Média
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Filme fraco. A história é superficial, o roteiro deixa a desejar e a trama não consegue prender a atenção. Além disso, há excesso de lacração, que acaba se sobrepondo à própria narrativa. No fim, faltou uma história mais consistente, personagens melhor desenvolvidos e, principalmente, mais qualidade no roteiro.
O filme apresenta uma proposta criativa ao adaptar um jogo de cartas para o cinema, apostando em fantasia e aventura familiar. O filme, porém, sofre com ritmo irregular, diálogos excessivos e personagens pouco desenvolvidos, o que limita o envolvimento com a narrativa. Ainda assim, cumpre seu papel como entretenimento leve, especialmente para um público mais jovem.
Eu e minha mulher gostamos bastante, bem engraçado! Bem divertido, bem família. Recomendo para todos os públicos.
O filme me fez querer dormir de tão entediante, por mais que algumas partes o filme traz o mínimo de algo que faça entreter, é por míseros segundos
gostei do filme, é engraçadinho, divertido e despretencioso, mas que montagem ruim do cac*** essa dos lobisomens kkkkkkk
Eu gostei da história, foi divertido e interessante. É engraçado como nossos costumes seriam mal vistos na idade média. Apenas não curti os lobisomens, ficaram tenebrosos de ruim.
Não aguentei ver esse filme até o final, pura enrolação e chatice. Agora comba o fato de ter personagens sem aprofundamento, aproveitamento e personalidade. Agora imagina ver todos esses problemas por 1:35:00.
Pior filme que já assisti. É muito ruim mesmo. Você fica esperando ficar bom e só piora. Não perca tempo assistindo.
A trama na verdade é uma cópia francesa malsucedida de Jumanji. O filme é uma mistura de fantasia com uma pegada leve de comédia e acaba sendo acessível para todos os públicos assistirem. O diretor é François Uzan que consegue oferecer uma execução simples e por vezes com diálogos sem necessidade, mas críticos em alguns momentos. No geral, Jérôme (Franck Dubosc) tenta unir a sua família com esposas e filhos de outro casamento de ambos na residência do seu pai Gilbert (Jean Reno) na qual está lidando com problemas de memória. Todos decidem jogar um jogo na qual Gilbert jogava com seu filho durante a sua infância: lobisomem. Ao iniciar o jogo, todos consegue viajar e dão um salto temporal para a Idade Média e com isso buscam tentar retornar aos dias atuais. Para além disso, podemos dizer que os efeitos visuais são muito modestos, mas cumpre o seu papel caso você não leve o filme tão a sério. O mesmo se fala com as transformações dos lobisomens. Algo que particularmente me incomodou foi colocar Franck Dubosc e Jean Reno com filho e pai. Estão mais para irmão e não haveria problema na trama se assim fosse. O roteiro é muito falho, pois poderia ter explorado melhor o desenvolvimento dos personagens (e olhe que teve pano para manga para fazer isso). Fora que as conexões emocionais são muito superficiais. Caso o telespectador assista comparando com Jumanji terá uma grande decepção. Caso pretenda assistir sem grandes pretensões, é um ótimo passatempo, digno de sessão da tarde.
O filme devia ser engraçado e despretencioso. A história é batida, mas poderia até ser divertida, não ficassem o filme todo fazendo planfetagem. Tem elementos para ser legal, mas é mal feito, o roteiro fraco e tem excessso de papo furado. Se quiser assistir pode contar, o filme temais momentos de plafetagem do que momentos engraçados. Ruim.
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