Todo Tempo Que Temos
Média
3,7
113 notas

26 Críticas do usuário

5
5 críticas
4
6 críticas
3
8 críticas
2
5 críticas
1
1 crítica
0
1 crítica
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.008 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de dezembro de 2024
John Crowley entrega um melodrama marcante com Andrew Garfield e Florence Pugh em atuações que transbordam química e carisma. A trama acompanha Tobias (Garfield), um homem recém-divorciado, e Almut (Pugh), uma aspirante a chef, cujos sonhos e vidas se entrelaçam após um acidente.

Com narrativa não linear, o filme evita clichês ao explorar o impacto de um câncer na vida do casal, equilibrando drama, romance e toques de humor. Destaques incluem a cena criativa do nascimento da filha em uma loja de conveniência e a trilha sonora envolvente, além da fotografia impecável que captura a beleza rural e urbana de Londres.

Elegante e emocional, Todo Tempo que Temos encanta e comove, deixando uma sensação agridoce e inesquecível no espectador.
Emocionante, bem atuado, mas peca em certa previsibilidade narrativa.
NerdCall
NerdCall

59 seguidores 475 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de novembro de 2024
**Crítica de Cinema: Todo Tempo Que Temos**

"Todo Tempo Que Temos", dirigido por John Crowley, é um filme que aborda temas pesados com uma leveza incomum, tratando de temas como amor, sacrifício e família sem nunca parecer melodramático. Em vez disso, Crowley escolhe explorar as mudanças silenciosas e as pequenas transformações que ocorrem ao longo de um relacionamento, destacando como os desafios enfrentados ao longo do tempo moldam as pessoas. Andrew Garfield e Florence Pugh são a alma da história, entregando uma química palpável e performances que trazem profundidade e autenticidade ao filme.

A trama acompanha o desenvolvimento do relacionamento dos personagens e como eles mudam ao longo do tempo, uma abordagem que adiciona um tom de familiaridade e empatia ao enredo. Embora o filme pareça familiar em alguns momentos, é a execução que o diferencia: Crowley utiliza saltos temporais entrelaçados e características visuais para representar as diferentes fases dos personagens, o que, embora inicialmente confunda, revela-se uma escolha eficaz ao adicionar complexidade ao enredo.

Mesmo com temas delicados como doenças graves, "Todo Tempo Que Temos" exala uma sensação de conforto, tratando o amor e o desejo de proteger o outro de maneira sincera e sem artificialidade. A relação entre os protagonistas, além de centralizar a narrativa, se torna um espelho das mudanças pessoais e emocionais que surgem ao enfrentar desafios. O roteiro não se esquiva de clichês do gênero, mas a combinação de uma direção cuidadosa e atuações poderosas consegue transformar esses elementos em um retrato genuíno e comovente sobre como o tempo e o amor podem nos mudar.

No fim, o filme deixa uma mensagem tocante e otimista sobre aproveitar o tempo ao lado de quem se ama. “Todo Tempo Que Temos” é mais do que uma história de amor: é um convite para refletir sobre as transformações que o amor provoca e a força que ele dá para enfrentar o inesperado. Crowley finaliza o filme com sutileza e impacto, trazendo um encerramento que dialoga com o ritmo e a mensagem de toda a trama.
Louis
Louis

10 seguidores 129 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de novembro de 2024
Um filme de romance lindo e emocionante, contando a história do casal Tobias e Almir, mostrando como se conheceram e como lidam com um acontecimento que mudou suas vidas, a história é bem interessante e bonita e a estética do filme é muito linda,a direção e atuação estão muito competentes e bem feitas, vale a pena conferir!!!
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 882 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de agosto de 2025
Todo tempo que temos é um melodrama que foi dirigido por John Crowley e teve o roteiro de Nick Payne. Na trama, acompanhamos Almut (Florence Pugh) e Tobias ( Andrew Garfield) que está recém divorciado e acabam se encontrando. Ao descobrir que o seu câncer de ovário voltou, Almut busca viver intensamente aquele que pode ser seus últimos dias. Ao passo que Tobias busca ser o melhor companheiro possível de um amor não convencional. A premissa do filme não é nova no cinema, mas a direção é esperta em não cair na armadilha repetitiva e acaba criando uma narrativa não linear do filme. Temos assim, 2 momentos: o primeiro em que Tobias e Almut se conhecem e o segundo o que Almut descobre a volta do seu câncer e ambos já estão com uma filhinha. Evidente que para isso funcionasse foi necessária uma montagem eficiente. Para além disso, temos a boa química entre o casal protagonista e um carisma absurda dos 2. Podemos dizer que o filme é um bom melodrama que busca fugir dos padrões e até consegue. Agradável de assistir, emocionante e com um terceiro ato muito bonito.
Isaque Cunha
Isaque Cunha

1 seguidor 6 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 13 de janeiro de 2025
Super lindo o filme, amei!!

A única coisa que não gostei muito foi a linha do tempo que fica indo no passado e futuro ao mesmo tempo, acho que se fosse seguindo a ordem bonitinha seria melhor. De resto o filme é perfeito e vale a pena cada minuto!
Lucas Vasques
Lucas Vasques

2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de novembro de 2024
O filme é bom, com bons atores e bom desenvolvimento. Recomendo para ver num filme como "sessão da tarde".
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa