Você Não Tá Convidada pro Meu Bat Mitzvá!
Média
2,9
80 notas

18 Críticas do usuário

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1 crítica
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bwatrizporgkvpogopogchampsaddi
bwatrizporgkvpogopogchampsaddi

1 crítica Seguir usuário

1,5
Enviada em 27 de agosto de 2023
filme ruim do caralho toma no cu essa porra do caralho naofaz sentido pelo amor de deus eu tenho familia
Alessandra Silva
Alessandra Silva

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 3 de setembro de 2023
O filme é sem graça do início ao fim, pegaram muito pesado no drama( ficou tão pesado que chega a ser triste). Ficamos o tempo todo esperando quando o filme vai ficar engraçado, mas isso nao acontece. Enfim é uma perda de tempo.
Fab Nak
Fab Nak

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 25 de agosto de 2023
Conceito do filme é horrível, comparado com a realidade não tem sentido. Gosto de filme fantasia mas isso aqui é só em sonho.
Ezequias Rodrigues
Ezequias Rodrigues

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 25 de agosto de 2023
O filme não envolve, história fraca e que já entrega o final do filme logo no começo, é simplesmente ruim.
Sem contar que em um filme com o Adam Sandler você espera ele e sua icônica turma atuando, o que simplesmente não acontece, ele faz o papel de um pai mais ou menos, que parece não dar a mínima pra nada, e aliás aparece pouquíssimo no filme, não tem aquele alívio cômico de sempre, as piadas e aquele coisa de chorar de rir, spoiler: o filme fala sobre uma pré adolescente se preparando pro seu Bart Mitisva
e sinceramente a história não se foca de fato nisso, mas sim na spoiler: amizade que já logo no começo do filme é mostrado que vai ser abalada pq a menina é uma chata de marca maior e as 2 amigas gostam do mesmo menino, no final o Bart Mitisva acontece e elas reatam a amizade, e como sempre a protagonista acha um outro garoto pq o que as 2 gostavam é um babaca.

Enfim, história ruim, muito clichê, nenhum plot twist, nenhuma supresa, e aparição quase 0 do Adan, simplesmente decepcionante e fraco
Ana
Ana

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 11 de setembro de 2023
Achei ofensivo sobre a comunidade Judaica ter sido tão distorcida como foi. Extremamente liberal, desrespeitando valores essenciais para a crença. O modo irônico de como colocou a “Habina” e como se falava de DEUS no filme. Isso para mim foi algo que acabou com a moral do filme. De resto, foi clichê. Nada demais mesmo. Enfim… Me senti desconfortável e ninguém mais fala sobre isso, afinal, hoje em dia o que menos querem é ter religiões com suas próprias tradições seguidas retamente.
Daviganisilva2705
Daviganisilva2705

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de setembro de 2024
Eu achei muito bom o filme pois mesmo não sendo uma mega produção e um filme espetacular que emociona qualquer um
Lisbela
Lisbela

22 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 24 de janeiro de 2026
Esse não tem muito o que dizer: é uma típica trama de adolescente. Não é ruim, mas também não é bom. Às vezes tem umas partes meio terríveis e vergonhosas, mas é ok.
Grazi Elly
Grazi Elly

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 15 de janeiro de 2026
Você Não Está Convidada para o Meu Bat Mitzvá insere-se no conjunto de narrativas adolescentes marcadas por clichês e conflitos típicos do processo de amadurecimento. O filme acompanha a ruptura entre duas melhores amigas judias, Stacy e Lydia, motivada pelo interesse amoroso comum por Andy. O ponto central da narrativa é a quebra de confiança provocada por Lydia, que, mesmo sabendo do sentimento da amiga, permite-se envolver com o a premissa seja simples e, em certa medida, previsível, a obra se mostra eficaz em sua proposta de entretenimento. A presença de humor leve e de situações constrangedoras funciona como estratégia de aproximação com o público, favorecendo a identificação com os personagens. Esses recursos não se apresentam como meros adornos narrativos: eles cumprem a função de retratar experiências típicas da adolescência e de evocar memórias afetivas do espectador, como a sensação de já ter vivido comportamentos semelhantes ou, ao menos, reconhecê-los como verossímeis. Outro elemento que se destaca é a presença da religião judaica, que não atua apenas como pano de fundo cultural, mas como um símbolo narrativo do amadurecimento. O Bat Mitzvá, tradicionalmente associado à passagem da infância para a vida adulta, é incorporado de maneira funcional à trama, servindo como eixo estruturante para o desenvolvimento emocional das personagens e para o desfecho da história. Dessa forma, o rito de passagem deixa de ser apenas um evento social e passa a representar, simbolicamente, as transformações internas vivenciadas pelas protagonistas. No que se refere aos personagens jovens, é possível notar que muitos deles apresentam comportamentos irritantes, especialmente o trio principal: Stacy, Lydia e Andy. Contudo, essa característica não compromete negativamente a narrativa. Pelo contrário, a infantilidade, a ingenuidade, a imaturidade, a birra e o desejo de vingança são elementos coerentes com a fase da vida retratada e cumprem um papel importante na construção do arco de amadurecimento. Esses traços iniciais permitem que o desenvolvimento posterior dos personagens seja percebido como um processo de crescimento, e não como uma mudança arbitrária. Como ponto negativo, destaca-se a fragilidade da alfinetada de Stacy dirigida a Andy durante seu arco de redenção. A cena, que poderia funcionar como um momento de afirmação pessoal e de elaboração emocional, acaba se revelando pouco contundente. Considerando o modo como Andy a tratou ao longo da narrativa, a resposta da personagem poderia ter sido mais incisiva, contribuindo para uma resolução mais satisfatória desse conflito. Em síntese, trata-se de um filme que não pretende explorar dramas profundos, mas que se mostra bem-sucedido em sua proposta de leveza e identificação geracional. Além de abordar o amadurecimento emocional, a obra também transmite uma mensagem relevante sobre amizade: a importância de reconhecer falhas, ponderar conflitos e evitar que desentendimentos pontuais destruam vínculos significativos.
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