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Thiago Petherson
169 seguidores
269 críticas
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1,5
Enviada em 2 de abril de 2025
Esse filme é bem fraco. É a prova de que trailer engana demais.
Eu não li a obra do Stephen King, mas, se for como isso, pode ser considerada sua pior adaptação. O que temos aqui é um terror gratuito, sem nexo e com um roteiro péssimo. Parece que o filme foi feito apenas para mostrar diferentes tipos de mortes, sem se preocupar com enredo, carisma dos personagens ou qualquer elemento que faça um filme de terror minimamente decente.
Peguei esse filme na intenção de assistir a um terrorzinho na minha terça-feira, enquanto me recupero de uma cirurgia, mas era melhor ter ficado sofrendo com minhas dores... Esse filme só jogou um monte de mortes na minha cara, sem o mínimo de decência de se basear em um roteiro plausível.
Para não dizer que nada se salva no filme, podemos destacar pelo menos a ambientação e os efeitos das mortes. Pelos menos nesses quesitos o filme nos dá um pouco de dignidade.
Sinopse: Irmãos gêmeos encontram um misterioso macaco de corda. Após a descoberta, uma série de mortes absurdas destroça a família. Muitos anos depois, o macaco inicia uma nova onda de assassinatos, forçando os irmãos a enfrentar o brinquedo amaldiçoado. Crítica: "O Macaco" apresenta uma proposta intrigante ao misturar comédia e terror, mas a execução deixa a desejar. A trama, centrada em irmãos gêmeos e um brinquedo amaldiçoado, carece de profundidade e credibilidade. A construção dos personagens é superficial, fazendo com que suas motivações e traumas não ressoem com o público.
Theo James e Tatiana Maslany, tecnicamente talentosos, parecem perdidos em diálogos fracos e clichês, o que não ajuda a investir emocionalmente nas suas jornadas. O aspecto de comédia é muitas vezes forçado, desencadeando mais risadas por desconforto do que por genuína intenção humorística.
Além disso, a narrativa se desenrola de maneira previsível, sem surpresas que pudessem gerar tensão. As cenas de terror, embora tentem ser impactantes, caem em armadilhas de falta de originalidade e descontinuidade lógica, resultando em momentos que não atingem o esperado sobressalto.
A direção de Osgood Perkins, que poderia ter explorado nuances mais sombrias do material original de Stephen King, acaba optando por um tom leve demais em se tratando de um conto que possui implicações mais profundas. A intersecção entre a comédia e o horror não é bem conseguida, fazendo com que o filme oscilasse entre o riso e o desconforto, sem se firmar em nenhuma das abordagens.
Em suma, "O Macaco" deveria ser uma celebração da icônica narrativa de King, mas se transforma em um produto que, ao não escolher um caminho claro, acaba por se perder em sua tentativa de capturar tanto o humor quanto o horror. Os fãs do autor, bem como os apreciadores de uma boa comédia de terror, podem sair decepcionados, pois o filme não faz jus à rica tapeçaria de temas e emoções que poderia ter explorado.
eu não me importo em gastar dinheiro vendo filme ruim, mas esse realmente foge da linha do ruim ao horrível, filme só tem gracinha e gore, terror não tem nada, suspense não tem nada, é o filme premonição com todo mundo em pânico.
Osgood Perkins entrega um filme desequilibrado, que falha ao tentar misturar terror e humor. A narrativa não encontra um tom coeso, tornando o melodrama sobre luto desconectado do humor ácido proposto. As atuações são rígidas, dificultando a empatia com os personagens, e a montagem prejudica o impacto das cenas de morte, que perdem força após a introdução promissora. No fim, O Macaco se limita a uma colagem de referências sem identidade própria, resultando em uma experiência genérica e pouco memorável.
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