A Empregada
Média
4,1
583 notas

168 Críticas do usuário

5
70 críticas
4
48 críticas
3
23 críticas
2
9 críticas
1
11 críticas
0
7 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.171 seguidores 973 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 2 de janeiro de 2026
Que roteiro! Tenso, divertido, forte e com grandes viradas. Ele vai crescendo e não baixa mais, bem interpretado e otimamete dirigido.
Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 18 de fevereiro de 2026
A Empregada é um filme feito para engajamento e extremamente comercial. Apesar de possuir um dito “plot twist”, ele não é tão surpreendente assim, porque fica nítida, desde o início, a intenção de causar a reviravolta.

Contudo, o filme tem boas surpresas. O casting é ótimo, a direção funciona muito bem, e as escolhas narrativas são fluidas e extremamente funcionais. O filme entretém e diverte.

É interessante que, apesar de raso, após a conclusão os detalhes da obra se conectam. Mesmo precisando de uma grande suspensão de descrença do início ao fim, o conjunto é melhor do que eu esperava — talvez porque fui assistir com pouquíssima expectativa —, mas ainda assim consegui enxergar qualidades.
6,5/10
Fernanda Silveira
Fernanda Silveira

54 seguidores 117 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 8 de março de 2026
Esperava bem mais do filme. Elenco ótimo, história ótima, boa atuação. Mas a história poderia ter sido melhor desenvolvida.
NerdCall
NerdCall

59 seguidores 484 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 7 de janeiro de 2026
A Empregada chega aos cinemas brasileiros em um contexto bastante específico, tanto para sua protagonista quanto para o próprio mercado nacional. Lançado nos Estados Unidos em 2025, o filme desembarca no Brasil apenas em janeiro de 2026, ocupando um espaço estratégico em meio a uma certa “ressaca” do público, que vinha de grandes fenômenos recentes de bilheteria como Avatar 3 e Zootopia 2. Nesse cenário, o longa surge quase como uma alternativa mais adulta e tensa para quem buscava algo diferente após semanas dominadas por superproduções familiares.

Esse timing também se cruza com um momento delicado na carreira de Sydney Sweeney. O ano anterior foi marcado por polêmicas envolvendo suas entrevistas e campanhas publicitárias, o que acabou respingando diretamente na recepção de seus trabalhos. Filmes como Echo Valley foram amplamente criticados, enquanto a cinebiografia Christy se tornou um fracasso histórico de bilheteria nos Estados Unidos. A Empregada, portanto, chega com a missão quase simbólica de encerrar esse ciclo em tom mais positivo e, do ponto de vista comercial, isso de fato acontece. Com uma arrecadação superior a 95 milhões de dólares ao redor do mundo, o filme se estabelece como um sucesso financeiro e ajuda a reposicionar a atriz diante do público.

Grande parte desse resultado passa por uma campanha de divulgação que não hesita em explorar seus maiores trunfos. O marketing do filme aposta fortemente nos rostos de Sydney Sweeney e Amanda Seyfried, além de se apoiar em uma base de fãs bastante engajada. É difícil negar que o elenco seja um dos principais atrativos da produção. Além das duas protagonistas, Brandon Sklenar e Michele Morrone ajudam a compor um conjunto de personagens que, ao menos no papel, prometia conflitos intensos e um jogo psicológico constante.

Para dirigir o longa, Paul Feig parecia uma escolha segura. Conhecido por trabalhar com protagonistas femininas e por já ter flertado com gêneros além da comédia, havia a expectativa de que ele conseguisse equilibrar suspense, drama e tensão psicológica. No entanto, é justamente nessa condução que A Empregada começa a apresentar seus maiores problemas. Feig demonstra entusiasmo na construção do clima de ameaça constante, mas parece indeciso sobre qual tom realmente quer adotar ao longo da narrativa.

O roteiro de Rebecca Sonnenshine, adaptado do livro de Freida McFadden, deixa claro desde o início que a proposta era mergulhar em um território mais instável, explorando personagens à beira do colapso, relações marcadas por manipulação e um jogo de aparências que se desfaz pouco a pouco. No entanto, quando esse texto chega às mãos de Feig, a abordagem muda de forma perceptível. O diretor opta por misturar o suspense com um humor ácido que nem sempre conversa bem com o clima que o filme tenta estabelecer. Essa escolha cria uma sensação constante de desalinhamento, como se o longa hesitasse entre provocar tensão ou aliviar o peso das situações com comentários irônicos.

Há, sem dúvida, temas fortes à disposição da narrativa: relacionamentos tóxicos, abuso psicológico, jogos de poder e a própria vulnerabilidade de quem ocupa uma posição social inferior dentro daquela casa. No entanto, boa parte dessas ideias acaba ficando em segundo plano. O filme se concentra excessivamente na dinâmica entre empregada e empregadores, especialmente no embate entre as personagens de Sweeney e Seyfried. Embora essa relação seja central para a história, ela acaba ocupando mais espaço do que deveria, deixando outras questões importantes apenas para serem tocadas de forma apressada no último ato.

Essa decisão gera uma contradição estrutural que o filme nunca resolve completamente. Ao mesmo tempo em que constrói um suspense eficiente, mantendo o espectador sempre alerta e à espera de que algo ruim aconteça, Feig parece receoso de confiar plenamente na inteligência do público. Isso se reflete no uso excessivo de narração em off, especialmente por parte da personagem de Sydney Sweeney. Em vários momentos, pensamentos e intenções são explicados de forma direta, quando poderiam muito bem ser sugeridos por ações, olhares ou situações. O resultado é um filme que quer ser menos óbvio, mas acaba explicando demais.

Essa escolha também impacta o desenvolvimento emocional da trama. Feig afirmou em entrevistas que não pretendia fazer um thriller convencional, e isso até se percebe na maneira como ele organiza a história para sustentar a grande virada final. No entanto, quando se trata da construção dos conflitos e das relações entre os personagens, o diretor adota um caminho bastante direto, deixando pouco espaço para que o espectador preencha as lacunas por conta própria. O suspense funciona, mas o envolvimento emocional sofre com essa falta de sutileza.

Ainda assim, é preciso reconhecer que a construção da tensão é um dos pontos altos do filme. Feig sabe criar um ambiente desconfortável, onde o perigo parece sempre próximo. Questões deixadas em aberto, como o passado da protagonista ou a presença ambígua do jardineiro interpretado por Michele Morrone, ajudam a manter o interesse durante boa parte da projeção. O problema é que essas pistas acabam sendo usadas quase exclusivamente para sustentar o plot twist final, e não como elementos que enriquecem o percurso da narrativa. Quando a virada acontece, ela é eficaz e surpreende, mas logo perde força ao ser acompanhada, mais uma vez, por longas explicações em forma de narração.

Essa escolha enfraquece o impacto do desfecho. A mudança de perspectiva é interessante e bem pensada, mas poderia ser ainda mais poderosa se não dependesse tanto de uma cena explicativa para amarrar todas as pontas soltas. Ao optar por responder quase todas as perguntas de uma só vez, o filme sacrifica parte do impacto emocional que vinha sendo construído até então.

No que diz respeito às atuações, o elenco sustenta boa parte do filme. Mesmo assim, Sydney Sweeney entrega aqui uma de suas performances mais discretas, funcionando mais como um ponto de equilíbrio entre os personagens do que como o verdadeiro centro dramático da história. Essa escolha acaba abrindo espaço para que Amanda Seyfried se destaque. Com maior liberdade emocional e cenas mais intensas, a atriz aproveita bem seu tempo de tela e, em alguns momentos, chega a ofuscar a protagonista.

No fim das contas, A Empregada é um filme que demonstra potencial, mas sofre com indecisões claras de condução. Feig parece dividido entre apostar no suspense, onde mostra maior domínio, ou aprofundar o drama psicológico, que só ganha peso real após o desfecho ser explicado. Até que isso aconteça, fica difícil se envolver plenamente com o drama que o filme tenta construir. O resultado é uma obra com um bom plot twist e um clima de tensão bem sustentado, mas que perde força no caminho até esse desfecho por problemas de tom, excesso de explicações e uma certa dificuldade em confiar mais no subtexto.
Artur V.
Artur V.

32 seguidores 167 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 20 de janeiro de 2026
Com potencial, mas estraçalhado pela péssima execução. Acachapante, ao que pode se colocar como “desleixo”. Um dissabor.
Gabriela Santos
Gabriela Santos

23 seguidores 446 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de maio de 2026
Trama interessante e que entregou um plot twist bacana. Me lembrou o clima de "A Mão que Balança o Berço"... Mistério presente, suspense cativante. Um bom filme.
Myn
Myn

25 seguidores 270 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de fevereiro de 2026
Pelo o título parecia que seria mais um clichê do gênero de uma moça bonita que vai para a casa de uma casal rico, flerta, traí e etc. Mas, a proposta do filme foi além, mostrou aos poucos a história dos personagens, abordando detalhes dentro de uma narrativa com uma boa dinâmica. O filme tem mais de 2 horas, mas foram bem explorados. A atuação dos atores foram excelentes.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 893 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 6 de fevereiro de 2026
A empregada é um filme de suspense que contou com a direção de Paul Feig e roteiro de Rebecca Sonnenshine e Freida McFadden. Na trama, acompanhamos Millie (Sydney Sweeney), que aceita o emprego como empregada doméstica por tempo integral para o casal rico: Nina (Amanda Seyfried) e Andrew (Brandon Sklenar). Porém, Millie percebe que o casal esconde alguns segredos. O filme tem ate que uma premissa interessante : uma jovem que tenta se empregar em uma mansão diante de sua necessidade econômica, pois a mesma nao tem nem casa para morar e aceita o que seria para ela o emprego do sonho, mas logo nas primeiras cenas vemos o desequilíbrio emocional de Nina, e Millie deve aceitar tudo isso, pois nao quer voltar a morar na rua. Mesmo assim, o filme vai ficando tedioso, pois nada além disso acontece. Ate que apos 1 hora de filme, a trama ganha novos contornos e conseguimos entender tudo isso sob o olhar de Nina. A direção pecou nessa parte, pois ficou tudo tão óbvio e rápido, que a plot perdeu um pouco a graça. O único ponto bom disso, foram as atuações de Amanda Seyfried e Brandon Sklenar, quando o filme precisou elevar para o supense, deram conta do recado. Acho que dentre os protagonistas, quem deixou muito a desejar foi a Sydney Sweeney, nao passou emoção nenhum com a sua personagem que tbm tem seus problemas no passado. Outros pontos ruins foi a trilha sonora que nao se decide, em momento temos uma trilha convincente de suspense e outra hora um pop que nao combina com o filme. As cenas de sexo nao engrandecem em nada na trama e parece que serve para agradar gregos e troianos. O objetivo parece que foi a volta de uma objetivacao do corpo de Sweeey, pois seus últimos longa renderam um fracasso por nao explorarem isso. No mais, o filme ate que é divertido, mas poderia ser mais curto.
Cleibsom Carlos
Cleibsom Carlos

18 seguidores 225 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 7 de fevereiro de 2026
Ridículo!!Sabe aquelas novelas mega produzidas e super bregas da Globo que querem se passar por classe A? A EMPREGADA é isso, só que piorado. Do roteiro inverossímil e estapafúrdio às interpretações forçadas, exageradas e esdrúxulas, tudo neste filme provoca gargalhadas nos momentos mais impróprios. Violência doméstica é assunto sério e não pode ser tratado como comédia, e das piores, ou pote de ouro para se ganhar milhões, e é isso que A EMPREGADA faz! PS.: Só não dei zero estrelas para essa bomba porque o Adorocinema não permite...
Andressa M.
Andressa M.

14 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 5 de janeiro de 2026
Excelente narrativa, prende a atenção do espectador até o fim, tanto que nem parece ter mais de duas horas de duração. Discussão muito urgente e importante sobre abuso físico e psicológico contra mulheres. Gostei muito!
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa