Um grupo de jovens franceses viaja para Nápoles em uma excursão escolar para desbravar as ruínas de Pompéia e ver os corpos petrificados pelo Monte Vesúvio, um dos vulcões mais perigosos do mundo. O filme de Marine Atlan tem como referência principal o livro Gradiva (1902) de Wilhelm Jensen, no qual um arqueólogo vê a imagem de uma mulher em um museu romano e viaja na própria imaginação para uma Pompéia no ano 79 depois de Cristo, quando o Vesúvio entrou em erupção. Ele nomeia essa mulher como “Gradiva” e ela o ajuda a entender a sua realidade com o amor. No vencedor da Semana da Crítica (mostra paralela do Festival de Cannes 2026), assim como o arqueólogo, os estudantes são guiados em uma jornada que desperta sentimentos contidos até que estejam plenamente rendidos.