Você Não Tá Convidada pro Meu Bat Mitzvá!: Críticas
Você Não Tá Convidada pro Meu Bat Mitzvá!
Média
2,9
80 notas
18 Críticas do usuário
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Jackson A L
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2,0
Enviada em 29 de agosto de 2023
Adam Sandler sendo coadjuvante de seu próprio filme. Uma das filhas quase nem apareceu em tela, ofuscada pela irmã mais nova. O filme deve funcionar para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos no máximo. O ponto interessante é que focou na amizade e não no romance, como na maioria dos casos.
"Garotos vem e vão, mas as amigas permanecem pra sempre." É uma comédia adolescente bem gostosinha. A filha do Adam Sandler está mostrando que vai seguir os paços do pai.
O filme não envolve, história fraca e que já entrega o final do filme logo no começo, é simplesmente ruim. Sem contar que em um filme com o Adam Sandler você espera ele e sua icônica turma atuando, o que simplesmente não acontece, ele faz o papel de um pai mais ou menos, que parece não dar a mínima pra nada, e aliás aparece pouquíssimo no filme, não tem aquele alívio cômico de sempre, as piadas e aquele coisa de chorar de rir, spoiler: o filme fala sobre uma pré adolescente se preparando pro seu Bart Mitisva e sinceramente a história não se foca de fato nisso, mas sim na spoiler: amizade que já logo no começo do filme é mostrado que vai ser abalada pq a menina é uma chata de marca maior e as 2 amigas gostam do mesmo menino, no final o Bart Mitisva acontece e elas reatam a amizade, e como sempre a protagonista acha um outro garoto pq o que as 2 gostavam é um babaca.
Enfim, história ruim, muito clichê, nenhum plot twist, nenhuma supresa, e aparição quase 0 do Adan, simplesmente decepcionante e fraco
O pessoal dando notas baixas, mas acho que somente estão acostumados com outro tipo de comédia com Adam Sandler. Ele não é protagonista, a história é muito bonita e tem muitas lições de moral. Descreve bem o ritual de passagem judaico. Achei realmente muito bem feito. Não é uma obra-prima, mas é gostoso de assistir e se emocionar com os personagens.
Eu amei o filme vei! algumas pessoas só acharam ruim porque não entenderam o contexto do filme e talvez porque esse filme seja mais classificado para o público jovem menores de 15anos. O filme é uma ótima escolha pra quem quer assistir algo em família ou assistir quando estiver no tédio!!
Achei ofensivo sobre a comunidade Judaica ter sido tão distorcida como foi. Extremamente liberal, desrespeitando valores essenciais para a crença. O modo irônico de como colocou a “Habina” e como se falava de DEUS no filme. Isso para mim foi algo que acabou com a moral do filme. De resto, foi clichê. Nada demais mesmo. Enfim… Me senti desconfortável e ninguém mais fala sobre isso, afinal, hoje em dia o que menos querem é ter religiões com suas próprias tradições seguidas retamente.
Você Não Está Convidada para o Meu Bat Mitzvá insere-se no conjunto de narrativas adolescentes marcadas por clichês e conflitos típicos do processo de amadurecimento. O filme acompanha a ruptura entre duas melhores amigas judias, Stacy e Lydia, motivada pelo interesse amoroso comum por Andy. O ponto central da narrativa é a quebra de confiança provocada por Lydia, que, mesmo sabendo do sentimento da amiga, permite-se envolver com o a premissa seja simples e, em certa medida, previsível, a obra se mostra eficaz em sua proposta de entretenimento. A presença de humor leve e de situações constrangedoras funciona como estratégia de aproximação com o público, favorecendo a identificação com os personagens. Esses recursos não se apresentam como meros adornos narrativos: eles cumprem a função de retratar experiências típicas da adolescência e de evocar memórias afetivas do espectador, como a sensação de já ter vivido comportamentos semelhantes ou, ao menos, reconhecê-los como verossímeis. Outro elemento que se destaca é a presença da religião judaica, que não atua apenas como pano de fundo cultural, mas como um símbolo narrativo do amadurecimento. O Bat Mitzvá, tradicionalmente associado à passagem da infância para a vida adulta, é incorporado de maneira funcional à trama, servindo como eixo estruturante para o desenvolvimento emocional das personagens e para o desfecho da história. Dessa forma, o rito de passagem deixa de ser apenas um evento social e passa a representar, simbolicamente, as transformações internas vivenciadas pelas protagonistas. No que se refere aos personagens jovens, é possível notar que muitos deles apresentam comportamentos irritantes, especialmente o trio principal: Stacy, Lydia e Andy. Contudo, essa característica não compromete negativamente a narrativa. Pelo contrário, a infantilidade, a ingenuidade, a imaturidade, a birra e o desejo de vingança são elementos coerentes com a fase da vida retratada e cumprem um papel importante na construção do arco de amadurecimento. Esses traços iniciais permitem que o desenvolvimento posterior dos personagens seja percebido como um processo de crescimento, e não como uma mudança arbitrária. Como ponto negativo, destaca-se a fragilidade da alfinetada de Stacy dirigida a Andy durante seu arco de redenção. A cena, que poderia funcionar como um momento de afirmação pessoal e de elaboração emocional, acaba se revelando pouco contundente. Considerando o modo como Andy a tratou ao longo da narrativa, a resposta da personagem poderia ter sido mais incisiva, contribuindo para uma resolução mais satisfatória desse conflito. Em síntese, trata-se de um filme que não pretende explorar dramas profundos, mas que se mostra bem-sucedido em sua proposta de leveza e identificação geracional. Além de abordar o amadurecimento emocional, a obra também transmite uma mensagem relevante sobre amizade: a importância de reconhecer falhas, ponderar conflitos e evitar que desentendimentos pontuais destruam vínculos significativos.
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