Que filme maravilhoso, não atoa teve 4 indicações ao Oscar. Atuação brilhante do Jeffrey Wright, muito bem dirigido por Cord Jefferson e o filme se destaca perlo roteiro que em forma de comédia dramática faz uma crítica às questões culturais e a obsessão em reduzir as pessoas a estereótipos ultrajantes e ao entretenimento “negro” que se baseia em clichês cansados e ofensivos...
Filme excelente!! Quanto mais Monk se esforça como professor de literatura contra a armadilha da literatura étnica, mais ele percebe o quão difícil isto é, pois já existe um nicho no mercado cultural estabelecido, seja de livros ou filmes, à espera para devorá-los como forma politicamente correta de tratar diferenças individuais que são pretensamente raciais, inclusive mantido pelos próprios intelectuais pretos.
Que baita filme! Até agora, o melhor que vi dos indicados ao Oscar de 2024 (ainda faltam alguns).
Um tom de comédia ácido, com uma bela e inteligente crítica sobre a necessidade do mundo atual de esteriotopar, classificar e reduzir as pessoas a rótulos, por vezes simples e fáceis de ler.
Jeffrey Wright muito bem, com uma merecida indicação ao Oscar.
Achei muito interessante o tema e o roteiro do filme. Só achei um pouco caricatos os personagens. Forçando um pouco a barra. Mas ainda assim é um bom filme, com uma boa crítica social aos estereótipos que muitas vezes são (intencionalmente ou não) criados pela cultura das pessoas brancas em torno da vida das pessoas negras e afrodescendentes americanas.
Ficção americana tem uma mensagem importante: Como se premia o fútil e a esteriotipação em detrimento da arte de verdade. Mas é só isso mesmo. O filme é ruim, a despeito da mensagem. Atuações fracas, sequências dispensáveis, elenco de apoio fraquíssimo. E que atuação pavorosa do Sterling K. Brown, que coisa horrível. Um filme bem meia boca, indigno até de sessão da tarde. E que final é esse? COISA DESASTROSA que empacota tudo com misto de vergonha alheia com tédio. Não assistam.
É sem dúvida um bom filme, com um roteiro inteligente e descontraído, apesar de não ser original. É o melhor filme produzido nos Estados Unidos no ano passado, eu diria que o melhor desde Nomadland. O conteúdo do roteiro, no entanto, não é tão relevante quanto pode parecer num primeiro momento. As questões levantadas sobre a população negra nos Estados Unidos são incrivelmente pertinentes e necessárias, mas não muito acertadas, pois o roteiro se mantém estritamente no tema e não toca em outros aspectos relativos, como a desigualdade social e a falta de oportunidades onipresentes naquele país. Então, é um filme surpreendente, embora raso. O grande impacto vem com uma maravilhosa dose de ambiguidade adicionada intencionalmente. Algo que o Christopher Nolan já fez em outros filmes. Bom saber que Ficção Americana foi agraciado com um prêmio de roteiro adaptado. Sinal de que o Oscar ainda serve para alguma coisa.
É um bom filme. Boas piadas, simpáticas atuações e uma forte crítica de como as editoras têm escolhido investir na publicação de livros. Me incomodou um pouco que a questão racial seja tratada com certo maniqueismo no filme. Em certo momento, uma personagem respira aliviada ao ver a namorada do filho: "ainda bem que você é preta". Seria um mero privilégio branco meu? Pode ser, mas lamento que a questão Branco X Negro ainda esteja muito viva nos EUA e no mundo.
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