Filme divertido, a dupla icônica tem muita sintonia. Uma pena ter sido gravado em estúdio. Da Tais Araújo pra frente ficou chato e não via a hora de terminar.
Apesar dos diálogos em prosas e versos e do cenário lúdico, a repetição do roteiro deixa sem graça a falta de originalidade na continuação. O clássico primeiro é imbatível. Vemos personagens perdidos e falta de contexto, ficando o destaque todo para a nova versão de Nossa Senhora, por Thais Araújo, magnífica.
De um dos melhores filmes nacionais, para um dos piores já feitos. FILME HORROROSO!!! O cenário é tosco, horrendo, não dava para ter filmado em locações reais em qualquer cidade do interior do Nordeste? Nem parece um filme, parece uma cena teatral com atuações caricatas. O filme não tem enredo, é simplesmente cenas aleatórias de qualquer coisa em uma grande cocha de retalhos. Esse filme nunca deveria ter existido. RIDÍCULO!!
Bom elenco e estética atraente, mas o roteiro está muito aquém do primeiro clássico. A sequência de O Auto da Compadecida chega 24 anos após o sucesso do original, trazendo de volta os queridos Chicó (Selton Mello) e João Grilo (Matheus Nachtergaele) em uma nova aventura. O filme segue a premissa de que João Grilo, dado como morto no primeiro filme, ressuscita e se vê no centro de uma trama envolvendo políticos e até clipes animados. A produção aposta em telas de Led para criar um ambiente mais lúdico e moderno, e a direção de arte de Yurika Yamasaki faz um bom trabalho ao reforçar esse tom visual. O elenco, repleto de talentos como Taís Araújo e Eduardo Sterblitch, mantém o charme da dupla principal, que ainda é o ponto alto do filme.
Apesar da diversão proporcionada pela atuação do elenco e a atmosfera inventiva, a sequência peca ao se apoiar muito nas ideias já apresentadas no primeiro longa. Algumas subtramas se sentem repetitivas, e o resultado não tem o mesmo impacto que o original. No final, O Auto da Compadecida 2 é um filme agradável, mas que não consegue resgatar a magia do clássico., baseado na obra do extraordinário Ariano Suassuna.
Obviamente dá pra começar dizendo que não se compara ao primeiro, então não dá pra manter essa expectativa caso a tenha. Mas no geral eu gostei do filme. Pra ser bem específico no primeiro terço do filme achei bem ruim, uma nostalgia um pouco forçada, os cenários ruins, novos personagens que não encantam tanto quanto os que saíram. Mas depois disso o filme consegue equilibrar, mesmo com alguns buracos no roteiro, João Grilo e Chicó conseguem ser tão bons que você ignora esses erros. Não sei se precisava desse filme, mas de certa forma eu gostei de ver. Não é do mesmo nível, mas ao menos não estragou.
Não tem fundamento nenhum esse filme tanto tempo depois, autores velhos, outros q já morreram, filmagens num cenário totalmente artificial, um filme sem graça e com um roteiro sem criatividade. Muito ruim!
Com alguns momentos divertidos. O auto da compadecida 2 não chega nem que perto da maravilha que é o primeiro filme, mas ainda assim divertir e traz um pouco de nostalgia
O auto da compadecida 2 chega depois de 24 anos do primeiro filme. Nesse novo filme, Guel Arraes divide a direção com Flávia Lacerda e o roteiro permanece com Guel Arraes e João Falcão. O filme continua sendo baseado na principal obra do Paraibano Ariano Suassuna. Nessa nova trama, João Grilo (Matheus Nachtergaele) volta a cidade de Taperoá após 20 anos e encontra seu melhor amigo, Chicó (Selton Mello). Porém Chicó sustenta a história (por meio de versos) de que Nossa senhora (dessa vez interpretada por Taís Araújo) operou milagre e ressuscitou João Grilo.Com a fama, João é tido como celebridade local e acaba chamando atenção para os 2 candidatos a prefeito da cidade: Coronel Ernani (Humberto Martins) e Arlindo (Eduardo Aterblitch). O interessante deste filme foi usar a tecnologia para o cinema de hoje para mostrar que a cidade de Taperoá também evoluiu com a chegada do rádio e de meios de transportes. Evidentemente que existe um anacronismo nessa linha temporal, mas ela foi posta de propósito para demostrar uma maior desigualdade social diante dos avanços. A química entre Matheus e Selton ainda é o auge do filme e os personagens secundário são todos novos, com exceção de Virginia Cavendish que volta com a personagem Rosinha. Com relação aos novos personagens, parece não ter se encaixado bem como no primeiro filme. As subtramas não funcionaram bem para a maioria deles. Até mesmo a própria Rosinha ficou desfocada não parecendo ter sido casada com o Chicó. A própria tentativa de criar um triangulo amoroso entre Chicó, Rosinha e Clarabela (Fabiula Nascimento) foi por água abaixo. O filme no seu último ato resolve largar mão dessa tentativa frustrada de elaborar uma nova história e apela para elementos deixados no primeiro filme como o julgamento novamente de João Grilo. Até aí tudo bem, mas a intepretação de Taís Araújo como Nossa senhora ficou extremamente caricata, faltando personalidade, parecendo que a atriz estava fazendo uma homenagem a Fernanda Montenegro (quem interpretou a Nossa senhora no primeiro filme). Assim, como a ideia de usar o Matheus para interpretar o diabo e Jesus ao mesmo tempo fracassou, pois sem novos personagens ficamos limitados a temer por algo com um personagem cômico que é o João Grilo. Em outras palavras, não dá pra levar Jesus e nem o diabo a sério por conta da comédia exercida por Grilo. O filme tem seus momentos de divertimento, deu para matar a saudade e foi um sucesso de bilheteria, mas errou muito mais do que acertou.
Os personagens principais continuam com ótimas atuações, são um show a parte. O Coronel e sua filha também mandam muito bem. Mas o restante do elenco é fraco e forçado, fazendo cair bem a qualidade do filme. Outra coisa bem nítida é que repetem o enredo do filme anterior, praticamente uma cópia do primeiro filme, porém bem inferior. Diversão apenas razoável, graças aos personagens destacados. No mais, sem grandes surpresas e nem de perto tem a magia do primeiro filme.
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