Minions & Monstros parecia nascer com energia de “lá vamos nós de novo”, mais um filme amarelo feito no piloto automático, repetindo piada e fórmula até cansar. Só que, no meio da bagunça, Pierre Coffin apareceu com uma ideia boa demais para ser ignorada: colocar os Minions na Hollywood do cinema mudo e homenagear os filmes clássicos.
E aí o filme vira uma brincadeira deliciosa para quem gosta de cinema. Tem referência, paródia, homenagem, recriação de cenas clássicas e aquela sensação de ficar apontando para a tela dizendo “eu entendi essa!”. O problema é que, quando ele percebe que está ficando inspirado demais, a franquia puxa de volta pelo macacão e manda lembrar que o título promete monstros.
O resultado é meio Frankenstein: uma parte carta de amor ao cinema, outra parte fórmula de estúdio costurada no susto. Mas é um Frankenstein simpático. Não reinventa os Minions, mas mostra que eles funcionam muito melhor fazendo cinema do que procurando outro mestre para servir.
Gosto muito dos filmes que tenham os Minions ou sejam apenas deles. Mas esse me decepcionou filme muito sem noção, enrola demais parece uma coisa sem sentido. Existe algumas partes engraçadas, mas eu esperava mais da essência do que realmente os Minions são.
O filme realmente utiliza elementos como magia, feitiços e monstro em forma de fantasia. Contém várias cenas de humor envolvendo bumbum e nudez cômica, Não recomendo para o público infantil. Eu esperava muito maís.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade