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Fábio Ribeiro
11 críticas
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4,5
Enviada em 2 de abril de 2025
As histórias [irreais] do Chicó e os ótimos diálogos do João Grilo (com a boa atuação do Matheus Nachtergaele) estão ótimos! A mistura de vocabulários trouxe um contraste com a obra do Ariano Suassuna. O julgamento com a múltipla atuação do lado bom e do lado mal do João Grilo também foi uma construção legal. Porém, na minha opinião, foi desnecessário o aparecimento inoportuno, mesmo que rapidamente, da figurante (Luísa Arraes). Por fim, na minha avaliação, Auto da Compadecida 2 trouxe uma ótima continuação, com uma bela atuação dos personagens principais em ótimos cenários fiéis ao contexto original!
25 anos se passaram e estamos aqui de novo acompanhando os 'causos' da dupla mais querida das obras de Ariano suassuna: João grilo e Chicó. O vigor da dupla não é o mesmo. As piadas já não causam mais aquele impacto. Mas a essencia genuína da dupla continua a mesma. Os recursos tecnológicos para criar os cenários causa certa estranheza no início, mas dá pra levar. É notório e muito evidente em várias cenas, principalmente nas finais, que a direção aposta em um roteiro que preza mais a nostalgia e o saudosismo do que uma nova aventura. Destaco aqui a participação latente de Luis Miranda. Um primor. Contudo, continua sendo um belo e divertido filme.
O filme não é pra ser marcante como o primeiro, nem pra ser lacrador. O filme é para matar a saudade de personagens tão queridos, é pra relembrar a grandiosidade do cinema brasileiro, mostrar as raízes do povo nordestino e o quanto Ariano Suassuna é brilhante, mesmo que o longa 2, não tenha sido escrito por ele. Acho que para os nordestino, mostrar uma Taperoá um tanto moderna, foi lindo, pois mostra que o nordestino ele evoluiu com o passar dos anos, não é só mato e fome como muitos pensam. Eu gostei do canário e da atuação mais dramática e exagerada. As pessoas esquecem que o Auto Da Compadecida é baseado em um livro peça, no qual, o cenário era descrito por falas dramáticas, os personagens tinham de ser bem expressivos pra passar todo sentimento e características do ambiente. A atuação do Matheus Nachtergaele tá simples perfeita, merecia um Oscar. Para mim, o filme deveria ter tido alguma participação especial dos atores que fizeram parte do primeiro, como o padeiro e a mulher dele, mesmo que mortos, poderiam ter aparecido mó céu defendendo João Grilho, seria muito significativo.
Eu gosto de ver a crítica feita aos olhos da assistência s/ embasamento técnico e essa é minha visão. Eu achei a evolução do filme muito legal, te forçando a puxar na mente as personagens, paisagens, cenários e alegorias do primeiro filme pra compreender o porquê de muita coisa já no início do filme. A surpresa do destino das principais personagens, o reencontro... a nova roupagem do enredo foi muito legal. As músicas inseridas ali de uma forma tão perfeita numa metrica tao ritmada com o cenário, embora foram poucas faixas rs, emocionaram e divertiram demais!
É um filme pra quem sabe entender continuações, que se rende ao novo, que deseja saber o que aconteceu elencando na mente o que foi e o que é. Eu me diverti demais, me emocionei e ri muito. As palmas ao final da sessão deixaram claro como todos também curtiram (claro que entre eles tem os chatos né? Rs)
Tem que assistir com coração aberto! Obviamente não vai ser genial igual o primeiro, mas eu particularmente gostei bastante do filme. Um ponto negativo foi a Tais Araujo. Nao ficou bem de Nossa Senhora. Claro que o sarrafo da Fernanda Montenegro é altissimo, mas achei que a parte dela deixou a desejar. Mesmo assim, achei que o filme vale a pena.
Eu gostei do filme mas achei incompleto o final para o Arlindome Clarabela, ficou faltando comtexto, Chico e Grillo ficaram longe um do outro, tbem ficou faltando uma explicação melhot. Miranda esta o maximo de Malandro e Bispo, amei a Rosinha caminhoneira e Tais estava linda e emocionante, uma primazia.Matheus e seus personagens maravilhosos mas teve horas q senti falta dele com Chicó,
Entrei na sessão para sair decepcionado e me diverti durante todo o tempo do filme. Personagens incríveis e um contexto político e ambiental interessante. Ficou um filme ainda mais teatral , mas de uma forma bem legal. Para a nostalgia a nossa 1000 para originalidade é onde a história beira o sem graça. Mesmo assim cumpre o seu papel de repaginar e divertir. E merece ser valorizado como obra nacional.
Apesar de algumas falhas na sincronização do áudio com as falas dos personagens, gostei bastante de como construíram a história, de maneira a fazer com que a gente sinta que está assistindo a uma peça de teatro.
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