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Muito bom,! Ari Aster é, definitivamente, um dia melhores diretores dessa nova geração. Até agora não errou
Um filme desconcertante sobre fake news, pós verdade, loucura das mídias sociais e acima de tudo sobre a doença grave da sociedade que é corroida, assim como as relações humanas.
Quando escrevi sobre Midsommar, refleti sobre o excesso de simbolismo que Ari Aster quis colocar no filme e como isso pode comprometer a assimilação do espectador com o que o diretor quer dizer. Aqui é ao contrário. Achei que faltou sutileza na hora de construir o personagem de Joaquim Phoenix (muito bem como sempre) e suas opiniões/posicionamentos, que em 2025 já se tornou lugar comum as denúncias que ele faz de tipos como Xerife Joe, enfraquecendo a potência do discurso. O fato de tentar abraçar diversas causas de forma superficial também fortalece essa falta de importância para o que o filme quer critcar.
Mas essa é a minha única crítica negativa. Eu gosto muito do estilo do diretor. Aqui ele dá um show nas câmeras. Não só esteticamente, mas como ele usa o recurso de forma inteligente para contar a história. Gosto muito da progressão em que conhecemos o caráter duvidoso do Xerife. No início, ele até parece ter razão sobre o que está reivindicando, mas aos poucos vamos conhecendo suas verdadeiras intenções e determinação calculista para conseguir o que quer.
Mesmo soando batido como falei no início da crítica, é assustador pensar como esses padrões de comportamento se repetem até mesmo aqui o Brasil.
Mas essa é a minha única crítica negativa. Eu gosto muito do estilo do diretor. Aqui ele dá um show nas câmeras. Não só esteticamente, mas como ele usa o recurso de forma inteligente para contar a história. Gosto muito da progressão em que conhecemos o caráter duvidoso do Xerife. No início, ele até parece ter razão sobre o que está reivindicando, mas aos poucos vamos conhecendo suas verdadeiras intenções e determinação calculista para conseguir o que quer.
Mesmo soando batido como falei no início da crítica, é assustador pensar como esses padrões de comportamento se repetem até mesmo aqui o Brasil.
Não perderei tempo avaliando. É mais simples e fácil pedir para quem estiver lendi minha avaliaçãio, que considere todas as considerações negativas acerca da obra, como sendo minha. Joaquim Phoenix? Outrossim, digo que nem ele salvou! Por fim, acrescento que sim, vi tudo - claro que metade foi adiantando (FF) - só de raiva! Zero estrela!
Eddington é Ari Aster dobrando a aposta em sua fase mais experimental, e o resultado é tão fascinante quanto irregular. Ambientado em plena pandemia, o filme mistura paranoia, crítica social e absurdos culturais em um caldeirão de ideias que nem sempre encontram espaço para respirar.
Joaquin Phoenix carrega o longa nas costas, entregando uma das atuações mais intensas de sua carreira, enquanto um elenco poderoso é deixado de lado para servir à espiral paranoica do protagonista.
Aster arrisca, testa limites e entrega momentos realmente envolventes, especialmente no primeiro ato e no desfecho. Mas o excesso de temas e a narrativa inchada tornam a experiência cansativa, com altos e baixos que diluem seu impacto emocional.
Ambicioso, caótico e por vezes brilhante, Eddington é um filme que desperta interesse, mas dificilmente conquista de forma plena. É Aster insistindo em um cinema raro e talvez ainda procurando o equilíbrio dentro dele.
Joaquin Phoenix carrega o longa nas costas, entregando uma das atuações mais intensas de sua carreira, enquanto um elenco poderoso é deixado de lado para servir à espiral paranoica do protagonista.
Aster arrisca, testa limites e entrega momentos realmente envolventes, especialmente no primeiro ato e no desfecho. Mas o excesso de temas e a narrativa inchada tornam a experiência cansativa, com altos e baixos que diluem seu impacto emocional.
Ambicioso, caótico e por vezes brilhante, Eddington é um filme que desperta interesse, mas dificilmente conquista de forma plena. É Aster insistindo em um cinema raro e talvez ainda procurando o equilíbrio dentro dele.
Apesar de ter diálogos interessantes até na metade, o filme é um pouco morno. Mas depois de reviravoltas impactantes, o filme ganha fôlego e melhora bastante.
Grande elenco, que não condiz com a obra, historia muito mal elaborada que se perde totalmente do meio para o final.
Ruim, ruim, ruim. Bons atores, e criticas absurdas. Emasculador, com representatividade ilimitada, e como sempre quebra paradigmas desnecessário.
Elenco bom, roteiro bem ruim, resultado desastroso. Até a metade do filme, Eddington parece promissor, daí surgem 10 plot twists diferentes que acabam com a história. Parece que escolheram todos os finais possíveis para o filme e resolveram executar todos. O final é desajeitado e aleatório.
Fezes com 100% de pureza
Perdi 2:30hrs de vida útil, de bom humor e bem estar com mais um lixo cinematográfico incensado por pseudo-intelectuais doentes mentais.
Perdi 2:30hrs de vida útil, de bom humor e bem estar com mais um lixo cinematográfico incensado por pseudo-intelectuais doentes mentais.
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