Uma Segunda Chance quer ser sobre culpa, maternidade, recomeço e romance… e acaba sendo um pouco de tudo ao mesmo tempo, sem realmente se aprofundar em nada.
Tem uma base forte, cheia de potencial, mas escolhe sempre o caminho mais fácil. Quando poderia ir mais fundo, prefere só te conduzir direto pra emoção. E funciona, não vou mentir. Muito por causa da Maika Monroe, que praticamente carrega o filme nas costas e faz a gente sentir tudo, mesmo quando o roteiro não entrega o suficiente.
O problema é que parece mais interessado em te fazer chorar do que em construir um drama de verdade. Quando chega lá, você até se envolve… mas fica aquela sensação de que foi meio forçado.
No fim, emociona, mas do jeito mais seguro possível.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade