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Adriano Côrtes Santos
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1.229 críticas
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4,0
Enviada em 19 de dezembro de 2024
John Crowley entrega um melodrama marcante com Andrew Garfield e Florence Pugh em atuações que transbordam química e carisma. A trama acompanha Tobias (Garfield), um homem recém-divorciado, e Almut (Pugh), uma aspirante a chef, cujos sonhos e vidas se entrelaçam após um acidente.
Com narrativa não linear, o filme evita clichês ao explorar o impacto de um câncer na vida do casal, equilibrando drama, romance e toques de humor. Destaques incluem a cena criativa do nascimento da filha em uma loja de conveniência e a trilha sonora envolvente, além da fotografia impecável que captura a beleza rural e urbana de Londres.
Elegante e emocional, Todo Tempo que Temos encanta e comove, deixando uma sensação agridoce e inesquecível no espectador. Emocionante, bem atuado, mas peca em certa previsibilidade narrativa.
"Todo Tempo Que Temos", dirigido por John Crowley, é um filme que aborda temas pesados com uma leveza incomum, tratando de temas como amor, sacrifício e família sem nunca parecer melodramático. Em vez disso, Crowley escolhe explorar as mudanças silenciosas e as pequenas transformações que ocorrem ao longo de um relacionamento, destacando como os desafios enfrentados ao longo do tempo moldam as pessoas. Andrew Garfield e Florence Pugh são a alma da história, entregando uma química palpável e performances que trazem profundidade e autenticidade ao filme.
A trama acompanha o desenvolvimento do relacionamento dos personagens e como eles mudam ao longo do tempo, uma abordagem que adiciona um tom de familiaridade e empatia ao enredo. Embora o filme pareça familiar em alguns momentos, é a execução que o diferencia: Crowley utiliza saltos temporais entrelaçados e características visuais para representar as diferentes fases dos personagens, o que, embora inicialmente confunda, revela-se uma escolha eficaz ao adicionar complexidade ao enredo.
Mesmo com temas delicados como doenças graves, "Todo Tempo Que Temos" exala uma sensação de conforto, tratando o amor e o desejo de proteger o outro de maneira sincera e sem artificialidade. A relação entre os protagonistas, além de centralizar a narrativa, se torna um espelho das mudanças pessoais e emocionais que surgem ao enfrentar desafios. O roteiro não se esquiva de clichês do gênero, mas a combinação de uma direção cuidadosa e atuações poderosas consegue transformar esses elementos em um retrato genuíno e comovente sobre como o tempo e o amor podem nos mudar.
No fim, o filme deixa uma mensagem tocante e otimista sobre aproveitar o tempo ao lado de quem se ama. “Todo Tempo Que Temos” é mais do que uma história de amor: é um convite para refletir sobre as transformações que o amor provoca e a força que ele dá para enfrentar o inesperado. Crowley finaliza o filme com sutileza e impacto, trazendo um encerramento que dialoga com o ritmo e a mensagem de toda a trama.
Um filme de romance lindo e emocionante, contando a história do casal Tobias e Almir, mostrando como se conheceram e como lidam com um acontecimento que mudou suas vidas, a história é bem interessante e bonita e a estética do filme é muito linda,a direção e atuação estão muito competentes e bem feitas, vale a pena conferir!!!
Todo tempo que temos é um melodrama que foi dirigido por John Crowley e teve o roteiro de Nick Payne. Na trama, acompanhamos Almut (Florence Pugh) e Tobias ( Andrew Garfield) que está recém divorciado e acabam se encontrando. Ao descobrir que o seu câncer de ovário voltou, Almut busca viver intensamente aquele que pode ser seus últimos dias. Ao passo que Tobias busca ser o melhor companheiro possível de um amor não convencional. A premissa do filme não é nova no cinema, mas a direção é esperta em não cair na armadilha repetitiva e acaba criando uma narrativa não linear do filme. Temos assim, 2 momentos: o primeiro em que Tobias e Almut se conhecem e o segundo o que Almut descobre a volta do seu câncer e ambos já estão com uma filhinha. Evidente que para isso funcionasse foi necessária uma montagem eficiente. Para além disso, temos a boa química entre o casal protagonista e um carisma absurda dos 2. Podemos dizer que o filme é um bom melodrama que busca fugir dos padrões e até consegue. Agradável de assistir, emocionante e com um terceiro ato muito bonito.
A única coisa que não gostei muito foi a linha do tempo que fica indo no passado e futuro ao mesmo tempo, acho que se fosse seguindo a ordem bonitinha seria melhor. De resto o filme é perfeito e vale a pena cada minuto!
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