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Esse filme é uma verdadeira porcaria,acabou com o brilho do primeiro.perdi meu tempo,ao assistir isso
Gostei muito do filçme obvio que o 1 é melhor que o 2 mas ver continuações que foram decepções como opaió 2 auto da compadecida nao se saiu mau não
O Filme apresenta um roteiro fraco, cenas de humor forçadas, o cenário horrível, um dos piores filmes brasileiros.
Horrível, não é uma sequência, lança situações sem conexão, perdi meu tempo, não vale a pena! Quem é nordestino se envergonha com essa represe
O Auto da Compadecida 2” decepciona ao tentar reviver a magia do clássico sem capturar sua essência. O roteiro é inconsistente, falhando em equilibrar humor e crítica social, tornando a narrativa arrastada e sem impacto. Os efeitos visuais são exagerados e artificiais, destoando do charme rústico do original. Além disso, o cenário grotesco e a falta de inovação prejudicam a imersão, tornando a experiência frustrante. Infelizmente, a sequência parece uma tentativa comercial sem a profundidade e espontaneidade do primeiro filme. Nota: 2/5
Extremamente DECEPCIONADO, esperava mais, porém, roteiro fraco, histórias confusas, muito uso de computação gráfica, após 24 anos, poderiam ter entregue algo melhor. Lamentável, não assistirei novamente e não recomendo. Assista apenas o primeiro que é melhor, e finja que nunca teve o segundo.
Os personagens principais continuam com ótimas atuações, são um show a parte. O Coronel e sua filha também mandam muito bem. Mas o restante do elenco é fraco e forçado, fazendo cair bem a qualidade do filme. Outra coisa bem nítida é que repetem o enredo do filme anterior, praticamente uma cópia do primeiro filme, porém bem inferior. Diversão apenas razoável, graças aos personagens destacados. No mais, sem grandes surpresas e nem de perto tem a magia do primeiro filme.
A atuação incrível do Selton Mello e do Matheus Nachtergaele é o ponto mais forte do filme, é incrivel pensar que tudo se passa em um estúdio. A forma como o filme é teatral, a coloração e roteiro são incríveis. Viva ao cinema brasileiro!!!
O Auto da Compadecida 2 é uma continuação que falha em capturar a essência do clássico que o precede, mergulhando na nostalgia de forma excessiva e sem oferecer algo realmente novo. Ao tentar homenagear o primeiro filme, o segundo se perde em um ritmo apressado e em cenas desnecessárias que parecem mais filler do que parte de uma trama bem construída.
A decisão de trocar locações reais por um estúdio resulta em uma representação do Nordeste que carece de vida e autenticidade, transformando o cenário vibrante e culturalmente rico da década de 50/60 em algo artificial e pós-apocalíptico, mais parecido com o cenário da serie "Fallout" do que com uma representação da realidade. O filme perde a oportunidade de explorar a fundo a rica cultura nordestina, como fez o original, e se contenta em apenas usar o pano de fundo como desculpa para uma disputa política rasa e sem substância.
Os personagens novos, como o Coronel Ernani e o radialista Arlindo, embora interpretados por ótimos atores como Humberto Martins e Eduardo Sterblitch, são mal aproveitados. O filme sofre com a falta de desenvolvimento desses personagens, além de perder o carisma e a profundidade de outras figuras do primeiro filme.
Em termos de narrativa, O Auto da Compadecida 2 se apega tanto ao original que repete piadas e situações sem trazer novas perspectivas. Isso torna a experiência cansativa para o espectador, que sente falta de algo mais original, algo que possa estabelecer a obra por si só. A tentativa de homenagear o primeiro filme acaba se tornando uma âncora, impedindo a continuação de ser uma construção própria e digna de seu próprio legado.
Por fim, a ausência de Ariano Suassuna, o mestre por trás do texto do primeiro filme, é sentida de forma dolorosa. O roteirista e diretor do segundo filme tentam replicar a magia de sua obra, mas falham em capturar a mesma mistura de humor, crítica social e poesia que fazia do original algo atemporal. No fim, O Auto da Compadecida 2 falha em ser uma obra própria e se torna mais uma tentativa de reviver algo que talvez fosse melhor deixado no passado.
A decisão de trocar locações reais por um estúdio resulta em uma representação do Nordeste que carece de vida e autenticidade, transformando o cenário vibrante e culturalmente rico da década de 50/60 em algo artificial e pós-apocalíptico, mais parecido com o cenário da serie "Fallout" do que com uma representação da realidade. O filme perde a oportunidade de explorar a fundo a rica cultura nordestina, como fez o original, e se contenta em apenas usar o pano de fundo como desculpa para uma disputa política rasa e sem substância.
Os personagens novos, como o Coronel Ernani e o radialista Arlindo, embora interpretados por ótimos atores como Humberto Martins e Eduardo Sterblitch, são mal aproveitados. O filme sofre com a falta de desenvolvimento desses personagens, além de perder o carisma e a profundidade de outras figuras do primeiro filme.
Em termos de narrativa, O Auto da Compadecida 2 se apega tanto ao original que repete piadas e situações sem trazer novas perspectivas. Isso torna a experiência cansativa para o espectador, que sente falta de algo mais original, algo que possa estabelecer a obra por si só. A tentativa de homenagear o primeiro filme acaba se tornando uma âncora, impedindo a continuação de ser uma construção própria e digna de seu próprio legado.
Por fim, a ausência de Ariano Suassuna, o mestre por trás do texto do primeiro filme, é sentida de forma dolorosa. O roteirista e diretor do segundo filme tentam replicar a magia de sua obra, mas falham em capturar a mesma mistura de humor, crítica social e poesia que fazia do original algo atemporal. No fim, O Auto da Compadecida 2 falha em ser uma obra própria e se torna mais uma tentativa de reviver algo que talvez fosse melhor deixado no passado.
Tentei assistir ontem no primeiro vídeo...parei na metade. O filme não empolga. Setor Melo, que adoro, não conseguiu dar vida ao Chico, e é ele, Chico que dá vida a todo restante da história do primeiro filme, parecia que ele estava interpretando o Leleu, de florisbela e o prisioneiro...foi raso, o CGI é terrível, cadê o charme da cidade, as praças as ruas...teve um momento que eu pensei estar assistindo "Em busca do soldado Rayan " de tanta destruição...o Coronel é uma cópia do outro, a filha do coronel está lá para criar tensão sexual...o João Grilo está bom, mas sem a sagacidade do seu amigo Chico não segura a onda do filme...bem, pelo menos não dá metade que vi.
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