Todo tempo que temos é um melodrama que foi dirigido por John Crowley e teve o roteiro de Nick Payne. Na trama, acompanhamos Almut (Florence Pugh) e Tobias ( Andrew Garfield) que está recém divorciado e acabam se encontrando. Ao descobrir que o seu câncer de ovário voltou, Almut busca viver intensamente aquele que pode ser seus últimos dias. Ao passo que Tobias busca ser o melhor companheiro possível de um amor não convencional. A premissa do filme não é nova no cinema, mas a direção é esperta em não cair na armadilha repetitiva e acaba criando uma narrativa não linear do filme. Temos assim, 2 momentos: o primeiro em que Tobias e Almut se conhecem e o segundo o que Almut descobre a volta do seu câncer e ambos já estão com uma filhinha. Evidente que para isso funcionasse foi necessária uma montagem eficiente. Para além disso, temos a boa química entre o casal protagonista e um carisma absurda dos 2. Podemos dizer que o filme é um bom melodrama que busca fugir dos padrões e até consegue. Agradável de assistir, emocionante e com um terceiro ato muito bonito.
Segundo filme da A24 que eu assisto. Filme bom e interessante, com excelente protagonismo de Pugh e Garfield, é uma história de amor bonitinha e boa trilha sonora, ritmo e final bem emocionante. Apesar da forma como eles dois se aproximam ser um pouco acelerada, sem um desenvolvimento equilibrado, e falta de profundidade e desenvolvimento de alguns personagens secundários, como a família de ambos protagonistas, o filme é bom e consegue se destacar mais nos pontos positivos. Bom filme, só não é um dos meus favoritos. Bom trabalho, Florence Pugh e Andrew Garfield.
Eu adoro o Andrew Garfield e esse foi o motivo maior pelo qual tive curiosidade em ver este filme!
Não estando de todo no meu top de romances não deixa de ser um filme muito querido.
Gosto do facto de ter uma time line e desenvolvimento diferente de outros romances. Sem dramas joviais, terceiros a meterem-se na relação, etc etc Só a história de ambos em conjunto
Florence Pugh e Andrew Garfield Estrelam esse bom romance com roteiro até que repetitivo, mas que as ótimas atuações elevam o filme e o torna muito bom. Vale a pena conferir.
A única coisa que não gostei muito foi a linha do tempo que fica indo no passado e futuro ao mesmo tempo, acho que se fosse seguindo a ordem bonitinha seria melhor. De resto o filme é perfeito e vale a pena cada minuto!
John Crowley entrega um melodrama marcante com Andrew Garfield e Florence Pugh em atuações que transbordam química e carisma. A trama acompanha Tobias (Garfield), um homem recém-divorciado, e Almut (Pugh), uma aspirante a chef, cujos sonhos e vidas se entrelaçam após um acidente.
Com narrativa não linear, o filme evita clichês ao explorar o impacto de um câncer na vida do casal, equilibrando drama, romance e toques de humor. Destaques incluem a cena criativa do nascimento da filha em uma loja de conveniência e a trilha sonora envolvente, além da fotografia impecável que captura a beleza rural e urbana de Londres.
Elegante e emocional, Todo Tempo que Temos encanta e comove, deixando uma sensação agridoce e inesquecível no espectador. Emocionante, bem atuado, mas peca em certa previsibilidade narrativa.
Um drama profundo sobre a vida, escolhas e perdas. Trama intensa e emocional, que te leva à altos e baixos durante o filme. A história não linear da fluidez ao filme. Vale muito a pena.
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