Ameaça no Ar
Média
2,2
97 notas

34 Críticas do usuário

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3 críticas
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Jlopes405
Jlopes405

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 23 de fevereiro de 2025
O filme começa com uma vídeo de filme bom mas o desenrolar do filme é extremamente ruim. Um filme sem tempero onde uma mulher militar dá força aérea não sabe pilotar um avião, e pior ainda ela sequer lembra de que tinha uma faca e deixa o vilão fazer um estrago. Final ainda pior. Muito ruim mesmo.
ADRIANO V.
ADRIANO V.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de fevereiro de 2025
Assisti agora, ao contrário do que os que se dizem "críticos de filmes " , achei o filme muito bem feito,bem dirigido, creio que os "críticos " devem ter algo contra os trabalhos de Mel Gibson, talvez pelo seu enorme sucesso em todos os seus trabalhos.
Fabricio Tavares
Fabricio Tavares

1 seguidor 2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 22 de fevereiro de 2025
Não dá pra acreditar que Mel Gibson dirigiu esse filme. O filme consegue ser péssimo em todos os quesitos. O que é a caracterização do Mark Wahlberg? Que careca ridícula, dá pra ver de longe que é falsa. O filme tem um roteiro fraco, a história é rasa e os diálogos são horríveis.
Antowan
Antowan

18 seguidores 185 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 17 de fevereiro de 2025
Filme fraco , Mark wilberg acho que foi contratado só pra por a cara na capa do filme, poderia ter sido bem melhor , mas não chegou a ser uma perca de tempo de vida assistindo.
Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.008 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 17 de fevereiro de 2025
" Thriller aéreo simples e eficaz, com atuações que garantem diversão, mas sem profundidade ou inovação."
"Ameaça no Ar" é um thriller aéreo dirigido por Mel Gibson, que marca seu retorno à direção após quase uma década. O filme apresenta Michelle Dockery como uma comissária de bordo, Mark Wahlberg como o piloto e Topher Grace como um prisioneiro sendo transportado através da natureza selvagem do Alasca.
A produção é um thriller de baixo orçamento que se destaca pelo ritmo acelerado e pela tensão constante. A atuação de Wahlberg, embora exagerada, adiciona um elemento divertido ao filme. No entanto, a trama e a produção são simples.
Filme de ação que oferece entretenimento sem grandes pretensões, adequado para quem busca uma experiência cinematográfica leve e sem complexidade.
Junior @@@
Junior @@@

3 seguidores 59 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 15 de fevereiro de 2025
Fraquinho, parece mentira que Mark fez um filme desse, e pra completar Mel Gibson como diretor, e fazer um enredo fraco desse, criei muita expectativa, mas ele é muito fraco.
MichaellMachado
MichaellMachado

1.122 seguidores 538 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 15 de fevereiro de 2025
Eu fico constrangido e envergonhado pelo Mark Wahlberg, mesmo que tenha ganhado milhões, acredito que não vale a pena fazer um papel tão patético em um filme tão ruim. Cê tá doido! kkk
Nelson J
Nelson J

51.035 seguidores 1.978 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 5 de fevereiro de 2025
Wahlberg em papel constrangedor. Agente de escolta não consegue verificar identificação de assassino e nem mantê-lo preso no avião. No final, deixa outro assassino quase matar a quem deveria proteger. Ruim mesmo.
NerdCall
NerdCall

60 seguidores 486 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 27 de janeiro de 2025
Desde os primeiros passos da divulgação de Ameaça no Ar, já era possível perceber sinais de que a Lionsgate não depositava grandes expectativas no filme. O marketing, limitado e quase cômico, destacava elementos absurdos, como o making of de Mark Wahlberg raspando a cabeça para interpretar um personagem calvo, algo que parecia mais uma piada interna do que uma tentativa séria de promover o longa. Esse tipo de abordagem refletia uma produção que parecia destinada ao fracasso, sendo tratada como um descarte pelo estúdio, que claramente sabia que não havia muito a ser salvo, apesar do orçamento reduzido.

Dirigido por Mel Gibson, que retorna à cadeira de diretor após um hiato de nove anos desde o aclamado Até o Último Homem, o filme tenta ser uma espécie de ponto de reentrada para Gibson em Hollywood. Contudo, Ameaça no Ar acaba funcionando mais como um retrocesso em sua carreira. Ao lado do roteirista Jared Rosenberg, Gibson entrega um trabalho que falha tanto na execução narrativa quanto na utilização de recursos técnicos modernos, como a inteligência artificial, que aqui beira o catastrófico. As cenas geradas ou complementadas por I.A. são visivelmente artificiais, criando uma estética superficial e risível, que mais se aproxima de uma paródia de filmes de ação do que de algo sério e bem produzido.

A trama se passa quase inteiramente dentro de um avião, uma escolha narrativa que poderia gerar tensão e claustrofobia, mas que acaba expondo as limitações técnicas e criativas da produção. Ao tentar estabelecer o senso de passagem de tempo, o roteiro comete o erro de subestimar o público, repetindo constantemente quanto tempo falta para os eventos-chave, como se a história precisasse desesperadamente de lembretes para criar urgência. O resultado é um filme sem ritmo, onde a tensão nunca é realmente construída, e o ambiente claustrofóbico se torna apenas monótono.

A fragilidade dos cenários, que não transmitem nenhuma sensação de veracidade, e a falta de cuidado técnico, especialmente nos efeitos visuais e no uso de I.A., agravam ainda mais os problemas do longa. Em nenhum momento o espectador sente a urgência ou o perigo que a narrativa tenta emular. O que poderia ser uma experiência imersiva transforma-se em algo raso e artificial, com cenas que parecem retiradas de um simulador genérico e sem alma.

Os personagens também sofrem com um roteiro mal desenvolvido, que não oferece profundidade ou carisma para estabelecer qualquer conexão com o público. O trio principal — Mark Wahlberg, Topher Grace e Michelle Dockery — parece desconfortável em cena, resultado de uma direção pouco inspirada e de escolhas narrativas equivocadas. Wahlberg, que deveria ser o grande nome do filme, é reduzido a um papel quase coadjuvante, com momentos de completa ausência de relevância. Grace alterna entre períodos de total passividade e participações forçadas, enquanto Dockery tenta, sem sucesso, sustentar a narrativa com sua performance, prejudicada pela falta de material sólido para trabalhar.

Além disso, a promessa de um filme de ação tenso com elementos de suspense fica muito distante da realidade entregue. As cenas que deveriam ser marcantes falham em causar qualquer impacto, e a história simplesmente não consegue manter o espectador interessado. Em um filme de 90 minutos, o mínimo esperado seria alguma diversão despretensiosa, mas até nisso Ameaça no Ar decepciona.

Um detalhe curioso é que o roteiro do filme figurava na "Blacklist" de 2020, uma lista de roteiros elogiados que ainda não haviam sido produzidos. Essa informação levanta a questão: onde exatamente tudo deu errado? Foi na aquisição pela Lionsgate? Na abordagem de Mel Gibson e Jared Rosenberg? Ou talvez na decisão de transformar a calvície de Wahlberg em um dos pontos centrais da promoção? Seja qual for a resposta, o resultado final é um filme que desperdiça qualquer potencial que poderia ter tido.

Em resumo, Ameaça no Ar é uma obra que falha em todos os aspectos possíveis. Sua narrativa é fraca, seus personagens são insossos, e sua execução técnica é vergonhosa. Nem mesmo como entretenimento descartável o filme consegue funcionar, entregando uma experiência apática e sem propósito. Se Mel Gibson esperava usar esse filme como uma plataforma para retornar ao cenário de Hollywood, ele provavelmente precisará reavaliar suas escolhas. Afinal, Ameaça no Ar não passa de um voo sem destino, incapaz de decolar tanto em termos narrativos quanto técnicos.
Andreza Alves
Andreza Alves

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de janeiro de 2025
Achei o filme chato, com cenas e roteiro previsíveis. Não é uma história interessante, em momento nenhum fiquei atraída pelo roteiro.
As interpretações são ok, nada de excepcional. Não é um filme que indicaria para alguém assistir no cinema, não vale a pena o ingresso caro.
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