O Auto da Compadecida 2
Média
2,6
606 notas

238 Críticas do usuário

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Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.008 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 25 de dezembro de 2024
Bom elenco e estética atraente, mas o roteiro está muito aquém do primeiro clássico.
A sequência de O Auto da Compadecida chega 24 anos após o sucesso do original, trazendo de volta os queridos Chicó (Selton Mello) e João Grilo (Matheus Nachtergaele) em uma nova aventura. O filme segue a premissa de que João Grilo, dado como morto no primeiro filme, ressuscita e se vê no centro de uma trama envolvendo políticos e até clipes animados. A produção aposta em telas de Led para criar um ambiente mais lúdico e moderno, e a direção de arte de Yurika Yamasaki faz um bom trabalho ao reforçar esse tom visual. O elenco, repleto de talentos como Taís Araújo e Eduardo Sterblitch, mantém o charme da dupla principal, que ainda é o ponto alto do filme.

Apesar da diversão proporcionada pela atuação do elenco e a atmosfera inventiva, a sequência peca ao se apoiar muito nas ideias já apresentadas no primeiro longa. Algumas subtramas se sentem repetitivas, e o resultado não tem o mesmo impacto que o original. No final, O Auto da Compadecida 2 é um filme agradável, mas que não consegue resgatar a magia do clássico., baseado na obra do extraordinário Ariano Suassuna.
Márcia Cristina
Márcia Cristina

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 28 de dezembro de 2024
Lamentável! Se Suassuna estivesse vivo jamais aceitaria o que fizeram! A obra parece uma colcha de retalhos apenas alinhavada! Selton Melo não entrou na personagem, Matheus tentou, mas ficou isolado! Tais de Araújo fez uma compadecida que em nada faz jus à primeira. Rosinha, abandonando o Chicó pra virar caminhoneira em plena década de 50 e voltando anos depois, com luzes no cabelo - sim, luzes! - e toda maquiada, dirigindo seu caminhão, após ouvir na rádio- que era apenas local - músicas oferecidas a ela pelo Chicó) foi insultante à obra original. Como cenário, mostra uma cidade caindo aos pedaços- até a igreja e a casa do coronel estavam caindo aos pedaços, mas o coronel seguia cheio de dinheiro (?!) - Enfim! Péssimo define! Há passagens que são constrangedoras!
Douglas S.
Douglas S.

5 seguidores 17 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de janeiro de 2025
Ri, chorei, relembrei o filme anterior.
Vale muito o ingresso.

Tais Araujo não me convenceu, porém o elenco como um todo é muito bom e entrosado.

Belo momento do cinema brasileiro!
DUDU SILVA
DUDU SILVA

78 seguidores 335 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 29 de dezembro de 2024
Com alguns momentos divertidos. O auto da compadecida 2 não chega nem que perto da maravilha que é o primeiro filme, mas ainda assim divertir e traz um pouco de nostalgia
Jackson A L
Jackson A L

13.703 seguidores 1.243 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 8 de abril de 2025
Filme divertido, a dupla icônica tem muita sintonia. Uma pena ter sido gravado em estúdio. Da Tais Araújo pra frente ficou chato e não via a hora de terminar.
Henrique M.
Henrique M.

3 seguidores 16 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 12 de janeiro de 2025
Consegue tirar alguns risos sim, isso não posso negar, no entanto achei bem decepcionante, já fui com a expectativa baixa, mas o roteiro é muito preguiçoso, recria cenas idênticas ao primeiro e não bastasse ainda reprisa algumas outras cenas e é tudo jogado na trama, chegou um momento que senti vergonha alheia. Como fã do primeiro não consegui não conferir esse aqui, mas não pretendo assistir esse filme jamais na minha vida, a sensação que vou guardar é que esse filme nunca existiu pra não ofender a memória do primeiro.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 17 de março de 2025
O filme mantém a essência do original, mas traz uma abordagem modernizada que pode causar certo estranhamento inicia, mas ainda assim, a produção preserva a identidade nordestina e entrega uma experiência rica, cheia de momentos memoráveis e bem construídos. Ao longo da narrativa, há um equilíbrio entre elementos conhecidos e novas situações que tornam a obra instigante, proporcionando altos e baixos que deixam o espectador imerso na jornada dos personagens. Dessa forma, a história se desenvolve de maneira envolvente, explorando um pouco mais o drama sem perder de vista o humor característico, embora este último tenha sido trabalhado de forma menos escrachada do que antes.

Dito isso, a trama aposta mais na carga emocional dos personagens, o que funciona bem dentro da proposta, mas altera um pouco o ritmo da história e o humor está presente, mas aparece de forma mais espaçada e com um tom mais contido, algo que pode dividir opiniões. A produção visual mais limpa e menos teatral influencia essa mudança, fazendo com que algumas cenas cômicas não tenham o mesmo impacto esperado. No entanto, ainda há momentos divertidos e diálogos que garantem risadas e reforçam o carisma de Chicó e João Grilo.

O grande mérito do filme está na expansão da jornada dos protagonistas, que continuam cativantes e cheios de vida, onde acompanhamos mais de sua trajetória, revisitando seu carisma e esperteza enquanto enfrentam novos desafios e situações inesperadas. A história se mantém criativa e traz um frescor narrativo sem a sensação de repetição, criando um equilíbrio interessante entre o novo e o familiar. Além disso, o retorno de personagens icônicos adiciona profundidade à trama e reforça a conexão emocional com o público. A presença desses elementos nostálgicos, combinada com a introdução de novas dinâmicas, faz com que a obra tenha sua própria identidade, sem depender apenas do saudosismo.

A trilha sonora cumpre bem seu papel, ajudando a compor a atmosfera e reforçando os momentos de emoção e tensão. No entanto, não há nenhuma música que se destaque fortemente ou que seja marcante o suficiente para ser lembrada depois da sessão. O filme se mantém fiel à estética e ao tom da obra original, mas não se prende completamente a ela, o que pode gerar dúvidas sobre ser melhor ou não que o primeiro. Essa incerteza, no entanto, se torna um ponto positivo, pois faz com que a experiência seja ainda mais instigante.
Carlos P.
Carlos P.

266 seguidores 431 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 2 de abril de 2025
Obviamente dá pra começar dizendo que não se compara ao primeiro, então não dá pra manter essa expectativa caso a tenha. Mas no geral eu gostei do filme. Pra ser bem específico no primeiro terço do filme achei bem ruim, uma nostalgia um pouco forçada, os cenários ruins, novos personagens que não encantam tanto quanto os que saíram. Mas depois disso o filme consegue equilibrar, mesmo com alguns buracos no roteiro, João Grilo e Chicó conseguem ser tão bons que você ignora esses erros. Não sei se precisava desse filme, mas de certa forma eu gostei de ver. Não é do mesmo nível, mas ao menos não estragou.
Vitor R
Vitor R

49 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 8 de março de 2025
É bem engraçado e divertido, mantém um pouco a ideia original, que eram algumas histórias episódicas que juntaram para fazer um filme, mas de forma mais organizada e técnica, porém há muita repetição de situações (principalmente no final) do primeiro filme, o que pode gerar o gosto de "faltando originalidade". É uma experiência, que vale a pena ser vista, só não espere nenhuma história tão complexa e você irá conseguir imergir na trama de Chico e João Grilo novamente.
Felipe Santos
Felipe Santos

31 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 24 de janeiro de 2025
O Auto da Compadecida 2 está longe de ser um filme, pois está mais para uma peça de teatro que você assiste através de um tela de cinema. O que me chateou é que ficou muito artificial, fotografias muito cropadas (claro, até porque 90% do ambiente era digital, led ou fundo verde). O que deixou uma estética muito feia e pouco natural para o meu gosto, ainda mais comparando com o primeiro (se é uma continuação, é óbvio que será comparado). Há uma diferença muito grande e significativa entre um filme gravado em um povoado real (Cabaceiras) e um filme todo gravado em Estúdio.

Mas é um filme que vale a pena ser assistido; ele tem um ritmo parecido com o primeiro, com muito diálogo, um tom de humor legal e equilibrado com os momentos de reflexões. Matheus e Selton estão excepcionais como sempre.
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