O Poço 2
Média
1,8
240 notas

58 Críticas do usuário

5
8 críticas
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2 críticas
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1 crítica
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5 críticas
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18 críticas
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The_Void_Kill_Me
The_Void_Kill_Me

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 12 de outubro de 2024
O ator deve ser do além, pq morre no primeiro filme e volta no segundo, e com a perereca solta na boca. Filme lixo
Má Donato
Má Donato

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 15 de outubro de 2024
Não me prendeu como o primeiro, ficou cansativo e chato. Confesso que foi difícil conseguir terminar.
Gabyrxc
Gabyrxc

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 25 de outubro de 2024
O filme é bem pior que o primeiro de fato, a história não é apresentada de uma maneira clara como no primeiro filme. Mas se você prestar atenção e buscar a mensagem que o filme tenta passar você consegue extrair a crítica.

O filme “O poço 2” apresenta uma narrativa semelhante à do primeiro filme e também é construído com o intuito de nos apresentar uma crítica social. O filme apresenta a idealização do que grande parte das pessoas dizem ser “a solução para os problemas da sociedade”, no caso, a “igualdade”.
No primeiro filme, “O poço”, a ideia que a maioria dos espectadores tem ao final do filme é de que se cada um comesse apenas seu próprio prato o poço funcionaria de maneira perfeita e não haveriam os problemas de canibalismo e mortes que se apresentaram na narrativa. Contudo, no segundo filme, essa ideia se mostra impossível de ser aplicada com sucesso por diversos fatores.
Em “O poço 2”, os integrantes do poço tentam aplicar uma lei, que diz que você deve comer apenas o prato que você solicitou a não ser que realize uma troca, no entanto, isso não se mostra eficaz, visto que a comida chega apenas até o nível 175 e existem 333 níveis. O porquê disso se dá pelo mesmo fator vivenciado na nossa sociedade atual entre os ricos e os pobres; alguém sempre quer mais do que realmente precisa. No filme, algumas pessoas dos níveis superiores não estão dispostas a comerem apenas o necessário para que todos possam se alimentar, da mesma forma que na nossa sociedade atual os ricos não estão dispostos a terem menos para que todos tenham a mesma quantidade. Esse sistema de “igualdade” é impossível de ser aplicado de forma eficiente tanto no filme quanto na vida real, isso pois a igualdade e a liberdade não andam juntas. A existência de uma sociedade 100% igualitária inviabiliza a liberdade do ser humano.

Isso acontece a partir do momento em que a liberdade de querer mais e buscar crescer na vida é retirada das pessoas, uma sociedade 100% igualitária faria com que as pessoas não tivessem objetivos a serem alcançados, pois se você não pode ter mais do que outras pessoas suas ações e motivações se limitam ao simples ato de sobreviver, eliminando a ambição e o progresso pessoal. Isso cria um ambiente estagnado, onde o conformismo prevalece, e o desejo de melhorar se torna irrelevante. O que obviamente não é satisfatório para o ser humano, que desde o início dos tempos busca justamente superar desafios, evoluir e conquistar novas metas, impulsionado pela necessidade de progresso e reconhecimento. Essa busca constante por crescimento, seja material ou intelectual, é uma característica intrínseca da humanidade, e a ausência de incentivo para isso inevitavelmente gera frustração e descontentamento, assim como pudemos ver que gerou no filme.
Por exemplo, no filme, os pratos das pessoas falecidas eram descartados na privada, com o objetivo de seguir a lei à risca, o que nos mostra que o intuito da lei nunca foi alimentar as pessoas e salvá-las da fome, mas sim manter o controle e a ordem, reforçando a ideia de que a estrutura do poço é mais sobre poder e punição do que compaixão ou justiça. Dessa forma, comprovando que a ideia de “igualdade” é apenas teórica, pois na prática essa “igualdade 100%” mais atrapalha do que ajuda o desenvolvimento do ser humano individualmente e socialmente. Isso pois, o egoísmo e a ganância são as principais características dos seres humanos, o que torna a aplicação da igualdade e o sentimento mútuo de empatia para com os outros praticamente impossível de ser 100% viabilizado de maneira concreta e eficaz. Se esse sistema não funcionou em um poço com 666 pessoas, não funcionará em um país com 20 milhões e muito menos em um mundo de 7 bilhões de pessoas.
Outro ponto apresentado no filme que faz alusão à vida real é um tipo de “Deus”, um homem que criou a lei. Isso se relaciona com a religião na nossa sociedade atual pois, muitas vezes, a religião coloca uma figura de autoridade divina que dita regras absolutas, e apenas essa entidade ou seus representantes têm o poder de alterar ou reinterpretar essas leis. Isso reflete o controle centralizado, onde os indivíduos são obrigados a seguir normas sem questionamento, reforçando a submissão e o dogmatismo, assim como ocorre no filme, onde as pessoas estão presas a um sistema inalterável, sem espaço para questionar ou desafiar a autoridade imposta.
O filme serve para mostrar uma perspectiva de como se daria a aplicação de um sistema 100% igualitário, seu desenvolvimento, e quais seriam as consequências. A construção dessa suposição foi realizada com fatores característicos da sociedade atual, e que poderiam facilmente virem a se tornar realidade.
Nathalyaraujo86
Nathalyaraujo86

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 15 de novembro de 2024
Pensa num filme ruim! Agora multiplica por 10! É muito ruim, não perca seu precioso tempo com isso!!!
Romeu Fronzaroli
Romeu Fronzaroli

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 20 de setembro de 2025
Filme fraco, já achei ruim o primeiro e ele conseguiu ser pior. Os acontecimentos são anteriores ao primeiro filme.
GUSTAVO PIRES DE ALMEIDA
GUSTAVO PIRES DE ALMEIDA

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 21 de outubro de 2024
No início acreditei que se trataria da continuação do poço1 mas na verdade retrata a mesma lógica do 1 mas que se passa antes do Goreng. Conta de forma brutal e desorganizado e desconexa como era o poço antes do goreng chegar no edifício e que o que ele tenta fazer no 1 não funcionou kkkkk. Perdi meu tempo. Aff.
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 482 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de novembro de 2025
O Poço 2 (El hoyo 2) 2024

"O Poço 2" é novamente dirigido por Galder Gaztelu-Urrutia em parceria com a Netflix espanhola. Dessa vez acompanhamos a protagonista em uma nova fase na prisão vertical, onde um líder misterioso impõe regras violentas e uma nova "Revolução Solidária" tenta controlar a distribuição de comida.

"O Poço" foi lançado no Brasil em Março de 2020, ou seja, o longa chega ao Brasil bem na fatídica pandemia do coronavírus e logo ganha um grande destaque diante daquele iminente cenário. A ligação que eu fiz com o filme na época foi exatamente o cenário onde cada um pensava unicamente em si próprio, cada um queria conseguir estocar o máximo de comida possível em suas casas. Ou seja, o filme tocava exatamente nesse ponto, no egoísmo, na falta de solidariedade humana, na empatia pelo próximo, sendo uma analogia perfeita sobre a nossa sociedade principalmente naquela época. "O Poço" me surpreendeu muito ao exibir uma metáfora explícita sobre a selvageria proporcionada pelo capitalismo e o comunismo a desigualdade social.

Curioso que "O Poço 2" não estava nos planos do diretor Galder Gaztelu-Urrutia. Porém, depois de 4 anos temos uma segunda parte da história, ou uma continuação, pois o título do filme leva o número 2, então podemos considerar um prelúdio ou sequência? O fato é que o longa-metragem é um prelúdio do primeiro filme, que nos mostra a primeira passagem da história que vimos no primeiro filme. Sendo assim temos o retorno dos personagens que morreram no filme anterior mas que aqui eles aparecem como a primeira parte de suas histórias - é um pouco confuso!

Dessa vez "O Poço 2" traz um foco maior na luta pela sobrevivência diante daquela rebelião que se formou contra o sistema imposto no local pela tal da "Revolução Solidária". Considerando todo o contexto temos a exibição de um sistema imperialista opressor, que impõe a lei onde cada pessoa deve comer apenas o seu próprio prato. E o curioso é o fato que mostra logo no início do filme, onde cada um dos detentos (se é que podemos considerá-los assim), faz uma exigência sobre ter diariamente a sua comida preferida. Logo podemos considerar que essa "Revolução Solidária" faz uma alusão ao nosso comportamento perante a nossa convivência em sociedade, às leis que existem e que temos que obedecê-las, e que muita das vezes descumprimos tais leis. Aquela velha história que se um pode descumprir uma lei o outro se sente no mesmo direito, onde logo temos o famoso efeito dominó.

Podemos considerar que o primeiro filme faz uma crítica ao classismo, ao capitalismo e a liberdade total, já nesse segundo temos uma crítica mais complexa que aborda o comunismo e o fanatismo religioso. Pois em dado momento observamos que eles castigam severamente os que descumprem tais leis (como a parte do braço), que é justamente uma interpretação de como as leis sagradas (ou bíblicas) são sempre interpretadas à favor de quem está impondo no momento. Também podemos considerar referências ao radicalismo extremo e o islamismo, que entra justamente a parte da mutilação de membros como punição para roubos, além da pena de morte de acordo com o Alcorão. Por outro lado também observamos uma alusão a Jesus Cristo, o messias, sobre a sua existência ter ocorrido ou não, como é discutido em uma determinada cena.

Claramente o filme é uma é reflexão sobre a riqueza e os poderes dentro da sociedade como um todo. Pois quando temos a presença daquela figura que impõe a lei local, logo temos um desafio sobre a noção de justiça, de comportamento, de solidariedade com os residentes locais, o que inflige justamente em um ambiente cruel e desumano a partir do momento da rebelião. O funcionamento do poço só serve para dar suporte ao argumento que ele propõe, pois de fato somos prisioneiros de nós mesmo e disso não podemos fugir. Seria o poço uma prisão pessoal? Uma prisão mental? A única saída é a morte? Temos várias perguntas que carecem de respostas!

Assim como no primeiro, ao término do filme ficamos com um milhão de perguntas e um milhão de possibilidades de interpretações na cabeça. Este é um dos maiores trunfos do filme, o seu poder em nos desafiar, em nos levar a reflexão profunda, de nos dar a livre opção de criarmos as nossas interpretações, de ser livre de regras, de obrigações, de rótulos, de cronologia dos acontecimentos. O próprio diretor afirmou que o filme não tem um lado certo ou errado, não existe um regra de interpretação, você é livre para criar às suas possibilidades e imaginações.

Como muitas pessoas consideram o primeiro filme excelente e este segundo ruim, eu vou por uma outra linha, eu vejo ambos os filmes dentro da mesma temática mas com propostas diferentes. Sendo assim eu considero "O Poço 2" como um bom filme, que consegue extrair ainda mais reflexões acerca da humanidade em contrapartida com o seu comportamento dentro de uma sociedade. Em como um ambiente muita das vezes pode moldar o comportamento humano em diferentes sentidos. "O Poço 2" toca em temas já discutidos no primeiro e ainda aborda outros pontos como o próprio extremismo e o fanatismo religioso.
Se permita interpretar o filme como você quiser!

- 08/11/2025
Edison Bruno
Edison Bruno

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0,5
Enviada em 23 de abril de 2026
É FEZES PURÍSSIMA, 110% de pureza.

O poço 1 foi bom, o 2 poderia explicar muita coisa ou focar nos conflitos sociais, mas optaram pelo caminho de ser FEZES.
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