Jurado Nº 2
Média
4,1
262 notas

42 Críticas do usuário

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7 críticas
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Aline Taylane Lima
Aline Taylane Lima

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 4 de janeiro de 2025
Se você gosta de filmes com final, não perca seu tempo. O filme em si é bom , te prende, mas o final deixa a desejar.
Louco por série e cinema
Louco por série e cinema

23 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de janeiro de 2025
Mais um filmaço do grande Clint Eastwood,um drama que coloca a pergunta para nós, você deixaria um inocente ir para prisão no seu lugar?
ótimas atuações,boa história vale muito a pena assistir.
Nelson J
Nelson J

51.035 seguidores 1.978 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de janeiro de 2025
Filme complexo e de solução difícil, com credito adicional por não propor uma saída.. Não perca! eastwood sempre propôe a reflexão.
Mauricio Fern
Mauricio Fern

3 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 29 de dezembro de 2024
A idéia do filme é muito boa: um julgamento na visão do jurado. Os dilemas morais vividos por este protagonista são muitobons. Mas o desenvolvimento da trama deixa a desejar, inclusive por situações absurdas do ponto de vista legal - a juiza mandar juntar aos autos a investigação particular de um dos jurados é um dos absurdos! E o promotor, nãose valer dessa nova prova para suspender o julgamento é outra! E o final do filme, para quem gosta de subjetividade é bom. Para quem prefere definições é péssimo! Vai do seu gosto, eu particularmente achei patético!
Caroline Nataniele
Caroline Nataniele

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de dezembro de 2024
Filme prende atenção do começo ao fim! Te deixa muito na dúvida do certo e errado, mas no final temos um opinião clara. Excelente filme
Bruno Barros de Azevedo Coutinho
Bruno Barros de Azevedo Coutinho

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 28 de dezembro de 2024
Enredo fraco, história maçante, comecei a acelerar no final, porque não aguentava mais! Várias falhas no desenrolar da história. Pessoas batendo palmas por ser um filme de Clint Steewood.
NerdCall
NerdCall

60 seguidores 485 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de dezembro de 2024
Com uma carreira que atravessa mais de seis décadas, Clint Eastwood se despede do cinema em grande estilo com Jurado Nº 2. Este thriller de tribunal apresenta uma visão fresca e provocativa ao gênero, trazendo um elenco de peso formado por Nicholas Hoult, Toni Collette, Gabriel Basso, Kiefer Sutherland e J.K. Simmons. É uma obra que combina o toque autoral de Eastwood com um roteiro inteligente que mergulha profundamente em questões morais, éticas e sociais.

Além de marcar a provável despedida de Eastwood como diretor, Jurado Nº 2 se destaca como uma das produções mais ambiciosas de sua fase final, mostrando que ele ainda é capaz de entregar um cinema potente e relevante.

Ao contrário dos tradicionais thrillers jurídicos, que frequentemente focam no acusado ou na vítima, Jurado Nº 2 adota um ponto de vista inusitado: o de um jurado. A trama acompanha Nicholas Hoult no papel de Justin Kemp, um homem comum que se vê em um dilema moral devastador enquanto participa de um julgamento de homicídio.

Desde o início, o filme adota um ritmo acelerado, que rapidamente estabelece o cenário e os arcos narrativos. Essa decisão do roteirista Jonathan Abrams (II) permite que o foco recaia sobre a desconstrução do caso e as tensões emocionais que se desenrolam. Mais do que apresentar o tribunal como um local de busca por justiça, o filme mergulha nas falhas do sistema judicial, expondo como preconceitos, interpretações subjetivas e testemunhos imprecisos podem moldar o destino de um réu.

O roteiro também oferece momentos de reencenação do crime, explorados repetidamente sob diferentes perspectivas. Esta técnica, além de reforçar a memória do público, cria um suspense contínuo, alimentando dúvidas sobre a verdade e tornando cada reviravolta ainda mais impactante.

Clint Eastwood usa Jurado Nº 2 como uma plataforma para abordar temas universais e atemporais. O filme não apenas discute a justiça em seu sentido literal, mas também questiona o papel dos jurados em um sistema que depende de suas percepções e julgamentos.

Através de diálogos densos e cenas intensas, Eastwood explora o peso da responsabilidade individual e como decisões aparentemente simples podem carregar um impacto devastador. A crítica ao sistema de júri falho é clara: até onde podemos confiar em um processo que depende de seres humanos, com suas próprias convicções e preconceitos? Essa reflexão se torna o cerne do filme, transformando-o em algo maior do que um simples thriller.

O casting é um dos grandes triunfos de Jurado Nº 2. Nicholas Hoult, no papel principal, entrega uma das melhores performances de sua carreira. Ele carrega a complexidade emocional de Justin Kemp com maestria, mostrando o peso das escolhas e os conflitos internos de um homem comum que se vê em uma situação extraordinária.

Toni Collette, como uma advogada de defesa feroz, traz camadas de intensidade e carisma ao filme. Sua presença em cena é magnética, criando um contraponto perfeito ao dilema do personagem de Hoult. J.K. Simmons e Kiefer Sutherland também brilham em papéis coadjuvantes, contribuindo para a profundidade narrativa e elevando o drama jurídico a um novo patamar.

O elenco demonstra a capacidade de Eastwood de extrair o melhor de seus atores, criando um equilíbrio perfeito entre performance individual e coesão coletiva.

Mesmo aos 93 anos, Clint Eastwood mantém um domínio técnico impecável. Sua direção é precisa, mantendo o ritmo da narrativa fluido, mesmo em cenas densas de diálogo. A cinematografia, com tons sombrios e iluminação calculada, cria uma atmosfera que amplifica a tensão crescente do tribunal.

A trilha sonora, discreta, mas eficaz, funciona como uma extensão do suspense, pontuando momentos cruciais e aumentando o impacto emocional das cenas. A edição, que dá espaço para a repetição deliberada de eventos, reforça a ideia de memória e percepção – um elemento essencial na construção da tensão narrativa.

Jurado Nº 2 não é apenas mais um thriller de tribunal; é uma obra que encapsula o legado de Clint Eastwood como cineasta e contador de histórias. É raro ver um diretor que, em seu último trabalho, consiga unir técnica refinada, narrativa instigante e performances memoráveis de forma tão coesa.

Embora seja uma pena que o filme não tenha recebido um lançamento nos cinemas, ele ainda se consolida como uma despedida digna e como uma peça essencial na filmografia de Eastwood. Mais do que um thriller, é uma reflexão sobre moralidade, responsabilidade e as falhas inerentes a qualquer sistema judicial.

Com um roteiro envolvente, performances memoráveis e a direção cuidadosa de Clint Eastwood, Jurado Nº 2 é um thriller que transcende o gênero e se torna um estudo profundo sobre a natureza humana e a justiça. É um filme que merece ser celebrado tanto por sua qualidade quanto por sua importância como o possível capítulo final de uma carreira lendária.
Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

24 seguidores 509 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 27 de dezembro de 2024
Sinopse:
Pai de família serve como jurado em um importante julgamento de assassinato. Ele se depara com um dilema moral significativo que pode influenciar o veredito do júri, potencialmente condenando ou absolvendo o réu acusado de homicídio.

Crítica:
“Jurado N° 2”, dirigido por Clint Eastwood, é um filme que ambiciona explorar os dilemas morais e a pressão que cercam um julgamento de grande repercussão. No entanto, apesar de suas boas intenções, o filme acaba caindo em algumas armadilhas que prejudicam sua execução.

A trama gira em torno de um pai de família que, ao atuar como jurado, se vê em um conflito interno ao considerar as evidências contra o réu. Embora a premissa possua potencial dramático, a narrativa peca pela previsibilidade e pela falta de desenvolvimento dos personagens coadjuvantes. O protagonista, interpretado de maneira sólida, carrega o peso do enredo, mas a falta de nuances nos outros jurados e nas figuras legais presentes torna a dinâmica do filme unidimensional.

A direção de Eastwood, conhecida por seu olhar técnico e pela habilidade em contar histórias complexas, aqui se revela um tanto rutinária. Há momentos que deveriam ser de tensão e intensificação emocional que acabam soando arrastados e até repetitivos. A montagem, que poderia criar um ritmo mais envolvente, às vezes parece hesitar, fazendo com que a história não flua de maneira orgânica.

Além disso, algumas falas e diálogos buscam um peso dramático que muitas vezes se transforma em clichês, em vez de proporcionar revelações significativas. Isso é especialmente frustrante, considerando o potencial do tema escolhido, que deveria instigar conversas sobre justiça, família e moralidade.

Por fim, a trilha sonora, que normalmente marca o estilo do cineasta, se torna excessivamente invasiva em alguns momentos, tentando guiar as emoções do espectador de maneira um tanto manipulativa. Em resumo, “Jurado N° 2” é um filme que tenta tratar questões profundas, mas acaba se perdendo em sua própria falta de profundidade narrativa e em sua execução. É um esforço que, embora bem-intencionado, fica aquém do que poderia ser.
Rodrigo Ribeiro
Rodrigo Ribeiro

2 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 26 de dezembro de 2024
Enredo fraco e pouco crível. Deixou o final em aberto. As coisas tem que ser expostas no filme. Se fosse pra deduzir nao precisava de rot
Vinnicius Mafra
Vinnicius Mafra

37 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 25 de dezembro de 2024
É um filme é impressionante que une roteiro inteligente, ambientação imersiva, atuações marcantes, trilha sonora envolvente e a direção magistral de Clint Eastwood. A história é repleta de dilemas morais, provoca reflexões profundas sobre culpa e justiça, enquanto a fotografia imersiva e os cenários meticulosos reforçam a tensão emocional.
O protagonista entrega uma performance poderosa, dando vida ao conflito interno de seu personagem. A trilha sonora melancólica amplifica os momentos mais impactantes sem exageros. A direção é precisa e minimalista, criando um drama jurídico que vai além do tribunal e deixa uma marca duradoura, combinação muito bem feita de elementos que resulta em uma ótima experiência. O filme força o público a refletir sobre as consequências de suas escolhas. Provocando uma conexão íntima, pois todos se vêem diante das mesmas questões morais, deixando uma reflexão sobre nossas próprias decisões. Talvez um único ponto negativo seja a falta de dinâmica nos tribunais, o que não atrapalha nenhum pouco o ritmo e toda a trama.
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