A Empregada
Média
4,1
583 notas

168 Críticas do usuário

5
70 críticas
4
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3
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Flavio G.
Flavio G.

3 seguidores 3 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 28 de janeiro de 2026
Uma jovem empregada doméstica que entra na casa de uma família rica e aparentemente perfeita, composta por Nina (Amanda Seyfried), Andrew (Brandon Sklenar) e sua filha. O que começa como um thriller psicológico rapidamente se transforma em uma crítica velada ao que Hollywood adora demonizar: a estrutura familiar nuclear, a autoridade masculina e os valores conservadores. O filme pinta a família Winthrop como um modelo de perfeição exterior – casa luxuosa, casamento estável, filha adorável – mas revela camadas de podridão interna: adultério, manipulação, abuso e segredos sombrios. Nina é retratada como uma esposa instável e manipuladora, enquanto Andrew é o patriarca autoritário que esconde um passado violento. Essa narrativa é um clichê hollywoodiano: a família tradicional é sempre falsa, sustentada por mentiras e opressão, em vez de amor e compromisso. Uma das cenas mais chocantes é quando Millie quebra um prato de porcelana herança da mãe de Andrew, levando a uma punição brutal: ele a tranca no sótão e a força a se autoflagelar com cacos de vidro, fazendo 21 cortes na barriga como "penitência". Isso é usado para retratar o patriarcado como sádico e controlador, com Andrew representando o homem branco rico que esmaga as mulheres "inferiores" (a empregada e a esposa). O filme sugere que hierarquias tradicionais – como a autoridade do marido ou do patrão – são inerentemente abusivas, ecoando narrativas feministas que veem o patriarcado como o raiz de todo mal. A Bíblia defende uma liderança masculina amorosa e sacrificial, não opressiva (Efésios 5:22-33; Colossenses 3:19). Andrew é uma caricatura extrema, não um retrato realista; na verdade, o filme exagera para demonizar qualquer forma de autoridade. Quebrar um item de herança familiar é um ato de desrespeito profundo – simboliza vandalismo contra o legado e a continuidade geracional, valores que conservadores prezam. Em uma casa cristã, conflitos seriam resolvidos com diálogo, oração e responsabilidade mútua, não com violência gratuita. O filme ignora que muitas mulheres em papéis tradicionais (como donas de casa ou empregadas) encontram propósito e dignidade no serviço, como ensinado em Provérbios 31. Em vez disso, promove uma "empoderamento" que leva ao caos, alinhando-se com ideologias seculares que rejeitam a submissão bí é repleto de reviravoltas que servem a uma agenda esquerdista: Millie, vinda de um passado pobre e criminoso, "vinga" as injustiças sociais contra a elite rica. Há insinuções de crítica ao capitalismo (a família é podre porque é rica), ao racismo implícito (embora sutil) e à "opressão de classe". O final, com Millie tomando o controle, é celebrado como triunfo feminista, mas ignora consequências morais – adultério, mentira e vingança são normalizados, sem qualquer chamada ao arrependimento. "A Empregada" é visualmente atraente, com atuações sólidas (Sweeney brilha como a protagonista manipuladora), mas seu suspense é ofuscado por um viés político excessivo. Em uma escala de 1 a 10, dou 4: pontos pela tensão inicial, mas deduções pela agenda ideológica que ataca a família, o patriarcado e os valores cristãos. Recomendo para quem quer ver como a esquerda infiltra o entretenimento, mas evite se busca algo edificante. Em vez disso, assista clássicos como "A Noviça Rebelde" ou "Ben-Hur", que celebram fé e tradição. Que Deus nos guarde de narrativas que semeiam divisão em vez de unidade.
Charles G.
Charles G.

3 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de março de 2026
Excelente filme.
As atuações de Amanda Seyfried e Sydney Sweeney são perfeitas.
Do começo ao fim tudo de bom.
Para não gostar só por motivos ideológicos.
ines avelar
ines avelar

2 seguidores 131 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de março de 2026
Muito bom filme! Tem bom ritmo, bom suspense e um bom plot
Percebi relativamente cedo que ele é que era o tóxico da relação mas mesmo assim depois ainda houve mais pontos da história no final que me surpreenderam!
Everson Cleber
Everson Cleber

2 seguidores 52 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 4 de janeiro de 2026
O filme inicia com uma narrativa sobre as relações de poder entre patroa e empregada, expondo, com sutileza, a violência simbólica do cotidiano doméstico e depois surge a abordagem sobre a psicopatia com cenas, para mim, previsíveis e, por vezes, hilárias ( spoiler: um golpe com uma arma branca no pescoço da vítima ser algo indolor)
, embora o filme seja de suspense…
Rafael S
Rafael S

1 seguidor 46 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de fevereiro de 2026
Não sei se o filme é fiel ao livro ou não, porém o filme em si é muito bom, recomendo fortemente. Além de ser um suspense/mistério, ele aborda um tema muito importante que é a violência doméstica. Vale a pena!
Laurab
Laurab

1 seguidor 42 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 2 de fevereiro de 2026
Mto bom ……………. ……………. ……………. ……………. ……………. ……………. ……………. …………….
OOOI OI!
OOOI OI!

1 seguidor 22 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 11 de março de 2026
O final foi até divertido de ver

Não tem muito o que dizer sem dar spoiler, recomendo apenas que assista se você gosta do gênero suspense.
CindySabrina
CindySabrina

1 seguidor 5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de dezembro de 2025
O filme ficou muito fiel ao livro, ficou incrível. Claro que todo roteiro tem mudanças e esse mudou pra melhor, era exatamente o que eu pensava que ia acontecer no livro e aconteceu no filme. A mudança na questão da tortura também ficou muito boa. Atuações impecáveis!
Guilherme Muller Richter
Guilherme Muller Richter

1 seguidor 6 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 16 de março de 2026
Que filme chato. Muito ruim..sem sal e sem açúcar, com atuações medíocres. Não vale o tempo destinado a assisti-lo
Vitor R
Vitor R

51 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 12 de janeiro de 2026
É um filme bem curioso, para os fãs dos livros já era uma grande experiência, mas para quem não tinha muito conhecimento sobre a trama, uma grande incógnita. Chegou com uma trama bem tranquila, de uma mulher em busca de recomeçar e nos mergulha em uma história com grandes reviravoltas.
A direção é bem contente aqui, com personagens bem cativantes, que são interpretados por atores/atrizes bem competentes, Amanda Seyfried destrói atuando, entregando uma mulher desequilibrada que você compra do começo ao fim da trama, Sidney Sweeney vai em uma atuação mais tranquila inicialmente, mais em sua zona de conforto, mas do meio pro final também traz uma atuação bem expressiva e dedicada pra personagem, Brandon Sklenar também faz um personagem bem notável, por mais que seja um pouco menos que suas contrapartes, ainda assim merece por mostrar que as aparências enganam.
Quem não conhecia a história fica imerso naquela situação e cria mil e uma teorias em um curto espaço de tempo para tentar montar esse quebra cabeça que nos é apresentado.
Por mais que seja uma história bem pequena, fechada naquele núcleo de personagens, ainda sim consegue contá-la de forma excepcional e intrigante.
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