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Com uma direção impecável de kleber Mendonça Filho, o longa metragem nos leva de volta para o século XX, nos grandes e famosos cinemas de ruas, situados na Veneza Brasileira, Recife. O longa é mais do que um simples documentário, e sim uma experiência vivenciada pelo diretor e algumas pessoas que trabalharam nesses cinemas da região central de Recife. Vale ressaltar que o documentário passa longe dessa Narrativa estrangeira de ser passar nas do Rio de janeiro e São Paulo. Para quem ainda não viu o documentário por síndrome de vira-lata, veja-o, pois o cinema brasileiro é um dos melhores cinemas, claro que temos filmes péssimos, porém todos os países tem filmes ótimos e ruins e no Brasil não é diferente. Bom filme a todos!!
Retratos Fantasmas (2024), de Kleber Mendonça Filho, é uma obra visualmente deslumbrante e conceitualmente ousada que examina a memória e a história de Recife através de imagens de arquivo e registros contemporâneos. Ao fundir passado e presente, o filme cria uma reflexão profunda sobre a evolução do cinema brasileiro e sua conexão com o espaço urbano.
Através de uma abordagem metalinguística, Mendonça Filho resgata o Recife como um "corpo vivo", onde as imagens de ontem se entrelaçam com as de hoje. O filme é uma experiência sensorial, rica em sons e imagens, desafiando o público a reconsiderar o conceito de memória e a permanência das cidades em nossos imaginários. O uso do documentário, aliado a toques de ficção, mostra um amadurecimento do diretor, que continua a explorar as complexidades sociais e históricas de sua terra natal.
No entanto, o formato experimental pode afastar espectadores mais comuns, tornando a obra mais adequada para quem está disposto a se envolver com um cinema mais reflexivo e conceitualmente denso. Comparado a outros filmes do diretor, como Aquarius e O Som ao Redor, Retratos Fantasmas é mais introspectivo, oferecendo uma visão mais fragmentada e experimental do Recife.
Através de uma abordagem metalinguística, Mendonça Filho resgata o Recife como um "corpo vivo", onde as imagens de ontem se entrelaçam com as de hoje. O filme é uma experiência sensorial, rica em sons e imagens, desafiando o público a reconsiderar o conceito de memória e a permanência das cidades em nossos imaginários. O uso do documentário, aliado a toques de ficção, mostra um amadurecimento do diretor, que continua a explorar as complexidades sociais e históricas de sua terra natal.
No entanto, o formato experimental pode afastar espectadores mais comuns, tornando a obra mais adequada para quem está disposto a se envolver com um cinema mais reflexivo e conceitualmente denso. Comparado a outros filmes do diretor, como Aquarius e O Som ao Redor, Retratos Fantasmas é mais introspectivo, oferecendo uma visão mais fragmentada e experimental do Recife.
Metalinguagem para amantes do cinema. Através de uma narrativa simples, autobiográfica, fala da extinção e decadência do centro da cidade de Recife e seus cinemas. O roteiro “universal” da “modernidade” e da gentrificação cruel.
Sensacional bom demais recomendo a assistirem e se apaixonar por uma história incrível que prendeu minha atenção do começo ao fim
Retratos Fantasmas é algo indescritível, desde o começo ao fim, com a narração e direção de Kleber Mendonça Filho conhecemos no centro de Recife no século 20 a historia da cidade a partir do cinema do centro da cidade, onde a população lotava as salas, no filme além de contar a história do cinema de Recife também revemos a historia do Cinema Nacional, Kleber Mendonça nos proporciona uma viagem no tempo com este filme excelente.
Homenageia o cinema antigo, as raízes do cinema Pernambucano. Um filme pra lá de muito bom ! Que além de homenagear recife, homenagea também quem fez parte do cinema no Recife.
Kleber Mendonça Filho nos entrega esse bom documentário com um senso de urgência e humor de primeira qualidade. Vale muito a pena conferir.
Um filme que retrata um pouco da história de vida do Diretor, através de sua narração. Contém muitas fotos e registros antigos, mesclados com algo mais recente, me parece. Um documentário que conta sobre a cultura que envolve o centro do Recife e o seus cinemas e como a história foi se modificando através da política e das imposições do meio ambiente que os cerca. Bastidores de como eram rodados os filmes. Destaque para a cena final do filme quando há um diálogo entre o diretor e um ator/taxista/uber que me paralisou em frente a tela da televisão de tão cativante que foi pra mim ver essa cena como um todo. Referência de taxi drive na aparição do diretor, nos enquadramentos e nas luzes que banham a cena. Ademais, pelo diálogo exótico, natural e extremamente interessante entre os dois. Um diálogo da vida real que pode acontecer com frequência.
Kleber Mendonça Filho arrebentou mais uma vez nesse documentário sólido e afinado com as suas memórias e de grande valor cultural,sócio e político
Emocionante, engraçado e uma bela homenagem ao cinema antigo. Kleber mendonça filho faz uma belissima homenagem ao recife, ao cinema e a si proprio
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