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Anderson
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190 críticas
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4,5
Enviada em 28 de fevereiro de 2024
Umberto Eco, ao estrear com "O nome da rosa" criou um problema de expectativa para romances vindouros, dada a dificuldade de escrever algo melhor, ou pelo menos tão bom quanto. Cord Jefferson terá que rebolar para corresponder às expectativas geradas por esse seu filme de estreia. O melhor filme desta temporada. Por mim o Oscar é dele. Não vou comentar nada. Corram para ver essa maravilha. Indispensável para quem nem se permite pronunciar o termo "nigger" e o substitui para a hipocrisia do eufemismo "the N-word", embora não se incomode com todo o resto. Como você.
Que filme, meus amigos! A crítica da crítica rs Esse filme me fez lembrar muitos momentos na faculdade onde os brancos sempre queriam falar dos problemas do negros, sempre um problema social, onde todos eles tinham o que falar rs
Indicado a melhor filme no Oscar 2024, assim Como melhor ator com ótimo Jeffrey que está ótimo, assim como King em um coadjuvante top! Muito bom filme!
Ótimo filme, um humor incrivelmente moderno - na primeira cena, quando a aluna branca fica incomodada com o professor negro usando a expressão Nigger, dá pra vermos o nível de intelectualidade do filme e uma crítica à modernidade(algo que Tár já fez, mas aqui com bastante humor). Soa como um deboche à afronta do mundo moderno perante a intelectualidade, como foi dito em uma frase: quanto mais burro eu fico, mais dinheiro eu ganho. As atuações realmente se destacam, o roteiro é brilhante. Tiro um pouco de nota porque o final me decepcionou bastante. Não que tenha sido ruim, mas diante desse grande filme, eu esperava algo mais.
Que filme maravilhoso, não atoa teve 4 indicações ao Oscar. Atuação brilhante do Jeffrey Wright, muito bem dirigido por Cord Jefferson e o filme se destaca perlo roteiro que em forma de comédia dramática faz uma crítica às questões culturais e a obsessão em reduzir as pessoas a estereótipos ultrajantes e ao entretenimento “negro” que se baseia em clichês cansados e ofensivos...
Filme excelente!! Quanto mais Monk se esforça como professor de literatura contra a armadilha da literatura étnica, mais ele percebe o quão difícil isto é, pois já existe um nicho no mercado cultural estabelecido, seja de livros ou filmes, à espera para devorá-los como forma politicamente correta de tratar diferenças individuais que são pretensamente raciais, inclusive mantido pelos próprios intelectuais pretos.
Que baita filme! Até agora, o melhor que vi dos indicados ao Oscar de 2024 (ainda faltam alguns).
Um tom de comédia ácido, com uma bela e inteligente crítica sobre a necessidade do mundo atual de esteriotopar, classificar e reduzir as pessoas a rótulos, por vezes simples e fáceis de ler.
Jeffrey Wright muito bem, com uma merecida indicação ao Oscar.
Que filme bacana! Uma sátira/crítica sobre o estereótipo negro americano com belas pitadas de drama e humor...Uma mistura que deu certo nesse filme! Gostei!
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