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Giovanna Martins
1 seguidor
6 críticas
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2,0
Enviada em 26 de dezembro de 2024
Só tenho uma coisa a dizer, Ariano Suassuna deve estar se revirando no túmulo agora. Foi muito bom ver o Chicó e o João Grilo novamente, mas a história foi fraquíssima.
O filme não empolga e tem um humor muito discreto. Com 30 minutos de filme eu comecei a olhar pro relógio sem parar, pois nada de interessante ou engraçado acontecia. Monótono definido muito bem essa continuação da obra de arte que foi o primeiro.
Coloquei expectativas demais, soltei alguns sorrisos mais a história foi fraquinha. O lado bom foi que assisti junto com meu amor. Foi muito bom rever os atores novamente, porém achei que seria melhor.
Obviamente que esse filme não chegaria nem aos pés do primeiro, seria muito difícil tal feito, mas o poder da nostalgia tinha tudo para fazer com que mesmo fraco, nós do público adorace, mas ao menos para mim, o poder da nostalgia não foi suficiente.
Algo que mais me incomodou nesse filme foram as cenas externas, o abuso desnecessário de um cenário 100% em computação gráfica para representar uma cidade sertaneja, simplesmente não tem sentido. Quantas cidades de forma até barata não existem para servir de cenário? Sem contar que ficou super mal feito, iluminação muito escura e tosca.
Outro ponto que me incomodou bastante foi a trilha sonora, foi utilizado músicas clássicas da MPB, até aí sem problema, mas joao Gomes do nada cantando nesse filme? Um filme que retrata um tempo bem passado com um cantor da atualidade destoando completamente na música... isso è filme para a trilha sonora ser apenas melódica, apenas sons dos instrumentos como o primeiro.
O fato do filme sido todo redobrado só piora o fato dos cenários serem todos fakes, as bocas principalmente no julgamento final ficaram sem sincronia nenhuma com o som, se percebe de longe que esse filme foi feito nas carreiras tendo como base apenas cativar o público com a nostalgia.
Você sai da seção doido para chegar em casa e dar play no primeiro filme.
A atriz que faz a compadecida, que por sinal è uma boa atriz, nesse filme ficou super apagada, parecia que ela tentava de forma impossível ser uma cópia da compadecida feita pela Montenegro.
O filme só fica legal em alguns pequenos trechos de cenas com algumas piadas específicas que você ouve e reconhece o joao grilo e Chico originais, tirando esses momentos, è um filme completamente fora de uma sequência, até a adaptação dos trapalhões foi melhor
Não esperava um filme como o primeiro, mas confesso que foi muito mais decepcionante do que eu imaginava. A cidade parecia cenário de teatro. A história sem pé nem cabeça, alguns personagens não faziam sentido estar ali. Chicó e João Grillo ainda tinham um pouco da essência do primeiro haja vista o quilate dos atores, porém, faltou piadas e diálogos melhores. O Julgamento foi rápido e muito mal feito, não deveriam ter tirado a Fernanda Montenegro. Não teve um Clímax, o filme apenas entretém por nostalgia e só.
Não sou de desprezar filmes nacionais, inclusive acho errado quem faz isso... Mas, dessa vez tive que concordar com a maioria. O filme não conseguiu superar, muito menos acompanhar, o de Suassuna. Um dos piores pontos foi o uso excessivo de computação gráfica nos cenários, que fez perder totalmente a magia do filme, diferente daquele primeiro em que as coisas eram naturais. Outro ponto negativo é que tem algumas pontas soltas no filme. E claro, o detalhe principal, esse filme foi custeado com 20 milhões do dinheiro público. Você pagou duas vezes para vê-lo, a primeira com impostos e a segunda com o ingresso do cinema. No mais, achei brilhante as críticas políticas tanto para a esquerda, quanto para a direita, escondidas no filme. Ficaram entre linhas, e quem entendeu... Entendeu. Também foi ótima a crítica sobre os pontos turísticos religiosos, chegando até citar o falecido Padre Cícero. Gostei muito da atuação do Eduardo Sterblitch, me surpreendeu.
O cenário artificial tipo anime tirou todo o encanto do filme, deveriam ter feito como o primeiro em uma cidadezinha do serão cenográfica ou não, também deveriam ter colocado atores diferentes e famosos no papel do diabo e de Deus, colocar o mesmo ator fazendo três papéis foi muito sem graça!!!! Poderiam ter feito um grande filme mas quiseram inventar!
Apesar dos diálogos em prosas e versos e do cenário lúdico, a repetição do roteiro deixa sem graça a falta de originalidade na continuação. O clássico primeiro é imbatível. Vemos personagens perdidos e falta de contexto, ficando o destaque todo para a nova versão de Nossa Senhora, por Thais Araújo, magnífica.
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