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Kamila A.
7.940 seguidores
816 críticas
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3,5
Enviada em 5 de novembro de 2024
A expressão “We Live in Time”, título original do filme dirigido por John Crowley, significa “vivemos no tempo”. Ela representa muito bem o relacionamento principal que é abordado pelo longa: o que envolve a chef Almut (Florence Pugh) e o profissional de TI Tobias (Andrew Garfield).
Os dois, apesar de serem bem diferentes um do outro em termos de personalidade, acabam se conhecendo (num encontro pra lá de inusitado), se apaixonando e vivendo um namoro/parceria/casamento que dura uma década.
Chama a atenção, inclusive, em “Todo Tempo que Temos” (o título traduzido no Brasil), a forma como este relacionamento é construído. Com base em concessões, em compreender a necessidade do outro e, principalmente, no respeito às escolhas que são feitas ao longo dessa caminhada.
Como o filme tem uma tendência ao melodramático, um dos grandes acertos do diretor John Crowley é dirigir esta história com sensibilidade, entendendo que a vivência de uma relação é composta de momentos que são a pura definição da felicidade e de instantes em que nem sempre estaremos felizes. E tá tudo bem!
O outro grande acerto de “Todo Tempo que Temos” foi a escalação da dupla Florence Pugh e Andrew Garfield, que passam credibilidade em tela como o casal principal, representando bem a montanha russa de sentimentos que é se entregar ao amor correndo os riscos de ser arrebatado pela impermanência de nossas vidas.
Segundo filme da A24 que eu assisto. Filme bom e interessante, com excelente protagonismo de Pugh e Garfield, é uma história de amor bonitinha e boa trilha sonora, ritmo e final bem emocionante. Apesar da forma como eles dois se aproximam ser um pouco acelerada, sem um desenvolvimento equilibrado, e falta de profundidade e desenvolvimento de alguns personagens secundários, como a família de ambos protagonistas, o filme é bom e consegue se destacar mais nos pontos positivos. Bom filme, só não é um dos meus favoritos. Bom trabalho, Florence Pugh e Andrew Garfield.
Sinopse: Almut e Tobias são unidos por um encontro surpresa que muda suas vidas. Ao embarcarem em um caminho desafiado pelos limites do tempo, eles aprendem a valorizar cada momento de sua história de amor não convencional.
Crítica: "Todo Tempo Que Temos", dirigido por John Crowley, é uma obra que evoca a essência do amor em sua forma mais pura e vulnerável. A presença de Almut e Tobias, cujas vidas se entrelaçam de maneira inesperada, proporciona uma narrativa rica em emoções e reflexões sobre o tempo e suas complexidades.
O filme se destaca pela sua habilidade de explorar a relação entre o real e o efêmero. A direção de Crowley é sensível e cuidadosa, permitindo que o espectador mergulhe nas nuances do amor não convencional. A estética visual é deslumbrante, com cenários que refletem tanto a beleza quanto a fragilidade das suas experiências. Essa representação do tempo como um elemento desafiador e transformador dá profundidade à história, fazendo com que o público repense suas próprias relações e a importância do agora.
A química entre os protagonistas é palpável e emocionante. A interpretação de Almut e Tobias revela a complexidade de se amar em circunstâncias imprevisíveis. Os diálogos são sinceros e poéticos, levando a uma identificação imediata com suas jornadas pessoais. Cada cena é carregada de um sentido de urgência, lembrando-nos que cada momento é precioso.
Além disso, "Todo Tempo Que Temos" se destaca por sua trilha sonora que complementa a narrativa, intensificando as emoções e conectando o público à essência da história. As escolhas musicais de Crowley trazem um elemento adicional de criatividade, que enriquece a experiência emocional.
Por fim, o filme é um convite à reflexão sobre os limites do amor e a inevitabilidade do tempo. Ao abordar temas como perda, esperança e a beleza dos momentos compartilhados, Crowley nos lembra que, embora o tempo seja finito, a profundidade do amor é infinita. "Todo Tempo Que Temos" não é apenas uma história de amor; é um lembrete tocante de que cada instante deve ser celebrado, pois é nele que reside a verdadeira essência da vida.
Florence Pugh e Andrew Garfield Estrelam esse bom romance com roteiro até que repetitivo, mas que as ótimas atuações elevam o filme e o torna muito bom. Vale a pena conferir.
Nada de diferente dos outros desse tema. Até parece que vai embalar por outro caminho, mas volta ao clichê, no entanto é maduro e bem realizado. Um bonito e emocionante roteiro. Sobre escolhas e legado.
Eu adoro o Andrew Garfield e esse foi o motivo maior pelo qual tive curiosidade em ver este filme!
Não estando de todo no meu top de romances não deixa de ser um filme muito querido.
Gosto do facto de ter uma time line e desenvolvimento diferente de outros romances. Sem dramas joviais, terceiros a meterem-se na relação, etc etc Só a história de ambos em conjunto
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