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Cicloturita Itanhaém
1 crítica
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0,5
Enviada em 7 de abril de 2025
Bom dia,
A única indicação deste filme, é para colocar as crianças para assistirem:
Não usem drogas. Não permita a entrada de estranhos na sua casa. Pais prestem mais atenção nos seus filhos. E principalmente, não aceitem bebidas suspeitas.
Filme muito ruim, a cara de decepção de todos na sessão de cinema em que fui era notória, e teve os que abandonaram antes do filme acabar, história rasa e fraca, filme curto, porém extremamente arrastado
O filme não é um TERROR como eu pensei que seria. Na verdade, acho que se enquadra em DRAMA/SUSPENSE com uma pitada de sobrenatural. A ideia do filme é criativa e você fica preso do início ao fim no drama familiar dos personagens spoiler: até o último segundo do filme, que é quando ele realmente faz sentido . Ainda assim, acho que não deveria ser enquadrado na categoria de terror.
Pela sinopse eu já imaginava que seria ruim, mas confesso que me surpreendi: é bem pior do que esperava. Atuação ruim, enredo ruim, filmagem ruim. Muitos pontos não foram esclarecidos, e ainda tentaram trazer alguma sofisticação para o filme colocando umas tremidas na tela, igual quando alguém chamava nossa atenção no MSN. O roteiro parece ter sido feito por uma IA pouco treinada e com o pior prompt possível.
Um dos Piores filmes que vi na minha vida, sem trama, sem emoção, sem absolutamente nada que faça esse filme ser bom, diálogos extremamente enfadonhos de tão ruins que são, sem contar no plot twist extremamente mal escrito, o diretor desse filme deveria estar sem nada pra fazer, e fez um filme HORRÍVEL, quando assisti no cinema, eu e todas as pessoas lá só estávamos fazendo piadas e conversando entre si ao envés de prestar atenção no filme, de tão ruim que é, não vale nenhum centavo gasto no ingresso, não tem absolutamente NADA de bom no filme.
Narrativa desinteressante...roteiro furado...planos longos e cansativos...situações jogadas sem exploração aprofundada e completamente abandonadas ao longo da película...atores perdidos em personagens rasos...filme de pretenso terror que não dá um susto sequer e algumas ideias interessantes executadas pessimamente...ha coisas do Soderbergh que gosto e varias que detesto...e esse filme ...definitivamente...foi pro segundo panteão com honras e láureas...uma decepção total.
Gente gostaria do meu dinheiro de volta kkkk. Fui ver só trailer e não li a sinopse, lamentável, nunca me decepcionei tanto. Não tem nada de terror, e o final mais sem graça.
Os diálogos são um pouco ruins, vazios. Mas o filme vai montando um enredo. A dúvida é, a vidente chegou a ver o rosto do fantasma ?? Um filme que mistura tempo, então te faz confundir em alguns momentos. Mas valeu o tempo
Steven Soderbergh retorna com mais um projeto intrigante, trazendo sua assinatura característica de narrativa enxuta e atmosfera imersiva. Presença desperta a curiosidade por sua abordagem diferenciada, colocando o espectador na perspectiva de uma entidade invisível que observa silenciosamente o cotidiano de uma família em crise. A premissa, por si só, já se destaca no gênero de suspense, mas para quem acompanha a carreira do diretor – e, recentemente, pôde conferir Código Preto nos cinemas brasileiros – o verdadeiro atrativo está na forma como Soderbergh conduz essa história.
O roteiro de David Koepp trabalha de maneira eficiente para instigar o espectador, evitando explicações expositivas e entregando pequenas pistas ao longo da trama. Em Presença, a entidade que acompanha os eventos não tem origem clara, tampouco recebe uma explicação definitiva sobre sua existência ou intenções. Desde os primeiros minutos, o público é inserido em um ambiente repleto de mistério, onde tudo parece seguir um ritmo cotidiano, mas há algo de inquietante no ar. Aos poucos, peças começam a se encaixar, sugerindo o que pode estar acontecendo. A escolha de Soderbergh e Koepp de não subestimar a inteligência do público é louvável, mas também se torna um fator divisivo. O filme não entrega todas as respostas, e mesmo ao final, algumas questões permanecem abertas, gerando frustração em quem busca uma conclusão mais concreta. Esse aspecto pode fazer com que alguns espectadores se apaixonem pelo mistério, enquanto outros se sintam insatisfeitos com a falta de explicações diretas.
Um dos maiores problemas de Presença está na forma como foi promovido. O material de divulgação sugere um terror sobrenatural, levando o público a esperar sustos e um clima mais intenso. No entanto, o que o filme realmente oferece é um suspense psicológico com elementos sobrenaturais. O foco não está na entidade e em sua presença ameaçadora, mas nas tensões familiares e nos conflitos internos dos personagens. Em grande parte da trama, a entidade funciona mais como um observador passivo do que como um elemento de horror. A inquietação vem não de aparições assustadoras, mas das dinâmicas entre os membros da família e das sutis revelações sobre suas vidas. Para quem espera um filme de terror convencional, essa abordagem pode parecer anticlimática, enquanto para aqueles dispostos a embarcar na proposta de Soderbergh, a experiência pode ser bastante instigante.
Outro aspecto que pode gerar reações mistas é o final. A grande revelação sobre a identidade da entidade tem um caráter ambíguo e pode ser interpretada de diferentes formas. Mesmo que o espectador busque explicações em análises e teorias na internet, a sensação de que algo não se encaixa perfeitamente pode persistir. Esse tipo de escolha narrativa não é incomum em projetos que buscam estimular a reflexão e provocar debates após os créditos subirem, mas nem todos os públicos estão dispostos a esse tipo de imersão subjetiva.
No fim das contas, Presença é um filme que exige atenção e paciência. Soderbergh cria um suspense repleto de nuances, onde os detalhes importam mais do que respostas concretas. O longa não pretende ser uma experiência assustadora no sentido tradicional, mas sim um estudo atmosférico sobre luto, relações familiares e mistérios que transcendem o entendimento humano. O resultado é um filme que permanecerá na mente do espectador, seja por sua originalidade e ousadia ou pela frustração de um desfecho pouco convencional.
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