O Poço 2
Média
1,8
240 notas

58 Críticas do usuário

5
8 críticas
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2 críticas
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1 crítica
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5 críticas
1
18 críticas
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Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.008 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 24 de novembro de 2024
Assisti O Poço 2 esperando que ele ampliasse as ideias provocadoras do primeiro filme, mas, sinceramente, fiquei decepcionado. A premissa do original tinha um impacto forte e um simbolismo poderoso, mas aqui parece que eles tentaram replicar a fórmula sem adicionar nada de realmente novo. A história carece de profundidade, e os novos personagens são pouco desenvolvidos, tornando difícil criar qualquer empatia.

As metáforas sociais, que eram um ponto forte do primeiro filme, parecem recicladas e forçadas. Além disso, a tensão que era tão bem construída anteriormente agora se perde em cenas previsíveis e uma direção que não traz o mesmo impacto visual ou emocional.

O ponto positivo é que a estética continua sombria e interessante, e algumas cenas ainda conseguem prender a atenção. Mas, no geral, o filme parece mais um reflexo pálido do original do que uma continuação significativa. Saí com a sensação de que O Poço 2 foi uma oportunidade desperdiçada de explorar algo realmente inovador no universo criado pelo primeiro filme.
Jackson A L
Jackson A L

13.705 seguidores 1.245 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 15 de outubro de 2024
Festa estranha, com gente esquisita. O Poço 2 na verdade é o prelúdio do primeiro filme. Como o filme não foi inicialmente feito para uma continuação, fica uma mistura de mistura de muitos elementos tentando criar uma conexão. Enquanto no filme de 2020 temos capitalismo e socialismo em momentos distintos, neste basicamente é pregado o socialismo, que também não funciona.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 897 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 5 de outubro de 2024
A sequência da trama se liga pela mesma dinâmica do filme anterior, e o poço 2 se ver na necessidade de repetir no primeiro ato as mesmas coisas que já vimos no primeiro filme (em especial sobre a plataforma de comida). A história começa com a personagem Perempuán (Milena Smit) com seu parceiro de andar tendo que apenas comer o seu prato que foi solicitado no momento em que entratam no poço. Isso porque já existi leis criadas pela Revolução solidária na qual cada um deve comer apenas o seu próprio prato ou trocar com outro prisioneiro. Existindo alguém que não faça conforme as leis, um grupo denominado de Leais vão caçar para punir tais pessoas. Tal dinâmica é legal e se afasta da ideia do primeiro filme que aborda mais criticas ao sistema capitalista, aqui os Leais acabam impondo aos que estão acima uma responsabilidade de cuidar de quem está abaixo, por meio de uma mensagem praticamente messiânica. Porém, na construção do primeiro ato faz com que o filme vá se perdendo em seu roteiro, pois temos a impressão que as ideias originais citadas acima para esse segundo filme se esgotaram e passaram a repetir as mesmas do primeiro. Temos a clara impressão de que o roteiro se preocupou em criar uma franquia para o poço, e é algo que parece não funcionar bem. O filme acaba atropelando conceitos em prol de um plot twist de referências do filme original. E mesmo assim, na tentativa de explicar o motivo de Goreng (personagem principal do primeiro filme) encontrar a filme de Miharu ainda continua não sendo convincente e parece que foi simplesmente jogado no final do filme apenas para termos o "gosto" de ter uma sequência. As ideias iniciais e conceitos são excepcionais, mas parece que faltou folego e as poucas balas para esse filme parece que estão guardando para uma sequência.
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 482 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de novembro de 2025
O Poço 2 (El hoyo 2) 2024

"O Poço 2" é novamente dirigido por Galder Gaztelu-Urrutia em parceria com a Netflix espanhola. Dessa vez acompanhamos a protagonista em uma nova fase na prisão vertical, onde um líder misterioso impõe regras violentas e uma nova "Revolução Solidária" tenta controlar a distribuição de comida.

"O Poço" foi lançado no Brasil em Março de 2020, ou seja, o longa chega ao Brasil bem na fatídica pandemia do coronavírus e logo ganha um grande destaque diante daquele iminente cenário. A ligação que eu fiz com o filme na época foi exatamente o cenário onde cada um pensava unicamente em si próprio, cada um queria conseguir estocar o máximo de comida possível em suas casas. Ou seja, o filme tocava exatamente nesse ponto, no egoísmo, na falta de solidariedade humana, na empatia pelo próximo, sendo uma analogia perfeita sobre a nossa sociedade principalmente naquela época. "O Poço" me surpreendeu muito ao exibir uma metáfora explícita sobre a selvageria proporcionada pelo capitalismo e o comunismo a desigualdade social.

Curioso que "O Poço 2" não estava nos planos do diretor Galder Gaztelu-Urrutia. Porém, depois de 4 anos temos uma segunda parte da história, ou uma continuação, pois o título do filme leva o número 2, então podemos considerar um prelúdio ou sequência? O fato é que o longa-metragem é um prelúdio do primeiro filme, que nos mostra a primeira passagem da história que vimos no primeiro filme. Sendo assim temos o retorno dos personagens que morreram no filme anterior mas que aqui eles aparecem como a primeira parte de suas histórias - é um pouco confuso!

Dessa vez "O Poço 2" traz um foco maior na luta pela sobrevivência diante daquela rebelião que se formou contra o sistema imposto no local pela tal da "Revolução Solidária". Considerando todo o contexto temos a exibição de um sistema imperialista opressor, que impõe a lei onde cada pessoa deve comer apenas o seu próprio prato. E o curioso é o fato que mostra logo no início do filme, onde cada um dos detentos (se é que podemos considerá-los assim), faz uma exigência sobre ter diariamente a sua comida preferida. Logo podemos considerar que essa "Revolução Solidária" faz uma alusão ao nosso comportamento perante a nossa convivência em sociedade, às leis que existem e que temos que obedecê-las, e que muita das vezes descumprimos tais leis. Aquela velha história que se um pode descumprir uma lei o outro se sente no mesmo direito, onde logo temos o famoso efeito dominó.

Podemos considerar que o primeiro filme faz uma crítica ao classismo, ao capitalismo e a liberdade total, já nesse segundo temos uma crítica mais complexa que aborda o comunismo e o fanatismo religioso. Pois em dado momento observamos que eles castigam severamente os que descumprem tais leis (como a parte do braço), que é justamente uma interpretação de como as leis sagradas (ou bíblicas) são sempre interpretadas à favor de quem está impondo no momento. Também podemos considerar referências ao radicalismo extremo e o islamismo, que entra justamente a parte da mutilação de membros como punição para roubos, além da pena de morte de acordo com o Alcorão. Por outro lado também observamos uma alusão a Jesus Cristo, o messias, sobre a sua existência ter ocorrido ou não, como é discutido em uma determinada cena.

Claramente o filme é uma é reflexão sobre a riqueza e os poderes dentro da sociedade como um todo. Pois quando temos a presença daquela figura que impõe a lei local, logo temos um desafio sobre a noção de justiça, de comportamento, de solidariedade com os residentes locais, o que inflige justamente em um ambiente cruel e desumano a partir do momento da rebelião. O funcionamento do poço só serve para dar suporte ao argumento que ele propõe, pois de fato somos prisioneiros de nós mesmo e disso não podemos fugir. Seria o poço uma prisão pessoal? Uma prisão mental? A única saída é a morte? Temos várias perguntas que carecem de respostas!

Assim como no primeiro, ao término do filme ficamos com um milhão de perguntas e um milhão de possibilidades de interpretações na cabeça. Este é um dos maiores trunfos do filme, o seu poder em nos desafiar, em nos levar a reflexão profunda, de nos dar a livre opção de criarmos as nossas interpretações, de ser livre de regras, de obrigações, de rótulos, de cronologia dos acontecimentos. O próprio diretor afirmou que o filme não tem um lado certo ou errado, não existe um regra de interpretação, você é livre para criar às suas possibilidades e imaginações.

Como muitas pessoas consideram o primeiro filme excelente e este segundo ruim, eu vou por uma outra linha, eu vejo ambos os filmes dentro da mesma temática mas com propostas diferentes. Sendo assim eu considero "O Poço 2" como um bom filme, que consegue extrair ainda mais reflexões acerca da humanidade em contrapartida com o seu comportamento dentro de uma sociedade. Em como um ambiente muita das vezes pode moldar o comportamento humano em diferentes sentidos. "O Poço 2" toca em temas já discutidos no primeiro e ainda aborda outros pontos como o próprio extremismo e o fanatismo religioso.
Se permita interpretar o filme como você quiser!

- 08/11/2025
Igor C.
Igor C.

17 seguidores 443 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 20 de outubro de 2024
O filme tentou explorar o sucesso do primeiro, levando a abordagem para algo ainda mais hardcore, mas acabaram exagerando na dose. O resultado foi um enredo sem nexo, bizarro e completamente perdido. Ao longo do filme, fica claro que ele é um prólogo do primeiro, provavelmente na tentativa de explicar os acontecimentos, mas em vez de melhorar a história, pioraram ainda mais. Além disso, tentaram trazer de volta o "óbvio", o que tornou tudo um verdadeiro show de horrores desnecessários. No fim, o filme é uma perda de tempo, e até agora não entendi o propósito das crianças na trama.
Thiago Petherson
Thiago Petherson

168 seguidores 259 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 1 de novembro de 2024
O primeiro não foi bom. mas esse aqui conseguiu ser péssimo.
Filme completamente sem sentido, que tenta forçar metáforas reflexivas sem nexo nenhum.
Nem tenho muito a dizer, apenas que e um filme horrível. Não percam seu tempo.
O cinema espanhol vem em evolução, mas as vezes vem com umas tranqueiras bizarras.
#BRUNO #
#BRUNO #

6 seguidores 342 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 11 de abril de 2025
um dos piores filmes que assisti da Netflix, tem muitos filmes ruins e esse poço 2 se enquadra em filmes que nunca mais quero assistir.
Carlos Taiti
Carlos Taiti

8 seguidores 330 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 6 de novembro de 2024
Filme: POÇO 2 Assistido: OUT/24
Elenco: @milenasmitm @nattenalady @hovikkeuchkerianofficial1 @batienughetto @ojaenada
Modelo: #terror #suspense
Duração: 1H 41m Ano: 2024
Minha opinião: Como sempre a continuação é um desafio e aqui não superou as expectativas. Logo teremos Round 6 a 2ª temprada, espero que esse supere as expectativas. Aqui temos Perem (Milena Smit) ao que aparece é namorada de Goreng (Ivan Massague) do 1º filme. Aqui temos um grupo que no inicio demonstra uma organização maior em relação ao 1º filme. Enquanto no 1º foi um excelente suspense, neste 2º é um filme de terror. Pois após parecer que há a organização, basta mais uns meses e o surgimento de um grupo liderado por Dagin (Jaenada) e começa a fazer o terror, desde amputar membros e cabeças. Além de estupros e assassinatos. O filme se torna o próprio apocalipse. Muito tristez de como foi levado este 2º filme. E ao final quando aparecem centenas de pessoas que ficam no fundo do poço a pergunta se não tinha comida, como sobreviviam? Sem resposta para pergunta e ainda mais quando aparecem centenas de criança que o que indicam que eles ao crescer acabariam no poço. Tudo um incógnita.
Roteiro e enredo tudo termina em uma salda de terror, com perguntas sem resposta. Triste.
Vale apena assistir? Não
Nota: 3
Antowan
Antowan

18 seguidores 185 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 14 de novembro de 2024
O primeiro foi mil vezes melhor, nesse não acrescenta nada , não explica nada , só é mais do mesmo só que pior. Perdi tempo de vida assistindo
conta secreta
conta secreta

20 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 6 de dezembro de 2024
paciência tem limite netflix.                      
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