filme. A24 é sinônimo de qualidade. Não reinventa a roda, mas ainda assim é mais original que muita coisa.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 31 de julho de 2025
A morte de um unicórnio é um filme muito bom, divertido e bem legal, a jenna Ortega arrasou nesse filme, ele é mais uma comédia do que um terror minha nota é
NerdCall
NerdCall

58 seguidores 458 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 31 de julho de 2025
Quando os veículos anunciaram A Morte de um Unicórnio como uma produção que misturava comédia com terror envolvendo unicórnios, produzida pela A24 e com nomes de peso no elenco, as expectativas naturalmente foram altas. No entanto, o que é entregue aqui é um filme sem força narrativa, mesmo propondo temas interessantes. A direção do estreante em longas, Alex Scharfman, pesa negativamente no desenvolvimento da trama, assim como seu próprio roteiro, que carece de quase tudo. Não consegue ser engraçado como pretendido, não cria qualquer senso de urgência, já que os personagens e suas relações são mal desenvolvidos, e tampouco entrega um horror gore de impacto. O longa parece mais um rascunho de uma boa ideia, que poderia ter funcionado melhor em outras mãos ou com um tom mais bem definido.

A história gira em torno da construção de uma mitologia dos unicórnios e da relação entre Elliot e Ridley Kintner (Paul Rudd e Jenna Ortega). Scharfman até apresenta elementos interessantes ao inventar costumes, história e comportamentos da espécie, o que em um primeiro momento soa promissor por explorar um território pouco conhecido. Contudo, essa mitologia acaba se tornando um mero manual de instruções para os personagens, o que dilui completamente o impacto e o mistério que essas criaturas poderiam ter. Com isso, o diretor abandona essa construção e parte para um terror gore com unicórnios visualmente questionáveis.

Se os unicórnios fossem o único problema de CGI, até seria perdoável — afinal, estamos falando de criaturas mágicas. Mas quando o gênero sugere mortes criativas ou ao menos bem executadas, o mínimo esperado é um capricho visual. O filme recorre quase sempre ao CGI nesses momentos, com raras cenas de efeitos práticos. Scharfman até tenta disfarçar a baixa qualidade com cenas noturnas em florestas e neblina densa, mas é gritante o quão mal feito e amador é o trabalho. Isso prejudica diretamente a experiência.

Como mencionado, o longa também foca na relação de pai e filha (Elliot e Ridley), marcada pelo luto da mãe e esposa. No entanto, o drama familiar é tratado de forma genérica e rasa. A dor da perda é apresentada rapidamente no início e depois usada apenas como um artifício para uma reconciliação previsível, o que elimina qualquer envolvimento emocional. E isso mesmo com bons atores em cena. Jenna Ortega, por exemplo, mostra que continua em ascensão em Hollywood, mesmo com um material frágil. Will Poulter também se destaca pelo timing cômico, e suas cenas são as poucas que chegam perto de ser engraçadas. Já os personagens vividos por Richard E. Grant e Téa Leoni são caricatos, formando a clássica família gananciosa e descartável. O roteiro sequer tenta desenvolver um vínculo com eles, e nem com o público.

O filme até levanta algumas pautas relevantes, como a pureza de um unicórnio corrompida pela ambição humana, a forma como a natureza é tratada como recurso e críticas ao sistema capitalista. Ideias que, se fossem bem trabalhadas, poderiam dar ao filme alguma profundidade. No entanto, Scharfman as insere de forma tão exagerada que acabam se tornando o centro da narrativa, quando deveriam estar no subtexto. A princípio, parecem provocações interessantes, mas, ao longo da trama, quebram o ritmo e deixam tudo cansativo.

Em resumo, A Morte de um Unicórnio poderia ter sido mágico, pelos temas propostos e pela tentativa de Scharfman de trazer algo original. Mas o CGI mal executado, a comédia que raramente funciona, o terror que não assusta e as críticas sociais que tomam espaço demais fazem o filme parecer superficial. No fim, a experiência é rasa, emocionalmente ineficaz e facilmente esquecível. Pelo elenco e pelo selo A24, era de se esperar algo minimamente marcante, o que, infelizmente, se desfaz nos primeiros 15 minutos.
Adriano Jose da silva
Adriano Jose da silva

4 seguidores 44 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de agosto de 2025
Como uma nova produção da A24, "A Morte do Unicórnio" é um filme que consegue ser ao mesmo tempo assustador e tocante. O diretor nos leva a uma jornada intensa e claustrofóbica, onde um pai e uma filha se veem presos em um dilema moral desesperador após atropelar uma criatura mítica. A atuação de Paul Rudd, como o pai, e de Jenna Ortega, como a filha, é a base do filme, com ambos entregando performances cruas e cheias de nuance que nos fazem questionar o que faríamos em uma situação similar.
O longa se destaca pela sua abordagem visual e sonora. A atmosfera de tensão é construída de forma magistral, com a fotografia escura e a trilha sonora inquietante trabalhando em conjunto para criar um senso de isolamento e perigo iminente. A24 mais uma vez prova ser uma produtora que não tem medo de correr riscos, e "A Morte do Unicórnio" é um exemplo perfeito de como um thriller psicológico pode ser inteligente e profundamente comovente. É um filme que, sem dúvida, vai ficar na mente do espectador por muito tempo após a sua exibição.
Nota: 98% de aprovação e 5 de 5 estrelas.
Gabriela Santos
Gabriela Santos

23 seguidores 416 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 10 de março de 2026
uma vibe meio "Casamento Sangrento", né? com muito sarcasmo e sangue jorrando. é bem diferente do que eu esperava, me surpreendeu, achei divertido, mas ainda fiquei com uma sensaçãozinha de que algo faltou...
LinLin X
LinLin X

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 1 de março de 2026
Eu, sinceramente, acho que muitas pessoas têm a mente muito fechada quando se trata de filmes, como se tudo precisasse ser “perfeito” para ser bom. Mas o cinema não deveria ser exatamente o espaço onde roteiristas e diretores deixam a imaginação fluir? Nem toda obra precisa seguir uma fórmula impecável para ter valor.
O filme é interessante justamente por ser diferente. A maioria das pessoas imagina unicórnios como criaturas delicadas, quase no estilo de My Little Pony, mas aqui a referência vem de uma tapeçaria medieval que realmente existe, baseada em uma lenda histórica. Isso já muda completamente a proposta estética. Ele não tenta ser fofo ou fantasioso no sentido infantil (há uma intenção mais simbólica e até sombria por trás da construção dessas criaturas.)
Talvez, por causa dessa visão padronizada que temos do cinema hoje em dia, muita gente não tenha gostado. Sim, o enredo é previsível em alguns momentos, mas previsibilidade não é sinônimo de algo ruim. Às vezes, o que importa é a atmosfera, a proposta, a experiência.
Eu costumo assistir filmes considerados “duvidosos”. Nem sempre eu gosto, mas isso não significa que sejam objetivamente ruins (apenas que não me agradaram.) Existe uma diferença enorme entre “não é para mim” e “é ruim”.
Quanto aos aspectos técnicos, o CGI dos unicórnios realmente não é dos melhores, mas os efeitos de sangue e órgãos são até bastante realistas. Ou seja, há qualidades ali que merecem ser reconhecidas. Ditro isso, 9/10
Leocesar
Leocesar

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 15 de fevereiro de 2026
Foi uma perca de tempo absurda assistir essa bobagem, filme besta, cheio de de decisões estupidas e personagens rasos, historia fraca e roteiro mal escrito...enfim...
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